<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN">
<HTML xmlns:o = "urn:schemas-microsoft-com:office:office"><HEAD>
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<BODY bgColor=#ffffff>
<DIV><FONT color=#ff0000 size=7 face=Forte>Carta O Berro<FONT
size=4>...............................................................................<FONT
face=Georgia>repassem</FONT></FONT></FONT></DIV>
<DIV><FONT size=2></FONT> </DIV>
<DIV style="FONT: 10pt arial">----- Original Message -----
<DIV style="BACKGROUND: #e4e4e4; font-color: black"><B>From:</B> <A
title=vvassouras@terra.com.br href="mailto:vvassouras@terra.com.br">vera
vassouras</A> </DIV></DIV>
<DIV><BR></DIV>
<DIV><FONT face=Arial>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B
style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Laboratórios experimentais<o:p></o:p></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B
style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: red; FONT-SIZE: 18pt">Incluídos e excluídos:
Os fornos crematórios das "sobras da população".<o:p></o:p></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B
style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: red; FONT-SIZE: 18pt"><o:p> </o:p></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">(IAR Noticias) 05-Marzo-2010<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal
align=center><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal
align=center><SPAN style="FONT-SIZE: 6pt"><IMG border=1 align=center
src="cid:58DA7A74ACB44B2A807EBD12368730C0@vcaixe" width=439 height=292
v:shapes="_x0000_i1025"></SPAN><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt 35.4pt"
class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 9pt">
Vítimas dos bombardeiros de civis no Siri
Lanka, em maio de 2009.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Os novos fornos crematórios das "sobras da população"
operam e estão ativados 24 horas por dia. São completamente invisíveis porque o
sistema (os governos, a imprensa e a população mundial) são indiferentes a sua
execução e não os registram em suas estatísticas. Não se trata de Hitler, senão
de novos laboratórios militares experimentais de "solução final".
<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Por Manuel Freytas (*) <o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">manuefreytas@iarnoticias.com<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">O humano, um animal supostamente racional, hoje
formado mental e psicologicamente pelos programas e os pensamentos de ação do
sistema capitalista que governa o planeta, é o único espécime que desenvolveu
uma estratégia e plano de ação para dominar, controlar e explorar seus
semelhantes, executando políticas de extermínio social e de rapina meio
ambiental muito além de suas necessidades individuais. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Na perspectiva científica, o humano (do sistema
capitalista) é um depredador em grande escala que, diferente das outras
espécies, já não mata pela sobrevivência, senão para a construção do domínio
econômico, político e social.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal
align=center><B><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: black; FONT-SIZE: 6pt"><IMG border=1
src="cid:40B3C1138AD44424BF168637FBA5B9F9@vcaixe" width=230 height=295
v:shapes="_x0000_i1026"></SPAN></B><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Dentro dos parâmetros funcionais do sistema
capitalista (estabelecido como "civilização única") as "sobras da população" são
as massas expulsas do circuito do consumo como emergente histórico da dinâmica
de concentração de riquezas em poucas mãos.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Essas massas, que se multiplicam pelas periferias da
Ásia, África e América Latina, não reúnem os Standards do consumo básico
(sobrevivência mínima) que requer a estrutura funcional do sistema para gerar
rentabilidade e novos ciclos de concentração de ativos empresariais e fortunas
pessoais.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Ademais, essas massas expulsas do círculo de consumo,
requerem (para dar-lhe uma tela "compassiva" ao sistema) de uma estrutura
"assistencialista" composta pela ONU e as organizações internacionais nos
balanços dos governos e empresas transnacionais em escala
global.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Dentro do mercado e da sociedade de consumo
capitalista, a lógica de produção não se mede pela satisfação das necessidades
básicas da sociedade (comida, casa, saúde, educação, etc.) senão por outros
parâmetros de otimização da rentabilidade privada.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">A produção de bens e serviços (essenciais para a
sobrevivência) controlada pelo capitalismo está socializada, porém, sua
utilização está privatizada. Não responde aos fins sociais de distribuição
equitativa da riqueza produzida pelo trabalho social, senão objetivos de busca
de rentabilidade capitalista privada.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">O objetivo estratégico central do sistema (sua lógica
e essência funcional) está motorizado, em primeiro termo pela busca de
rentabilidade para suas empresas e bancos transnacionais, sua coluna vertebral
executora do sistema econômico dominante em escala planetária.
