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size=3>..............................................................................................................................<EM>.<FONT
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href="http://www.notaderodape.com.br/2010/02/promocao-literaria-nota-de-rodape-e.html"><FONT
color=#000000>Promoção Literária Nota de Rodapé e Izaías Almada</FONT></A> </H3>
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<DIV class="post-body entry-content"><A
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leitores cadastrados no “<A
href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=notaderodape&loc=en_US"><FONT
color=#0d4c8f>Boletim Rodapé</FONT></A>” ou os que deixarem nome, cidade e
e-mail nos comentários da postagem concorrem no dia 21 de março a <SPAN
style="FONT-WEIGHT: bold">três exemplares autografados do livro Teatro de Arena
– uma estética de resistência</SPAN><SPAN style="FONT-WEIGHT: bold">, do
escritor e colaborador do Nota de Rodapé, Izaías Almada</SPAN>, que mandou o
seguinte recado.<BR><BR>
<BLOCKQUOTE>“Foi um duplo prazer escrever sobre o Teatro de Arena, onde
trabalhei por cinco anos. Primeiro por poder falar de um dos grupos mais
representativos do teatro paulista e brasileiro no século 20 e depois por ser
o livro integrante de uma coletânea de textos sobre São Paulo de inegável
relevância histórica e sociológica: a coleção PAULICEIA , da Boitempo
Editorial”. </BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE>Cadastre-se <A
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color=#0d4c8f>AQUI</FONT></SPAN></A>.</BLOCKQUOTE><FONT size=4><SPAN
style="FONT-SIZE: 130%"><SPAN style="FONT-WEIGHT: bold">O livro Teatro de Arena
– Uma estética da resistência</SPAN></SPAN><BR></FONT>“Um dos momentos mais
criativos da cultura brasileira, o final dos anos 1950 e início dos 60 deixou na
memória coletiva muito mais a Bossa Nova e o Cinema Novo do que o teatro. Mas
naqueles anos em que emergiam para a vida política e cultural novas gerações de
estudantes e de trabalhadores, o teatro desempenhou um papel tão importante
quanto a música e o cinema. Até o surgimento do Arena, a tendência dominante no
teatro brasileiro era o rigor formal, quase solene, da mesma forma que a
política era coisa de adultos. Foi através de Glauber, Tom, Guarnieri, José
Renato e Boal, entre tantos outros que faziam teatro com o vigor de quem busca
transformar o mundo, que esse círculo estreito foi rompido e novas dimensões do
Brasil foram reveladas pela arte aberta aos sentimentos populares. Rompendo o
fosso entre atores e espectadores, na arena do teatro da rua Teodoro Baima
aprendia-se concretamente o que dizia Brecht sobre a relação entre arte e
revolução, entre política e cultura, entre música e teatro. De Eles não usam
black-tie a Arena conta Zumbi, de Chapetuba Futebol Clube a Arena conta
Tiradentes, o público era convidado a compreender e a protagonizar a história
brasileira. Esses vínculos essenciais só foram rompidos, à força de baionetas,
pela ditadura militar. Neste livro, Izaías Almada – ele mesmo personagem dessa
aventura de liberdade e de criação – recolhe a história e o sentido daquele
período, cinquenta anos depois, por meio de relatos e análises que ajudam a
inserir definitivamente o Teatro de Arena no imaginário de São Paulo e do Brasil
do século 21. Izaías reúne testemunhos de Décio de Almeida Prado (uma das
últimas entrevistas concedidas em vida), Guarnieri, Boal, Vera Gertel, Marilia
Medalha, Chico de Assis, Antonio Fagundes e outros para falar de um teatro que
deu voz ao autor brasileiro, introduziu a luta de classes como temática, inovou
não apenas na encenação e na dramaturgia, mas fundou um jeito brasileiro de
representar, como nação independente, como povo a organizar o seu
futuro.”<BR><BR><FONT size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 130%"><SPAN
style="FONT-WEIGHT: bold">

Sobre o autor</SPAN></SPAN><BR></FONT>
Izaías
Almada, mineiro de Belo Horizonte, escritor, dramaturgo, roteirista é colunista
do Nota de Rodapé e autor dos romances A metade arrancada de mim, O medo por
trás das janelas , Florão da América e Venezuela, Povo e Forças Armadas.
Publicou ainda dois livros de contos, Memórias emotivas e O vidente da Rua 46.
Como ator, trabalhou no Teatro de Arena entre 1965 e
1968</DIV></DIV></DIV></DIV></DIV>
<P>
<HR>
<P><FONT size=2></FONT></P>
<P></P></BODY></HTML>