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<P align=left><B><FONT face=forte color=#ff0000 size=5>
<MARQUEE scrollAmount=20 scrollDelay=200 width=322>CARTA O BERRO.
..........repassem.</MARQUEE></FONT></B></P>
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<DIV><BR></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2></FONT><BR></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2><FONT face="Times New Roman" size=3>25/09/2009<!--/DATA--> - <!--HORA-->16h10<!--/HORA--> </FONT>
<H1><!--TITULO-->Zelaya denuncia ataque com gás tóxico na embaixada; <!--/TITULO--></H1><!--noindex--><!--PRINT:EXCLUDE--><!--PUBLICIDADE-->
<DIV class=ad1 id=articleButton style="DISPLAY: block">O presidente deposto de
Honduras, Manuel Zelaya, pediu nesta sexta-feira a intervenção da Cruz Vermelha
Internacional para impedir os supostos ataques com um gás tóxico nos arredores
da Embaixada do Brasil em Tegucigalpa, onde está refugiado desde segunda-feira
(21), quando voltou em segredo ao país. A informação foi negada pelo governo
interino de Roberto Micheletti, que havia garantido a integridade da sede
diplomática ao governo brasileiro. </DIV>
<P><A
href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u628779.shtml">Brasil
pressiona ONU por papel ativo em crise</A><BR><A
href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u627033.shtml">Veja a
cronologia da crise política em Honduras</A><BR><A
href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2009/criseemhonduras/galeria.shtml">Veja
galeria de imagens do conflito hondurenho</A> </P>
<P>"Pedimos a intervenção imediata dos órgãos de proteção como a Cruz Vermelha
Internacional", declarou Zelaya por telefone à agência de notícias France
Presse. </P>
<TABLE class=articleGraphic>
<TBODY>
<TR>
<TD class=articleGraphicSpace rowSpan=3></TD>
<TD class=articleGraphicCredit>Edgard Garrido/Reuters</TD>
<TD class=articleGraphicSpace rowSpan=3></TD></TR>
<TR>
<TD class=articleGraphicImage><IMG
alt="Presidente deposto Manuel Zelaya (com o celular) e seus apoiadores usam máscaras para se proteger"
src="http://f.i.uol.com.br/folha/mundo/images/09268306.jpeg"
border=0></TD></TR>
<TR>
<TD class=articleGraphicCaption>Presidente deposto Manuel Zelaya (com o
celular) e seus apoiadores usam máscaras para se proteger
</TD></TR></TBODY></TABLE>
<P>"Um gás tóxico utilizado pelos militares para disperar as pessoas está sendo
pulverizado. Há 60 pessoas aqui, e todas elas estão tentando respirar no pátio",
disse Zelaya. O presidente deposto disse que, apesar de estar usando uma
máscara, ficou com a garganta ressecada. </P>
<P>A mulher de Zelaya, Xiomara Castro, citada pela agência Ansa, também
confirmou o ataque com gases tóxicos. "Estou aqui, sobre uma escada, vendo como
estão protegidos, com máscaras", afirmou. </P>
<P>Castro informou que os gases provocaram "taquicardia, enjoo, náuseas, dor de
cabeça e boca seca'. "Muitos estão com o nariz sangrando", complementou. </P>
<P>Segundo ela, os militares têm agido como "criminosos". </P>
<P>Segundo médicos presentes na embaixada, também citados pela Ansa, o gás
poderia ser de pimenta ou lacrimogêneo. </P>
<P>O sacerdote católico Andrés Tamayo, um dos apoiadores de Zelaya que estão na
embaixada, confirmouresse o uso do gás tóxico, que estaria sendo lançado de
casas vizinhas. </P>
<P>"Há pessoas cuspindo sangue, outros têm dificuldade de respirar, sofrem dores
no estômago, Há sintomas de pânico em algumas pessoas", disse Tamayo, que pediu
um exame toxicólogico. </P>
<P>A France Presse cita ainda um de seus fotográfos que está na embaixada. Ele
diz tervisto inúmeras pessoas vomitando sangue. </P>
<P><B>Gás lacrimogêneo</B> </P>
<P>O assessor de Zelaya Hugo Suazo afirmou ao canal de TV Telesur que militares
e policiais hondurenhos lançaram bombas de gás lacrimogêneo contra a embaixada
do Brasil e que o gás fez com que as pessoas que estão dentro da embaixada
começassem a sangrar pelo nariz e a urinar. </P>
<P>Segundo Suazo, citado pela agência de notícias Ansa, eles estão sendo
atendidos por médicos que se encontram no local. </P>
<P>Suazo afirmou ainda que as autoridades locais bloquearam a entrada de
