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<MARQUEE width=322 scrollAmount=20 scrollDelay=200>CARTA O BERRO.
..........repassem.</MARQUEE></FONT></B></P>
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<H5 class=hiddenStructure>Ações do documento</H5>
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<H1 class=documentFirstHeading>Livro resgata histórias de crianças presas com os
pais durante a ditadura</H1>
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<TD>Autor(es): FERNANDA ODILLA</TD></TR>
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<TD>Folha de S. Paulo - 08/12/2009</TD></TR>
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<P>DA SUCURSAL DE BRASÍLIA André, 3, e Priscila, 2, foram parar atrás das
grades com a mãe no dia da promulgação do AI-5, sigla que entrou para a
história como o ato institucional que escancarou a ditadura no Brasil, em
13 de dezembro de 1968.<BR>Depois, viveram clandestinos até 1976, sem
saber ao certo o que estava acontecendo no país -e na família- ou mesmo o
nome verdadeiro dos pais. Os dois, 41 anos depois, se transformaram em
personagens do livro "História de Meninas e Meninos Marcados pela
Ditadura", que será lançado hoje pela Secretaria dos Direitos Humanos da
Presidência.<BR>O livro traz a história de oito militantes presos com os
filhos, dois adolescentes ativistas presos e torturados, quatro crianças
sequestradas por militares, uma órfã criada por esquerdistas e dez jovens
assassinados a sangue frio ou após sessão de tortura durante a ditadura
(1964-1985). Ao menos três deles integram o governo Lula.<BR>Um deles é
André Arantes, 44, diretor de esportes de base e alto rendimento do
Ministério do Esporte, preso com a irmã Priscila e a mãe, Maria
Auxiliadora.<BR>Apesar de não ter lembranças dos quatro meses que ficou
encarcerado, ele se recorda do dia em que descobriu que o pai, Aldo, usava
o nome falso de Roberto.<BR>Foi só a partir daí, e da prisão do pai um ano
depois, que Arantes começou a entender que os pais militavam na
resistência. "Tudo esclarecido, você começa a lidar com a história de ser
filho de um preso político", diz.<BR>Outro personagem é Laerte Meliga
(subsecretário de Planejamento do Ministério da Fazenda), que completou 18
anos na clandestinidade e, pouco depois, foi preso.<BR>As marcas da
violência na prisão e dos três anos e nove meses de encarceramento
permaneceram.<BR>"Tortura é um processo absolutamente traumático, mas
também marcou muito a solidariedade da cadeia",
afirma.</P></TD></TR></TBODY></TABLE></DIV></DIV></DIV>
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<P></P><BR>Nenhum vírus encontrado nessa mensagem recebida.<BR>Verificado por
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