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<DIV><B><SPAN style="COLOR: #400000; FONT-SIZE: 18pt"><FONT
face="Times New Roman"><FONT color=#ff0000 size=7><FONT face=Forte>Carta O
Berro</FONT><FONT
size=3>.........................................................................................repassem</FONT></FONT></FONT></SPAN></B></DIV>
<DIV><B><SPAN style="COLOR: #400000; FONT-SIZE: 18pt"><FONT
face="Times New Roman"><FONT color=#ff0000></FONT></FONT></SPAN></B> </DIV>
<DIV><B><SPAN style="COLOR: #400000; FONT-SIZE: 18pt"><FONT color=#0000ff
face="Times New Roman"></FONT></SPAN></B> </DIV>
<DIV><B><SPAN style="COLOR: #400000; FONT-SIZE: 18pt"><FONT color=#0000ff
face="Times New Roman"></FONT></SPAN></B> </DIV>
<DIV><B><SPAN style="COLOR: #400000; FONT-SIZE: 18pt"><FONT color=#0000ff
face="Times New Roman"></FONT></SPAN></B> </DIV>
<DIV><B><SPAN style="COLOR: #400000; FONT-SIZE: 18pt"><FONT color=#0000ff
face="Times New Roman"></FONT></SPAN></B> </DIV>
<DIV><B><SPAN style="COLOR: #400000; FONT-SIZE: 18pt"><FONT color=#0000ff
face="Times New Roman"></FONT></SPAN></B> </DIV>
<DIV><B><SPAN style="COLOR: #400000; FONT-SIZE: 18pt"><FONT color=#0000ff
face="Times New Roman">
Tributo Mário Alves no<SPAN> </SPAN>Sindipetro-RJ</FONT></SPAN></B></DIV>
<DIV><B><SPAN style="COLOR: #400000; FONT-SIZE: 18pt"><FONT color=#0000ff
face="Times New Roman"></FONT></SPAN></B> </DIV>
<DIV><B><SPAN style="COLOR: #400000; FONT-SIZE: 18pt"><FONT color=#0000ff
face="Times New Roman"></FONT></SPAN></B> </DIV>
<DIV><B><SPAN style="COLOR: #400000; FONT-SIZE: 18pt"><FONT color=#0000ff
face="Times New Roman"></FONT></SPAN></B> </DIV>
<DIV><B><SPAN style="COLOR: #400000; FONT-SIZE: 18pt"><FONT color=#0000ff
face="Times New Roman"></FONT></SPAN></B> </DIV>
<DIV><B><SPAN style="COLOR: #400000; FONT-SIZE: 18pt"><FONT color=#0000ff
face="Times New Roman"></FONT></SPAN></B> </DIV>
<DIV><B><SPAN style="COLOR: #400000; FONT-SIZE: 18pt"><FONT color=#0000ff
face="Times New Roman">, </FONT></SPAN></B></DIV>
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<DIV class=gmail_quote>
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<DIV>
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<P style="TEXT-ALIGN: center" class=MsoNormal align=center><B><SPAN
style="COLOR: #400000; FONT-SIZE: 18pt"><FONT color=#0000ff
face="Times New Roman">dia 15/1, sexta, às 17h30</FONT></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black; FONT-SIZE: 18pt"><FONT
color=#0000ff></FONT></SPAN> </P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt" class=MsoNormal><SPAN
style="COLOR: black"><FONT size=3><STRONG>Os 40 anos do assassinato do
jornalista Mário Alves serão lembrados em cerimônia realizada no auditório do
Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro (Sindipetro-<WBR>RJ), em parceria
com o Instituto Mário Alves, na próxima sexta-feira, 15 de janeiro, às 17h30.
O sindicato fica na Avenida Passos, 34, no centro do Rio.<SPAN>
</SPAN>Todos estão convidados.</STRONG></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify" class=MsoNormal><FONT
size=3><STRONG><SPAN>Depois da homenagem ao jornalista, através de seus
familiares, haverá um breve debate, com a participação do petroleiro e
ex-preso político, diretor do Sindipetro-RJ, Francisco Soriano, e do
representante do Instituto Mário Alves, Antonio Lúcio Soares, além do advogado
Modesto da Silveira. Aguardamos a confirmação da presença de um representante
da Comissão dos Direitos Humanos do Ministério da Justiça.