<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Esta dinâmica – historicamente provada – gera uma
resultante contraditória: Diminuição do consumo, concentração de riquezas em
poucas mãos, e expulsão do circuito de consumo e da sobrevivência de milhões de
pessoas.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">A população do mundo já supera os 6.500 bilhões de
pessoas, das quais somente ao redor de 500 mil, as "classes altas" (ricos e
super ricos) estão colocadas no l status de "nível ótimo" de consumo que
requerem as necessidades operativas de rentabilidade dos bancos e empresas que
hegemonizam a indústria, o comércio e as finanças do sistema capitalista imposto
em escala global. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Fora deste triângulo de "consumo ótimo", composto em
seu vértice pelo segmento dos ricos e "super ricos", alimentado pelo setor
concentrador de riqueza em escala global, se encontram outras 2.500 milhões de
pessoas, as que (sem chegar ao "consumo ótimo" dos "super ricos") desenvolvem um
"consumo regular" dos bens e serviços produzidos e oferecidos (para quem pague
por eles) pela estrutura produtiva capitalista<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Este setor está formado pelos setores chamados
"classes médias" (em estratos de "alta" a "baixa") que se alojam no meio da
pirâmide da sociedade de consumo capitalista, tanto nos países centrais como nas
áreas periféricas, emergentes ou subdesenvolvidas, da Ásia, África e América
Latina.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><SPAN
style="mso-spacerun: yes"> </SPAN></SPAN><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; mso-ansi-language: ES" lang=ES>Debajo de estos
segmentos, hay una franja de población de aproximadamente 3.500 millones de
personas que oscilan entre l<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; mso-ansi-language: ES"
lang=ES><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Debaixo destes segmentos, há uma faixa da população
de aproximadamente 3.500 milhões de pessoas que oscilam entre a "pobreza
estrutural" (não cobrem suas necessidades básicas) e a "indigência" (carentes de
meios de sobrevivência), que formam uma "massa crítica" de expulsos do circuito
do mercado de consumo de massas.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">"Pobres estruturais" e "indigentes" marcam as
fronteiras da exclusão social, e são o produto histórico mais representativo, o
emergente social de um sistema econômico que não produz com fins sociais senão
com fins de rentabilidade individual conseguida com a exploração do trabalho
social<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Como o sistema dominante só produz para quem possa
pagar pelos bens e serviços, esta massa expulsa do circuito de consumo (pela
dinâmica concentradora de riqueza em poucas mãos) é "sobra" do sistema
capitalista, e só uma quantidade reduzida (a massa integrada que vai ficando
atrás das expulsões periódicas) produz as ganâncias para as grandes empresas e
bancos transnacionais que controlam todos os anéis da cadeia do mercado e da
produção mundial.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">E esta expulsão sistemática dos parâmetros de
sobrevivência humana arroja um resultado:<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Segundo a ONU, no mundo há mais de 3.500 milhões de
pessoas que padecem de fome, pobreza ou desnutrição, a cifra mais alta da
história, cerca da metade da população mundial, que hoje se estima ao redor de 7
milhões de pessoas.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Segundo a ONU, com "menos de 1%" dos fundos
econômicos que tem utilizado os governos capitalistas centrais para salvar o
sistema financeiro global (bancos e empresas que desataram a crise econômica),
se poderia resolver a calamidade e o sofrimento de milhões de vítimas da fome em
escala mundial. E porquê não se faz? Por uma razão de fundo. Os pobres, os
desamparados, as "sobras da população", não são um "produto rentável" para o
sistema capitalista.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Não consomem, ou o pouco que podem consumir para
sobreviver em escalas marginas, não alcança para manter os Standards de
rentabilidade que requer o aparato produtivo e a sociedade de consumo
capitalista.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Por tanto, a fábrica das "sobras de população" do
sistema capitalista, gera como emergente mais imediato, bolsões de rebelião e
estalidos sociais que se potencializam a níveis impensáveis dentro do colapso
econômico financeiro desatado em escala mundial<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B
style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">A "solução
malthusiana"<o:p></o:p></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B
style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal
align=center><SPAN
style="FONT-FAMILY: Verdana; COLOR: black; FONT-SIZE: 9pt"><IMG border=1
