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<BODY bgColor=#ffffff>
<DIV><FONT size=2></FONT><BR><BR><FONT color=#ff0000 size=7 face=Forte>Carta O 
Berro<FONT 
size=3>.............................................................................................repassem</FONT></FONT><BR></DIV>
<DIV class=gmail_quote>
<DIV style="BACKGROUND-COLOR: #fff"><SPAN>&nbsp;</SPAN> 
<DIV>
<DIV>
<DIV>
<P>
<TABLE border=0 cellSpacing=0 cellPadding=0>
  <TBODY>
  <TR>
    <TD vAlign=top>
      <DIV><STRONG><FONT size=5>Como organizações da sociedade civil, o MNDH e 
      nós, que vivemos e militamos em São Paulo, estamos atentos e envidaremos 
      todos os esforços para que as conquistas democráticas avancem sem qualquer 
      passo atrás.</FONT></STRONG></DIV>
      <P class=MsoNormal><STRONG><FONT 
      size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
      <IMG border=0 hspace=0 alt="" align=baseline 
      src="cid:D100801CA23744E5BE98E45780596FE9@vcaixe">(clique)</FONT></STRONG>
      <P class=MsoNormal><STRONG><FONT size=4>Faça a sua adesão 
      em</FONT></STRONG> <A 
      href="http://www.petitiononline.com/pndh31/petition.html" rel=nofollow 
      target=_blank>http://www.petitiononline.com/pndh31/petition.html</A> 
      <P class=MsoNormal> 
      <P class=MsoNormal><B><SPAN style="FONT-SIZE: 20pt">III Programa Nacional 
      de Direitos Humanos (PNDH 3)</SPAN></B><SPAN style="FONT-SIZE: 20pt"> 
      </SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><BR></SPAN><SPAN 
      style="FONT-SIZE: 12pt"><BR><B>É AVANÇO NA LUTA POR DIREITOS HUMANOS 
      <BR>EM DEFESA DA DEMOCRACIA, DOS DIREITOS HUMANOS E DA VERDADE</B> 
      <BR><BR></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt">As entidades e militantes dos 
      Direitos Humanos e da Democracia de São Paulo-SP juntam-se ao Movimento 
      Nacional de Direitos Humanos (MNDH), rede que reúne cerca de 400 
      organizações de direitos humanos de todo o Brasil, para manifestar 
      publicamente seu REPÚDIO às muitas inverdades e posições contrárias ao III 
      Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3), e seu APOIO INTEGRAL a 
      este Programa lançado pelo Governo Federal no dia 21 de dezembro de 2009. 
      <BR><BR>Como o MNDH, entendemos que o PNDH 3, aprovado durante a 11ª 
      Conferência Nacional de Direitos Humanos (2008), é um importante passo no 
      sentido de o Estado brasileiro assumir a bandeira dos Direitos Humanos em 
      sua universalidade, interdependência e indivisibilidade como política 
      pública; expressa avanços na efetivação dos compromissos constitucionais e 
      internacionais com direitos humanos; e resultou de amplo debate na 
      sociedade e no Governo. <BR><BR>Por isto, nenhuma instância do Governo 
      Federal pode alegar ter conhecido esse Programa somente depois do ato do 
      seu lançamento público no dia 21 de dezembro e, menos ainda, afirmar que o 
      assinou sem haver lido, sob pena de mentir no primeiro caso e, no segundo, 
      de acrescentar à mentira um atestado de irresponsabilidade. <BR><BR>As 
      reações contra o PNDH 3 estão cheias de conhecidas motivações 
      conservadoras, além de outras que, pela sua própria natureza, são 
      inconfessáveis em público pelos seus defensores. Estas resistências, 
      claramente explicitadas ou não ao PNDH 3, provam que vários setores da 
      sociedade brasileira ainda se recusam a tomar os direitos humanos como 
      compromissos efetivos tanto do Estado, quanto da sociedade e de cada 
      pessoa. <BR><BR>É falso o antagonismo que se tenta propor ao dizer que o 
      Programa atenta contra direitos fundamentais, visto que o que propõe tem 
      guarida constitucional, além de assentar seus alicerces no que é básico 
      para uma democracia, e que quer a vida como um valor social e político 
      para todas as pessoas, até porque, a dignidade da pessoa humana é um dos 
      princípios fundamentais de nossa Constituição e a promoção de uma 
      sociedade livre, justa e solidária é o objetivo de nossa Carta Política. 