mantimentos na sede da diplomacia brasileira em Tegucigalpa.</P></FONT></DIV>
<DIV style="FONT: 10pt arial">
<DIV> </DIV>
<DIV>==================================================================================================================================</DIV>
<DIV> </DIV></DIV>
<DIV>25/09/2009<!--/DATA--> - <!--HORA-->18h49<!--/HORA--> </DIV>
<DIV>
<H1><!--TITULO-->Após suposto ataque com gás, médicos vão a embaixada atender
Zelaya<!--/TITULO--> <IFRAME marginWidth=0 marginHeight=0
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<DIV id=articleBy>
<P>da <B>Folha Online</B> </P></DIV>
<P>Dois médicos hondurenhos entraram nesta sexta-feira na Embaixada do Brasil em
Tegucigalpa para examinar o presidente hondurenho deposto, Manuel Zelaya, e
outras pessoas abrigadas no prédio que supostamente foram afetadas por um gás
tóxico. </P>
<P>Carlos Aguilar, Ministro da Saúde do governo de Zelaya, e Mark Rhodes, médico
do presidente deposto, foram autorizados a entrar pelos militares que cercam a
embaixada. </P>
<P>Os médicos atenderam Zelaya, que mostrou sinais de irritação na garganta, e
outras pessoas abrigadas na embaixada que disseram ter sido atingidas por um
gás, que, segundo o presidente deposto, foi lançada por soldados nesta
sexta-feira. Os soldados negaram a acusação. </P>
<P>Zelaya disse que o gás tóxico levou muitas pessoas a vomitar sangue e
apresentar outros problemas respiratórios, tonturas e problemas digestivos. </P>
<P>Dois funcionários da embaixada que permanecem no prédio com o presidente
deposto informaram à estatal Empresa Brasil de Comunicação (EBC) que há cheiro
de gás e pessoas passando mal na sede diplomática. </P>
<P>Representantes da ONU (Organização das Nações Unidas) também foram ao prédio,
mas os militares permitiram a entrada deles. </P>
<P>O Conselho de Segurança da ONU exigiu nesta sexta-feira que o governo
interino de Roberto Micheletti encerrasse o cerco à embaixada brasileira, onde
Zelaya permanece desde segunda-feira (21), quando retornou clandestinamente ao
país, três meses depois de ter sido expulso do país. O Conselho também exigiu
que se libere a entrada de suprimentos básicos como água, eletricidade e
alimentos e que se encerre a interrupção nas comunicações. </P>
<P>O assessor de Zelaya Hugo Suazo afirmou ao canal de TV Telesur que militares
e policiais hondurenhos lançaram bombas de gás lacrimogêneo contra a embaixada
do Brasil e que o gás fez com que as pessoas que estão dentro da embaixada
começassem a sangrar pelo nariz e a urinar. </P>
<P>Segundo Suazo, citado pela agência de notícias Ansa, eles estão sendo
atendidos por médicos que se encontram no local. </P>
<P>Suazo afirmou ainda que as autoridades locais bloquearam a entrada de
mantimentos na sede da diplomacia brasileira em Tegucigalpa. </P>
<P>O governo interino de Honduras negou como "totalmente falso" o ataque,
segundo fonte citada pela agência Efe. </P>
<P>Um porta-voz da polícia, citado pela France Presse, também negou os ataques e
diz que são mensagens falsas para incitar a comunidade internacional contra o
governo interino --principalmente no momento em que o Conselho de Segurança da
ONU (Organização das Nações Unidas) reúne-se para discutir a crise. </P>
<P>No âmbito das negociações, o secretário-geral da OEA (Organização dos Estados
Americanos), o chileno José Miguel Insulza, <A
href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u629288.shtml">confirmou</A>
nesta sexta-feira que mantém "para os próximos dias" a missão de mediação para a
crise política em Honduras, apesar da resistência do governo interino de
Micheletti, que o acusa de ser parcial. Já o mediador designado para a crise, o
presidente costa-riquenho, Oscar Arias, afirmou nesta sexta-feira que não vai
viajar ao país "por enquanto", como proposto pelo ex-presidente americano Jimmy
Carter e aceito pelo governo Micheletti. </P>
<P class=tagline>Com France Presse Efe e Agência Brasil </P>
<P
class=tagline>===================================================================================================================</P>
<P class=tagline>25/09/2009<!--/DATA--> - <!--HORA-->18h49<!--/HORA--> </P>