</SPAN></STRONG></FONT></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify" class=MsoNormal><SPAN
style="COLOR: black; FONT-SIZE: 14pt"><STRONG></STRONG></SPAN> </P>
<P style="TEXT-ALIGN: center" class=MsoNormal align=center><SPAN
style="COLOR: black; FONT-SIZE: 14pt"><STRONG>“Quando a gente quebra o
esquecimento, a gente está afirmando que valeu a pena” (Cecília
Coimbra)</STRONG></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify" class=MsoNormal><SPAN
style="COLOR: black; FONT-SIZE: 16pt"><SPAN><STRONG>
</STRONG></SPAN></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt" class=MsoNormal><SPAN
style="COLOR: black"><FONT size=3><STRONG>Parte da sociedade brasileira
ainda<SPAN> </SPAN>prefere o esquecimento. Sente-se ameaçada quando se
cobra a punição dos torturadores. Mas, não será esse silêncio uma forma de
cumplicidade com o crime? Calar diante de tais brutalidades não será uma forma
de permitir que elas se repitam?</STRONG></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify" class=MsoNormal><SPAN
style="COLOR: black"><FONT
size=3><STRONG><SPAN>
</SPAN>Por isso há uma parte da sociedade que faz questão de lembrar. A
barbárie da tortura deve ser denunciada e lembrada sempre, para que a
humanidade enterre essa cultura. </STRONG></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify" class=MsoNormal><SPAN
style="COLOR: black"><FONT
size=3><STRONG><SPAN>
</SPAN>Mas também fazemos questão de lembrar para reverenciar nossos heróis
assassinados. Esse o motivo principal do tributo ao revolucionário Mário
Alves. A classe trabalhadora saúda a sua luta e a sua
história.</STRONG></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify" class=MsoNormal><SPAN
style="COLOR: black"><FONT size=3><STRONG></STRONG></FONT></SPAN> </P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify" class=MsoNormal><SPAN
style="COLOR: black; FONT-SIZE: 14pt"><STRONG></STRONG></SPAN> </P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify" class=MsoNormal><SPAN
style="COLOR: black; FONT-SIZE: 14pt"><STRONG>Homenagem ao
“Vila”</STRONG></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify" class=MsoNormal><SPAN
style="COLOR: black; FONT-SIZE: 14pt"></SPAN><SPAN><STRONG><SPAN>
</SPAN><FONT size=3>Eis o depoimento do camarada do PCBR,
<SPAN> </SPAN>Antonio Lúcio Soares, sobre o
“Vila”:</FONT></STRONG></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify" class=MsoNormal><SPAN
style="COLOR: black"><FONT size=3><STRONG><SPAN>
</SPAN><SPAN> </SPAN>Dotado de uma
imensa capacidade de articular o processo político ao organizativo, Mário
(Vila, como o chamávamos) conseguiu reunir várias tendências internas do PCB
que militavam na, então, Corrente Revolucionária do PCB e que desaguaria, em
seguida, no Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR). Alguns
tentaram menosprezar sua liderança ao incluírem o Mário como “influenciado por
setores mais radicalizados que mergulharam o PCBR num viés militarista" (sic).
</STRONG></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt" class=MsoNormal><SPAN
style="COLOR: black"><FONT size=3><STRONG>Grave erro de avaliação. Mário foi
quem melhor soube unificar a concepção marxista - leninista à prática da
resistência revolucionária, quando muitos grupos não sabiam ao certo que
caminho seguir: se o da negação da construção do partido marxista - leninista
para não incorrer na burocratização que envolvera o PCB à época ou de ser
apenas mais um grupo resistente à ditadura sem uma orientação clara sobre
tática e estratégia.</STRONG></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify" class=MsoNormal><SPAN
style="COLOR: black"><FONT size=3><STRONG><SPAN>
</SPAN>Conseguiu ele viajar todo o país a fim de não deixar que os militantes
da base rebelde do PCB se desgarrassem e caíssem no empirismo da militância
sem estudo ou no academicismo do estudo sem militância. Até hoje, as sementes
por ele semeadas dão seus frutos nos estudos feitos sobre o PCBR e na luta dos
que buscam estudar mais profundamente os documentos políticos de fundação do
PCBR e aplicá - los na luta diuturna pelo Socialismo:<SPAN>
</SPAN>Camarada Mário Alves? Presente!</STRONG></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify" class=MsoNormal><SPAN
style="COLOR: black"><FONT size=3><STRONG></STRONG></FONT></SPAN> </P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify" class=MsoNormal><SPAN
style="COLOR: black; FONT-SIZE: 14pt"><STRONG>Quem foi Mário
Alves</STRONG></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify" class=MsoNormal><SPAN
style="COLOR: black"><FONT size=3><STRONG>Mário Alves foi fundador e principal
dirigente do PCBR, uma dissidência do Partido Comunista Brasileiro (PCB) que
defendia a luta armada, na época da ditadura empresarial e militar. Segundo
testemunhas, o jornalista foi barbaramente torturado e morreu no cárcere, em