      <BR><BR>Há setores que estranham que o Programa seja tão abrangente, trate 
      de temas tão diversos. Ignoram que, desde há muito, pelo menos desde a 
      Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, direitos humanos são 
      muito mais do que direitos civis e políticos. Vários Tratados, Pactos e 
      Convenções internacionais articulam o que é hoje conhecido como o Direito 
      Internacional dos Direitos Humanos, que protege direitos de várias 
      dimensões: civis, políticos, econômicos, sociais, culturais, ambientais, 
      de solidariedade, dos povos, entre outras. Desconhecem também que o 
      Brasil, por ter ratificado a maior parte destes instrumentos, é obrigado a 
      cumpri-los, inclusive por força constitucional, e que está sob avaliação 
      dos organismos internacionais da ONU e da OEA que, por reiteradas vezes, 
      através de seus órgãos especializados, emitem recomendações para o Estado 
      brasileiro - entre as quais, as mais recentes são de maio de 2009 e foram 
      emitidas pelo Comitê de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais da ONU. 
      Aliás, não é novidade esta ampliação, visto que o II Programa Nacional de 
      Direitos Humanos (PNDH 2, de 2002) já previa inclusive vários dos temas 
      que agora são reeditados, e a primeira versão do PNDH (1996) fora 
      criticada e revisada exatamente por não contemplar a amplitude e 
      complexidade que o tema dos direitos humanos exige. Por isso, além de 
      conhecimento, um pouco de memória histórica é necessária a quem pretende 
      informar de forma consistente a sociedade. <BR><BR>Em várias das 
      manifestações e inclusive das abordagens publicadas, há claro 
      desconhecimento (além dos que apenas fingem desconhecer) do que significa 
      falar de direitos humanos. Talvez seja por isso que, entre as 
      recomendações dos organismos internacionais está a necessidade de o Brasil 
      investir em programas de educação em direitos humanos, para que o 
      conhecimento sobre eles seja ampliado pelos vários agentes sociais. Um dos 
      temas que é abordado no PNDH 3, e que poderia merecer mais atenção dos 
      críticos e demais cidadãos. <BR><BR>O PNDH 3 resulta de amplo debate na 
      sociedade brasileira e no Governo. Fatos atestam isso! Durante o ano de 
      2008, foram realizadas 27 conferências estaduais que constituíram amplo 
      processo coletivo e democrático, coroado pela realização da 11ª 
      Conferência Nacional de Direitos Humanos, em dezembro daquele ano. Durante 
      2009, um grupo de trabalho coordenado pela Secretaria Especial dos 
      Direitos Humanos (SEDH) procurou traduzir as propostas aprovadas pela 
      Conferência no texto do PNDH 3. O MNDH e suas entidades filiadas, além de 
      outras centenas de organizações, participaram ativamente de todo o 
      processo. Há outros seis meses, desde julho do ano passado, o texto 
      preliminar está disponível na internet para consulta e opinião. 
      Internamente no Governo, o fato de ter sido assinado pela maioria dos 
      Ministérios – inclusive o Ministério da Agricultura – é expressão 
      inequívoca da amplitude do debate e da participação coletiva que presidiu 
      sua construção. É claro que, salvas as consultas, o texto publicado 
      expressa a posição que foi pactuada pelo Governo. Nem tudo o que está no 
      PNDH 3 é o que as exigências mais avançadas da agenda popular de luta por 
      direitos humanos esperam. Contém, sim, propostas polêmicas e, em alguns 
      casos, não bem formuladas. Todavia, considerando que é um documento 
      programático, ou seja, que expressa a vontade de realizar ações em várias 
      dimensões, tem força de orientação da atuação nos limites constitucionais 
      e da lei, mesmo quando propõe a necessidade de revisão ou de alterações de 
      algumas legislações. A título de esclarecimento, é prerrogativa da 
      sociedade e do poder público propor ações e modificações, tanto de ordem 
      programática quanto legal. Por isso, não deveria ser estranho que contenha 
      propostas de modificação de algumas legislações. Assim que, alegar 
      desconhecimento do texto ou mesmo que não foi discutido, é uma postura que 
      ignora ou finge ignorar o processo realizado. É diferente dizer que se tem 
      divergências em relação a um ou outro ponto do texto, de se dizer que o 
      texto não foi discutido, ou que não esteve disponível para conhecimento 
      público. <BR><BR>Juntamente o ao MNDH, ainda que explicitando alguns 
      outros detalhes que envolvem a integralidade do PNDH 3, nós, organizações, 