<H1><!--TITULO-->Chanceler Amorim defende embaixada na ONU; leia íntegra<!--/TITULO--> </H1><!--noindex--><!--PRINT:EXCLUDE--><!--PUBLICIDADE-->
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frameBorder=0 width=0 scrolling=no height=0></IFRAME>da <B>Folha Online</B>
</DIV>
<P>O chanceler Celso Amorim pediu o fim do cerco militar à embaixada brasileira
em Tegucigalpa (Honduras) nesta sexta-feira, em seu pronunciamento no Conselho
de Segurança da ONU, na sede de Nova York. "A embaixada está virtualmente
sitiada", disse Amorim. </P>
<P>O chanceler chamou de "acossamento" os cortes de luz e água realizados
segunda-feira (21) e a restrição à circulação feita por integrantes das forças
de segurança hondurenhas e pelos próprios toques de recolher impostos no país.
</P>
<P>Mais tarde, a instituição reconheceria a queixa do chanceler e pediria ao
governo interno de Honduras o fim do cerco à embaixada. </P>
<P class=tagline>
<TABLE class=articleGraphic>
<TBODY>
<TR>
<TD class=articleGraphicSpace rowSpan=3></TD>
<TD class=articleGraphicCredit></TD>
<TD class=articleGraphicSpace rowSpan=3></TD></TR>
<TR>
<TD class=articleGraphicImage><FONT face=Arial size=2></FONT></TD></TR>
<TR>
<TD class=articleGraphicCaption>O chanceler Celso Amorim concede
entrevista após pedir condenação da ONU para cerco em
Honduras</TD></TR></TBODY></TABLE></P>
<P>Leia a íntegra do discurso de Amorim: </P>
<P>"Senhora Presidente, </P>
<P>Eu gostaria de agradecer a pronta decisão do Conselho de Segurança de aceitar
o pedido do governo brasileiro para que essa reunião fosse convocada
urgentemente. </P>
<P>Como sabem os membros do Conselho de Segurança, o Presidente José Manuel
Zelaya abriga-se, juntamente com familiares e colaboradores mais próximos, na
chancelaria da embaixada brasileira em Tegucigalpa desde segunda-feira, 21 de
setembro de 2009. </P>
<P>O Presidente Zelaya chegou à embaixada de maneira pacífica e por seus
próprios meios. Foi recebido em sua legítima qualidade de presidente
constitucional de Honduras e permanece sob a proteção da embaixada. </P>
<P>Tão logo soube da chegada do presidente Zelaya à embaixada, telefonei para
ele. Ele me disse que retornou ao seu país com o objetivo de voltar ao poder por
meios pacíficos, através do diálogo. Não tenho motivo para colocar em dúvida as
suas palavras. </P>
<P>Desde o dia em que abrigou o Presidente Zelaya em suas instalações, a
embaixada brasileira tem estado cercada. Tem sido submetida a atos de assédio e
intimidação pelas autoridades de facto. O fornecimento de água e eletricidade
foi interrompido e as linhas de telefone foram cortadas. As comunicações por
meio de telefones celulares foram bloqueadas. Equipamentos que emitem sons
perturbadores foram instalados em frente à embaixada. </P>
<P>O acesso a alimentos foi severamente restringido. A circulação de veículos
oficiais da embaixada foi impedida. </P>
<P>O encarregado de negócios do Brasil tem estado, na prática, proibido de
deslocar-se da Chancelaria para sua residência, uma vez que a polícia informou
que qualquer pessoa que deixar as instalações da embaixada a ela não poderá
retornar. Foi o que aconteceu com a esposa do encarregado de negócios do Brasil,
que deixou o prédio da embaixada e não foi autorizada a voltar. </P>
<P>Essas medidas tomadas pelas autoridades de facto claramente violam as
obrigações decorrentes da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas. </P>
<P>Recordo que a Corte Internacional de Justiça estabeleceu a inviolabilidade
das missões diplomáticas como princípio basilar das relações internacionais, a
ser respeitado em todas as circunstâncias, mesmo em caso de rompimento de
relações diplomáticas ou de guerra. Eu gostaria de agradecer os governos,
organismos e grupos que contribuíram para aliviar o cerco à embaixada, ou que
condenaram as ações tomadas contra a embaixada. </P>
<P>Senhora Presidente, </P>
<P>O governo brasileiro está profundamente preocupado com a possibilidade de que
os mesmos indivíduos que perpetraram o golpe de Estado em Honduras venham a
ameaçar a inviolabilidade da embaixada para prender o presidente Zelaya a força.