17 de janeiro de 1970, um dia depois de ter sido preso pelo Dói-Codi. Mas o
crime nunca foi apurado e até hoje Mário é dado como
desaparecido.</STRONG></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt" class=MsoNormal><FONT
size=3><STRONG><SPAN style="COLOR: black">A história de vida de Mário Alves de
Souza Vieira (1923-1970)</SPAN> é um capítulo da <SPAN
style="COLOR: black">luta e da resistência da classe trabalhadora e das
camadas populares durante a ditadura no Brasil. Em depoimento extraído do
livro “Desaparecidos Políticos”, o advogado Raimundo Teixeira Mendes relata
que ele teve papel fundamental na formação do movimento revolucionário
brasileiro:</SPAN></STRONG></FONT></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt" class=MsoNormal><FONT
size=3><STRONG><SPAN style="COLOR: black">“</SPAN><SPAN
style="COLOR: #333333">Militante e ex-dirigente do Partido Comunista
Brasileiro (PCB) e, posteriormente, do Partido Comunista Brasileiro
Revolucionário (PCBR), Mário Alves esteve sempre ligado a base do partido e
incentivou a organização e a formação política com o apoio permanente ao
fortalecimento das organizações ligadas aos trabalhadores. Opondo-se à
orientação da direção do PCB que naquele momento defendia uma possível aliança
com a burguesia nacional, ele seria expulso do Partido em
1967”.</SPAN></STRONG></FONT></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify" class=MsoNormal><SPAN
style="COLOR: #333333"><FONT size=3></FONT></SPAN> </P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify" class=MsoNormal><B><SPAN
style="COLOR: #333333; FONT-SIZE: 14pt">Torturado até a morte</SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt" class=MsoNormal><SPAN
style="COLOR: #333333"><FONT size=3><STRONG>Mário Alves tinha 46 anos quando,
conforme o relato de sua companheira Dilma Borges, <SPAN> </SPAN>foi
preso pelo DOI-CODI e <SPAN> </SPAN>"barbaramente espancado, submetido à
suplício, com o uso de um cassetete dentado e o corpo todo esfolado por escova
de arame". Mantendo-se fiel a sua postura política que marca sua trajetória de
vida, ele se recusou a prestar as informações exigidas pelos
torturadores.</STRONG></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt" class=MsoNormal><FONT
size=3><SPAN><STRONG>Segundo informações do Grupo Tortura Nunca Mais, "a
companheira de Mário Alves e sua filha Lúcia conseguiram, em 1987, que a União
reconhecesse a responsabilidade civil por sua prisão, morte e danos morais.
Foi, assim, o primeiro caso em que a União reconheceu sua responsabilidade por
um desaparecimento político"</STRONG></SPAN></FONT><SPAN
style="COLOR: #333333"><FONT
size=3><STRONG>.<BR></STRONG><BR></FONT></SPAN><B><SPAN
style="COLOR: #333333; FONT-SIZE: 14pt">O Instituto Mário Alves</SPAN><SPAN
style="COLOR: #333333"></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt" class=MsoNormal><SPAN
style="COLOR: #333333"><FONT size=3><STRONG>Sediado em Pelotas, no Rio Grande
do Sul, o Instituto Mário Alves (IMA) procura manter viva a trajetória
política e os princípios que impulsionaram a caminhada deste importante
militante comunista. O IMA promove cursos e palestras nas mais diversas áreas
de interesse dos movimentos sociais, colaborando para a formação política da
classe trabalhadora e estudantil. Além de buscar desenvolver estudos e
pesquisas políticas, econômicas e sociais.</STRONG></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt" class=MsoNormal><SPAN
style="COLOR: #333333"><FONT size=3><STRONG>Seu acervo conta com uma
biblioteca com mais de três mil volumes e uma videoteca com mais de 800 filmes
em VHS e DVD. Todo esse material é de conteúdo político e filosófico e trata
dos diversos temas que envolvem a questão da luta de classes e as experiências
políticas que buscam o processo de liberdade
humana.</STRONG></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt" class=MsoNormal><FONT
size=3><STRONG><SPAN style="COLOR: #333333">Por se tratar de uma Organização
Não Governamental, sem fins lucrativos e não partidária, esta importante
entidade se mantém com a colaboração dos associados e, também, de algumas
entidades sindicais. <SPAN> </SPAN>Saiba mais em </SPAN><CITE><SPAN
style="COLOR: black"><A href="http://imapelotas.blogspot.com/"
target=_blank>imapelotas.blogspot<WBR>.com</A></SPAN></CITE></STRONG></FONT></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt"
class=MsoNormal><CITE><SPAN style="COLOR: black"><FONT
size=3><STRONG></STRONG></FONT></SPAN></CITE> </P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify" class=MsoNormal><CITE><SPAN
style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman"><STRONG>Fonte:
Agência Petroleira de Noticias, 7-01-10</STRONG></FONT></SPAN></CITE><SPAN
style="COLOR: #333333"></SPAN></P></DIV><BR><BR><BR>
<DIV style="COLOR: white"
width="1"></DIV></DIV></BLOCKQUOTE></DIV><BR></DIV></DIV></DIV></BODY></HTML>