      movimentos e militantes de São Paulo, entendemos que as reações veiculadas 
      pela grande mídia comercial, com origem, em sua maioria, nos mesmos 
      setores conservadores de sempre, devem ser tomadas como expressão de que o 
      Programa tocou em temas fundamentais e substantivos, que fazem com que 
      caia a máscara anti-democrática destes setores. Estas posições põem em 
      evidência para toda a sociedade as posturas refratárias aos direitos 
      humanos, ainda lamentavelmente tão disseminadas, e que se manifestam no 
      patrimonialismo – que quer o Estado exclusivamente a serviço de interesses 
      dos setores privados; no apego à propriedade privada – sem que seja 
      cumprida a exigência constitucional de que ela cumpra sua função social; 
      no revanchismo de setores civis e militares – que insistem em ocultar a 
      verdade sobre o período da ditadura militar e em inviabilizar a memória 
      como bem público e direito individual e coletivo; na permanência da 
      tortura – mesmo que condenada pela lei; na impunidade – que livra 
      “colarinhos brancos” e condena “ladrões de margarina”; no patriarcalismo – 
      que violenta crianças e adolescentes, e serve de alicerce para o machismo 
      – que mantém a violência contra a mulher e sua submissão a uma ordem que 
      lhes subtrai o direito de decisão sobre seu próprio corpo (como o direito 
      ao aborto), lhes impõe salários sempre menores que os dos homens, ou a 
      situações de violência em sua própria casa; no racismo – que discrimina 
      negros, indígenas, ciganos e outros grupos sociais; nas discriminações 
      contra outras orientações sexuais que não sejam apenas a 
      heterossexualidade (considerada o único padrão de “normalidade” em termos 
      sexuais) – estigmatizando a homossexualidade (masculina ou feminina), a 
      bissexualidade, os travestis ou transexuais, e todas as demais 
      manifestações de homoafetividade – o que impede o reconhecimento dos 
      casamentos, ligações e constituição de famílias fora das “normas” 
      (atualizadas ou não) do velho patriarcado supostamente sempre 
      heterossexual, monogâmico e monândrico; na falta de abertura para a 
      liberdade e diversidade religiosa – que impede o cumprimento do preceito 
      constitucional da laicidade do Estado; no elitismo – que se traduz na 
      persistência da desigualdade em nosso País como uma das piores do mundo e, 
      enfim, na criminalização da juventude e da pobreza, e na desmoralização e 
      criminalização de movimentos sociais e de defensores de direitos humanos. 
      <BR><BR>Como o MNDH, repudiamos também a tentativa de partidarização e 
      eleitoralização do PNDH 3. <BR><BR>O Programa pretende ser uma política 
      pública (e pelo público foi gerado) de Estado, e não de candidato; não 
      pertence a um partido, mas à sociedade brasileira e, portanto, não cabe 
      torná-lo instrumento de posicionamentos maniqueistas. Não faz qualquer 
      sentido pretender que o PNDH 3 tenha pretensões eleitorais ou mesmo que 
      pretenda orientar o próximo Governo. Quem dera que direitos humanos 
      tivessem chegado a tamanha importância política e fossem capazes de, 
      efetivamente, ser o centro dos compromissos de qualquer candidato e de 
      qualquer Governo. Mas compromisso para valer, e não apenas um amontoado de 
      frases demagogicamente esgrimidas nos palanques eleitorais. <BR><BR>Assim, 
      nós – de São Paulo, do mesmo modo que o Movimento Nacional de Direitos 
      Humanos (MNDH), reiteramos a manifestação, publicada em nota no último 
      31/12/2009, na qual se afirma que cobramos “uma posição do Governo 
      brasileiro, que seja coerente com os compromissos constitucionais e com os 
      compromissos internacionais de promoção e proteção dos direitos humanos. O 
      momento é decisivo para que o País avance em direção de uma 
      institucionalidade democrática mais profunda, que reconheça e torne os 
      direitos humanos, de fato, conteúdo substantivo da vida cotidiana de cada 
      um/a dos/as brasileiros e brasileiras”. Manifestamos nosso APOIO INTEGRAL 
      ao PNDH 3, pois entendemos que o debate democrático é sempre o melhor 
      remédio para que a sociedade possa produzir posicionamentos que sejam 
      sempre mais coerentes e consistentes com os direitos humanos. Ao mesmo 
      tempo, REJEITAMOS posições e atitudes oportunistas que, desde seu 
      descompromisso histórico com os direitos humanos, tentam inviabilizar 
      avanços concretos na agenda, que. quer a realização dos direitos humanos 
      na vida de todas e de cada uma das brasileiras e dos brasileiros. 