src="cid:5828A1B447714D6E867D114F4BB17CBF@vcaixe" width=439 height=287
v:shapes="_x0000_i1027"></SPAN><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p></o:p></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><SPAN
style="mso-spacerun: yes"> </SPAN><o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Que fazer com as "sobras da população", com os
pobres, com os desintegrados expulsos do mercado de consumo
capitalista?<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Podem voltar a ser incluídos dentro do mercado como
consumidores regulares?<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Para os expertos, na atual configuração do sistema
produtivo mundial (só orientado ao segmento dos que podem pagar) é logicamente
improvável (senão impossível) reincorporar a massa das "sobras da população" que
somente poderia realizar-se por meio da "socialização" da produção da riqueza
mundial.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Algo impossível de realizar dentro dos parâmetros de
rentabilidade privada que rege a estrutura capitalista privada nivelada para
todo o planeta<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">E o que acontecerá quando os pobres e os famintos
comecem a surgir como uma massa de rebelião violenta pelas áreas emergentes e
subdesenvolvidas do sistema em escala global?<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">O sistema, muito além de um assistencialismo
superficial, não está desenhado nem preparado para cobrir contingências
alimentarias em grande escala como já se verificou com a crise alimentaria
produzida pela alto dos alimentos em 2008.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Na Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentaria que se
celebrou em Roma, em novembro passado, o diretor geral da Organização para a
Agricultura e a Alimentação (FAO) das Nações Unidas, Jacques Diouf, diante da
ausência dos líderes políticos dos países ricos, assinalou que "o problema da
fome não é uma prioridade para os países mais ricos"<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">O fracasso reiterado das cúpulas pela solução da
pobreza e da fome revela por si só que os pobres e famintos do mundo (por uma
estrita valoração da equação "custo-benefício" capitalista) já foram abandonados
a sua sorte e condenados a morte sem juízo prévio.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">O capitalismo (está provado) carece de uma saída
inclusiva e também de uma saída assistencialista para a massa das sobras da
população que se incrementa aceleradamente com a crise
econômica.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Pague ou faça dieta: Parece ser a receita final do
sistema capitalista para a massa mundial de sobras da população, empobrecida e
faminta, que permanece fora do mercado de consumo. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Que fazer com os pobres e famintos que possam marchar
em uma rebelião sangrenta e desesperada à conquista de comida pela força, nas
grandes cidades? Se o sistema não os pode incluir, qual é a
solução?<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Aqui chegamos ao ponto de "solução malthusiana" mais
descarada. Se o sistema capitalista não os pode incluir e quer sobreviver,
evitando uma rebelião massiva dos pobres atacando suas metrópoles, por lógica,
tem que buscar e concretizar uma nova forma cirúrgica de exterminá-los sem
deixar rastro.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B
style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">Novos
fornos crematórios de "solução final" em grande escala<o:p></o:p></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B
style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Laboratórios experimentais<o:p></o:p></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B
style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal
align=center><B><SPAN style="FONT-SIZE: 6pt"><IMG border=1
src="cid:F810C0AA945D4078AA6D7104F9A54F90@vcaixe" width=439 height=300
v:shapes="_x0000_i1028"></SPAN></B><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><SPAN
style="mso-spacerun: yes"> </SPAN><o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Como princípio experimental, os novos fornos
crematórios das "sobras da população" agora mudaram de denominação. Já não se
chamam fornos crematórios, senão "guerra
contra-terrorista".<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Sob essa denominação, desde 2001, funcionam operações
militares de extermínio massivo que abarcam áreas estratégicas das "sobras da
população" da Ásia, África e Meio Oriente.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Os novos fornos crematórios são os bombardeios
massivos a supostos búnkeres de "terroristas" situados em áreas densamente
povoadas por populações civis, habitadas por pobres e marginais, conformados
como novos laboratórios experimentais de "solução final" (incorporada) para