Isso não é uma mera suspeita. Recebemos indícios concretos sobre essa
possibilidade. </P>
<P>Primeiro a decisão de enviar à embaixada um oficial de justiça munido de um
mandado de busca. Evidentemente, os funcionários brasileiros recusaram-se a
receber o mandado e não permitiram a entrada do oficial de justiça na embaixada.
</P>
<P>O regime também mudou o tratamento formal concedido à embaixada, o qual
parece implicar que esta teria deixado de gozar do status diplomático. </P>
<P>Além de declarações públicas de igual teor, o Governo de facto enviou uma
comunicação diretamente ao Ministério das Relações Exteriores na qual se refere
à embaixada como "uma das instalações que o Governo brasileiro ainda mantém em
Tegucigalpa". Tudo isso parece um prelúdio para outras ações. </P>
<P>Num comunicado público, tentam até negar a responsabilidade pela segurança do
presidente Zelaya e por danos a propriedades no bairro em que se encontra a
embaixada. </P>
<P>Tais atos violam totalmente a Convenção de Viena e, mais imediatamente, a
recente decisão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos pela qual o
governo de facto de Honduras não poderá ameaçar a segurança do Presidente Zelaya
e de todos aqueles abrigados na embaixada do Brasil. </P>
<P>Senhora Presidente, </P>
<P>É imperativo que o governo de facto de Honduras respeite e cumpra plenamente
a Convenção de Viena no que se refere à embaixada do Brasil, em particular sua
inviolabilidade e a segurança de seu pessoal e das pessoas que se encontrem nas
instalações daquela embaixada. </P>
<P>O Brasil rejeita categoricamente todas as ameaças contra nossa embaixada e a
segurança do presidente Zelaya e aqueles sob sua proteção. Entendo que, ao
convocar esta sessão, o Conselho de Segurança reconhece que a situação da
embaixada do Brasil em Honduras constitui uma ameaça à paz e à segurança de
nossa região. </P>
<P>Qualquer ação contra a embaixada do Brasil, seu pessoal ou as pessoas sob sua
proteção será considerada uma violação flagrante da segurança. </P>
<P>Senhora Presidente, </P>
<P>Meu país apoia o diálogo baseado na Resolução pertinente da OEA e nos
esforços conduzidos pelo Presidente Oscar Arias da Costa Rica. O Brasil apoia
firmemente a Carta das Nações Unidas. Apoia firmemente também a democracia e a
solução pacífica das controvérsias. </P>
<P>Como tal, não poderia negar proteção a um presidente democraticamente eleito
e reconhecido por toda a comunidade internacional como o único Governante
legítimo de Honduras. </P>
<P>Um pronunciamento claro deste Conselho servirá certamente como um fator de
dissuasão contra o agravamento dessa crise. Também constituirá sinal de apoio
aos esforços diplomáticos da comunidade internacional em favor da restauração
pronta e pacífica do Presidente Zelaya ao poder. </P>
<P>Esperamos sinceramente que a sessão de hoje seja devidamente entendida em
Honduras como um sinal de que atos de desrespeito contra a embaixada do Brasil
devem cessar imediatamente. </P>
<P>O Brasil entende que o Conselho deve manter-se ocupado do assunto até que
isso não aconteça. </P>
<P>Obrigado." </P><!--noindex--><!--PRINT:EXCLUDE--></DIV></BODY></HTML>