      <BR><BR>Juntamente com o MNDH, também manifestamos nosso apoio integral ao 
      ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, e 
      entendemos que sua permanência à frente da SEDH neste momento só contribui 
      para reforçar o entendimento de que o PNDH 3 veio para valer. Entendemos 
      ainda que, se alguém tem que sair do Governo, são aqueles ministros – 
      entre os quais o da Defesa, senhor Jobim, e o da Agricultura, senhor 
      Stephanes Agricultura) – ou quaisquer outros prepostos que, de forma 
      oportunista e anti-democrática, vêm contribuindo para gerar as reações 
      negativas e conservadoras ao que está proposto no PNDH 3. <BR><BR>Em suma, 
      como organizações da sociedade civil, o MNDH e nós, que vivemos e 
      militamos em São Paulo, estamos atentos e envidaremos todos os esforços 
      para que as conquistas democráticas avancem sem qualquer passo atrás. 
      <BR><BR>São Paulo, 14 de janeiro de 2010. <BR><BR>Movimentos, Organizações 
      e Militantes <BR>pelos Direitos Humanos de São Paulo <BR><BR><BR>LISTA DE 
      ENTIDADES QUE SUBSCREVEM ESTA NOTA PÚBLICA <BR><BR>AÇÃO SOLIDÁRIA MADRE 
      CRISTINA <BR>AETD - ASSOCIAÇÃO EDUCATIVA TECER DIREITOS <BR>ABGLBT - 
      ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE GAYS, LÉSBICAS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS E 
      TRANSEXUAIS <BR>AJD - ASSOCIAÇÃO JUÍZES PARA A DEMOCRACIA <BR>ANAPI – 
      ASSOCIAÇÃO DOS ANISTIADOS POLÍTICOS APOSENTADOS PENSIONISTAS E IDOSOS NO 
      ESTADO DE SÃO PAULO <BR>ASSOCIAÇÃO DE FAVELAS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS 
      <BR>ASSOCIAÇÃO DE MULHERES DA ZONA LESTE <BR>ASSOCIAÇÃO ESPÍRITA LUZ E 
      VERDADE <BR>ASSOCIAÇÃO UMBANDISTA E ESPIRITUALISTA DO ESTADO DE SP 
      <BR>ATELIÊ DE MULHER <BR>CASA DA VIDA, DO AMOR E DA JUSTIÇA <BR>CENTRO 
      ACADÊMICO “22 DE AGOSTO' – DIREITO PUC-SP <BR>CENARAB – CENTRO NACIONAL DE 
      AFRICANIDADE E RESISTÊNCIA AFRO BRASILEIRA <BR>CCML - CENTRO CULTURAL 
      MANOEL LISBOA <BR>CIM – CENTRO DE INFORMAÇÃO DA MULHER <BR>CINEMULHER 
      <BR>COLETIVO DE FEMINISTAS LÉSBICAS <BR>COMISSÃO DE FAMILIARES DE MORTOS E 
      DESAPARECIDOS POLÍTICOS. <BR>CONGRESSO NACIONAL AFRO BRASILEIRO <BR>CSD-DH 
      - CENTRO SANTO DIAS <BR>CUT – CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES <BR>FRENTE 
      NACIONAL PELO FIM DA CRIMINALIZAÇÃO DA MULHER E PELA LEGALIZAÇÃO DO ABORTO 
      <BR>FÓRUM DOS EX-PRESOS E PERSEGUIDOS POLÍTICOS DO ESTADO DE SÃO PAULO 
      <BR>FLO - FRIENDS OF LIFE ORGANIZATION <BR>GTNM-SP GRUPO TORTURA NUNCA 
      MAIS – SÃO PAULO <BR>ICIB - INSTITUTO CULTURAL ISRAELITA BRASILEIRO - SÃO 