conter as futuras rebeliões de famintos.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">No Iraque, distintas organizações internacionais
estimam em mais de um milhão de mortos desde a ocupação, no Afeganistão, as
vítimas se contam por centenas de milhares nas frentes imperiais da Ásia e
África, as vítimas se somam pro dezenas de milhares.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Os extermínios militares continuados de Israel em
Gaza e no Líbano, são apenas a ponta de um iceberg de um genocídio em alta
escala das "sobras da população" que desde 2001, e em nome da "guerra
contra-terrorista" tem massacrado milhões de seres humanos nas áreas
subdesenvolvidas e pobres da Ásia, África e Meio Oriente.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">As matanças são diárias, sistemáticas e contínuas e
ninguém as contabiliza em uma estatística gera que seguramente surpreenderia e
chocaria pela intensidade numérica dos massacres que se somam à indiferença
mundial de governos e das sociedades idiotizadas e alienadas pela estrutura
midiática.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><SPAN style="mso-spacerun: yes"> </SPAN>Enquanto
a população "incluída" goza de espetáculos, consome produtos e depressão
individualista, e vive seus problemas como o fim da história, há uma maquinaria
militar legitimada que executa as "sobras da população" durante 24 horas por
dia.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Esta nova "solução final" maltushiana aplicada
militarmente, que do simples ao complexo, tem uma clara linha de execução e
continuidade nos processos de ocupação militar (Iraque e Afeganistão) e em
distintos cenários de "guerra contra o terrorismo" na Ásia, África e Meio
Oriente. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Líbano, Iraque, Gaza, Afeganistão, Paquistão, Sudão,
Somália, entre outros (a margem dos objetivos geopolíticos e militares que
representam dentro do tabuleiro da guerra inter-capitalista para apoderar-se do
petróleo e dos recursos estratégicos), são teatros experimentais de extermínio
militar em massa das "sobras da população" que funcionam sob a caricatura
operativa da "guerra contra o terrorismo"<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Sob a total indiferença da população mundial
"incluída" quase diariamente, e em nome da "guerra contra-terrorista", se
registram matanças militares de "sobras da população" que são tomadas como "fato
natural" pela imprensa do sistema.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Gaza, Líbano, Afeganistão, Paquistão, Iraque, Sudão,
Somália, Nigéria e Yemen, são exemplos mais sobressalentes desses ensaios
experimentais de supressão militar diária das "sobras da população" que se
sucedem diante da total indiferença da sociedade mundial dos incluídos no
mercado de consumo.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Nesse cenário, após o Líbano e Gaza, a última
experiência mais sobressalente de extermínio militar relâmpago das "sobras da
população" em massa foi o Siri Lanka, em maio do ano
passado.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">No Siri Lanka (ex Ceilão), o que os EEUU e as
potências ocidentais qualificaram como "fase final contra o terrorismo tamil"
foram assassinadas, em somente quatro semanas, mais de 20.000 civis, segundo uma
investigação do diário britânico <I style="mso-bidi-font-style: normal">The
Times</I>.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">A cifra triplicou a informação oficial pela ONU e o
governo títere ceilandês. Por sua vez, a operação extermínio militar deixou mais
de 300.000 civis com suas casas destruídas e submetidas a uma catástrofe
humanitária sem precedentes.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">O massacre, realizado mediante bombardeios aéreos e
terrestres ininterruptos sobre populações civis, legitimou um precedente de
"prática de genocídio impune", um procedimento de extermínio militar aceito e
tolerado sobre a base da cumplicidade do "silêncio" dos governos mundiais e das
organizações internacionais, aos que se somaram (na qualidade de grandes
ocultadores e manipuladores) as grandes cadeias midiáticas e suas repetidoras
locais a nível dos cinco continentes.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Porém o laboratório nunca se deteve. Mais além de
seus cíclicos "massacres relâmpago", os massacres funcionam durante 24 horas por
dia como uma maquinaria aceita de extermínio massivo que não se detém
nunca.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">No Afeganistão, Iraque, Paquistão, África e Meio
Oriente, as operações de massacre das "sobras da população" são sistemáticas, e
as cifras de mortos (que se somam diariamente) não são registradas pelas
estatísticas oficiais nem pela imprensa do sistema.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">São os novos fornos crematórios para exterminar aos