      PAULO/SP <BR>ILÊ ASÉ ORISÁ OSUN DEWI <BR>ILÊ ASE OJU OMI IYA OGUNTE – SP 
      <BR>ILÊ IYALASE IYALODE OSUN APARA OROMILADE – PRAIA GRANDE <BR>INSTITUTO 
      LUIZ GAMA <BR>INSTITUTO OROMILADE - INSTITUTO DE PESQUISAS COMUNITÁRIAS, 
      AÇÕES SOLIDÁRIAS E ESTUDOS DE PROBLEMAS ÉTICOS E SOCIAIS <BR>INTERCAMBIO 
      INFORMAÇÕES ESTUDOS E PESQUISA <BR>INTERVOZES - COLETIVO BRASIL DE 
      COMUNICAÇÃO SOCIAL <BR>LBL - LIGA BRASILEIRA DE LÉSBICAS <BR>LS-21 LIGA 
      SOCIALISTA 21 <BR>MÃES DE MAIO <BR>MAL-AMADAS CIA DE TEATRO FEMINISTA 
      <BR>MMM - MARCHA MUNDIAL DE MULHERES <BR>MNP.RUA – MOVIMENTO NACIONAL DA 
      POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA <BR>MST - MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS 
      SEM TERRA <BR>MOVIMENTO BRASIL AFIRMATIVO <BR>NEV/USP-CEPID - NÚCLEO DE 
      ESTUDOS DA VIOLÊNCIA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO <BR>NÚCLEO DE MEMÓRIA 
      POLÍTICA <BR>NÚCLEO CABOCLO FLECHA DOURADA <BR>NÚCLEO PENA BRANCA E PAI 
      XANGÔ <BR>NÚCLEO UMBANDISTA CASA DA FÉ <BR>NÚCLEO DE UMBANDA SAGRADA 
      DIVINA LUZ DO ORIENTE <BR>NÚCLEO DE ORAÇÃO UNIÃO E FÉ <BR>NÚCLEO CAMINHOS 
      DA VIDA <BR>NÚCLEO DE UMBANDA MAMÃE OXUM <BR>NÚCLEO SAGRADA FLECHA DOURADA 
      <BR>NÚCLEO YEMANJÁ E SÃO BENEDITO <BR>NÚCLEO OFICINA DA VIDA <BR>NÚCLEO 
      CASA DE OXUM <BR>NÚCLEO GENTIL DA GUINÉ <BR>NÚCLEO OTOCUNARÉ 
      <BR>OBSERVATÓRIO CLÍNICA <BR>OBSERVATÓRIO-SP – OBSERVATÓRIO DAS VIOLÊNCIA 
      POLICIAIS-SP <BR>OUSAS – ORGANIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 
      <BR>PRIMADO DO BRASIL - ORGANIZAÇÃO FEDERATIVA DE UMBANDA E CANDOMBLÉ DO 
      BRASIL <BR>PROJETO MEMÓRIA DA OPOSIÇÃO SINDICAL METALÚRGICA <BR>PROMOTORES 
      LEGAIS E POPULARES <BR>REDE FEMINISTA DE SAÚDE, DIREITOS SEXUAIS E 
      DIREITOS REPRODUTIVOS <BR>SECRETARIA MUNICIPAL DE MULHERES DO PARTIDO DOS 
      TRABALHADORES <BR>SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS DO ESTADO DE SÃO 
      PAULO <BR>SINDICATO DOS QUÍMICOS DO ESTADO DE SÃO PAULO <BR>SOF - 
      SEMPREVIVA ORGANIZAÇÃO FEMINISTA <BR>TEMPLO DE UMBANDA ANJO DIVINO 
      SALVADOR <BR>TEMPLO DE UMBANDA PAI JOAQUIM <BR>TEMPLO FORÇA DIVINA 
      <BR>TENDA DE CARIDADE PAI OXALÁ <BR>TENDA DE UMBANDA CAMINHOS DE OXALÁ 
      <BR>TENDA DE UMBANDA CABOCLO PEDRA VERDE <BR>TUPàOCA DO CABOCLO ARRANCA 
      TOCO <BR>UBES - UNIÃO BRASILEIRA DE ESTUDANTES SECUNDARISTAS <BR>UMSP – 
      UNIÃO DE MULHERES DE SÃO PAULO <BR>UNE – UNIÃO NACIONAL DOS ESTUDANTES 
      <BR>UJR - UNIÃO DA JUVENTUDE REBELIÃO <BR>UPES – UNIÃO PAULISTA DOS 
      ESTUDANTES SECUNDARISTAS </SPAN>
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