excluídos "as sobras" do sistema, que passam despercebidos pela má cumplicidade
existente entre os meios de comunicação, os governos e a sociedade dos
"incluídos" em escala global..<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial">Como diria Bush a Obama. </SPAN><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; mso-ansi-language: ES" lang=ES>Trata-se da "guerra
contra-terrorista", estúpido.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; mso-ansi-language: ES"
lang=ES>________________________________________<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; mso-ansi-language: ES"
lang=ES><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; mso-ansi-language: ES" lang=ES>(*) Manuel Freytas es
periodista, investigador, analista de estructuras del poder, especialista en
inteligencia y comunicación estratégica. Es uno de los autores más difundidos y
referenciados en la Web.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; mso-ansi-language: ES" lang=ES>Ver sus trabajos en
Google y en IAR Noticias <o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><I
style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Trad. Vera
Vassouras<o:p></o:p></SPAN></I></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><I
style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><o:p> </o:p></SPAN></I></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><I
style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Nota – Observe-se, por exemplo, no
que se refere ao direito humano de uso da energia elétrica. As privatizadas e
seus conglomerados têm, na inadimplência, um ótimo investimento. Se o cidadão
não paga sua conta de luz, na qual estão incluídos todos os impostos da pessoa
jurídica, a ele transferidos (legalmente), é sancionado com uma multa de 10%
(índice de ganhos acima de qualquer investimento no mercado de capitais). Tem
seu nome inserido como "mal pagador" nos registros do sistema de comércio e sua
energia será cortada na forma da lei. <o:p></o:p></SPAN></I></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><I
style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><o:p> </o:p></SPAN></I></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><I
style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Se o cidadão não possuir conta
bancária que o permita requerer a religação em 24 horas, a promessa de religação
só será cumprida após seu bebê morrer de fome. Tudo, na forma da lei. Com um
detalhe diabólico: se a mãe, após cansar de esperar a religação (após pedir
empréstimo ao vizinho para pagar o débito) decidir fazê-la por sua conta, será
processada e multada em quase um salário mínimo.<o:p></o:p></SPAN></I></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><I
style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><o:p> </o:p></SPAN></I></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><I
style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Nota 2 – Todos têm conhecimento dos
laboratórios experimentais na América Latina. No Brasil, a desculpa é a "guerra
contra o narcotráfico" nos morros do Rio de Janeiro e suas matanças diárias,
sempre apoiadas pelas ideologias de segurança.. Tudo apoiado ostensivamente ou
pelo silêncio cúmplice. Inundações, queima de favelas, perseguições judiciais.
Século XXI: e os militares, em nome do poder capitalista continuam assassinando
em Honduras. Imunes e impunes.<o:p></o:p></SPAN></I></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><I
style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><o:p> </o:p></SPAN></I></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><I
style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Nota 3 – Não seremos nós, as sobras
da população, humanos que deveriam ser protegidos em nome do meio-ambiente?
Matar golfinhos não pode. Matar seres humanos pode. Assim como é permitido
contaminar a terra e o ar com os agrotóxicos e a monocultura. A segurança
alimentar é a falácia que destrói toneladas de alimentos em nome de seu
"equilíbrio de mercado". Somos assassinados paulatinamente. Eles consomem
alimentos orgânicos. Enquanto as massas são aniquiladas pela ausência de
alimentos, pelo fornecimento de alimentos envenenados e, pelas vacinas que farão
o trabalho final no interesse dos assassinos das indústrias
farmacêuticas.<o:p></o:p></SPAN></I></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><I
style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><o:p> </o:p></SPAN></I></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B
style="mso-bidi-font-weight: normal"><I
style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Defendemos o meio-ambiente? Quem
defende o ser humano? Ou os humanos constituídos pelos não incluídos no mercado
de consumo não fazem parte da humanidade?<o:p></o:p></SPAN></I></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B
style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P></FONT></DIV>
<P></P></BODY></HTML>