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<HTML xmlns:o = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" xmlns:st1 =
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<P align=left><B><FONT face=forte color=#ff0000 size=5>
<MARQUEE scrollAmount=20 scrollDelay=200 width=322>CARTA O BERRO.
..........repassem.</MARQUEE></FONT></B></P>
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<H3 style="BACKGROUND: #f4f4f4; MARGIN: auto 0cm; TEXT-ALIGN: center"
align=center><U><SPAN style="FONT-SIZE: 18pt"><A
href="http://osamigosdapresidentedilma.blogspot.com/2009/09/livro-bomba-acusa-fhc-de-ter-servido.html"><U><SPAN
style="FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"><FONT color=#cc0000>Livro bomba acusa FHC de
ter servido a CIA</FONT></SPAN></U></A>.</SPAN></U><U><SPAN
style="FONT-SIZE: 18pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"><o:p></o:p></SPAN></U></H3>
<P class=MsoNormal
style="BACKGROUND: #f4f4f4; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center"
align=center><IMG height=266 alt=[image001.jpg]
src="cid:03dd01ca30cb$5066d010$0200a8c0@vcaixe" width=266 border=0
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style="FONT-SIZE: 12.5pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"><o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal
style="BACKGROUND: #f4f4f4; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 12.5pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal
style="BACKGROUND: #f4f4f4; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 12.5pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal
style="BACKGROUND: #f4f4f4; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center"
align=center><SPAN
style="FONT-SIZE: 12.5pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'">Mal chegou
às livrarias e ”Quem pagou a conta?” já se transformou na mote </SPAN><SPAN
style="Z-INDEX: -1; POSITION: relative; mso-ignore: vglayout"><SPAN
style="LEFT: 292px; WIDTH: 200px; POSITION: absolute; TOP: -1px; HEIGHT: 200px"><A
href="http://3.bp.blogspot.com/_wUI8995L3lU/SqUNjVaGb6I/AAAAAAAAA68/44oTQQ9ZPRM/s1600-h/image001.jpg"><IMG
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v:shapes="BLOGGER_PHOTO_ID_5378720230657126306"></A></SPAN></SPAN><SPAN
style="FONT-SIZE: 12.5pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'">que os
adversários dos tucanos e neoliberais de todos os matizes mais desejavam. <BR>A
obra da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders (editada no Brasil pela
Record, tradução de Vera Ribeiro), ao mesmo tempo em que pergunta, responde:
quem "pagava a conta" era a CIA, a mesma fonte que financiou os US$ 145 mil
iniciais para a tentativa de dominação cultural e ideológica do Brasil, <B
style="mso-bidi-font-weight: normal"><U>assim como os milhões de dólares que os
procederam, todos entregues pela Fundação Ford a Fernando Henrique Cardoso,
ex-presidente do país no período de <st1:metricconverter w:st="on"
ProductID="1994 a">1994 a</st1:metricconverter> 2002. <BR></U></B><BR>O
comentário sobre o livro consta na coluna do jornalista Sebastião Nery, na
edição deste sábado do diário carioca Tribuna da Imprensa. "Não dá para resumir
em uma coluna de jornal <B style="mso-bidi-font-weight: normal"><U>um livro que
é um terremoto</U></B>. São </SPAN><B
style="mso-bidi-font-weight: normal"><U><SPAN
style="FONT-SIZE: 16pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'">550 páginas
documentadas, minuciosa e magistralmente escritas</SPAN></U></B><SPAN
style="FONT-SIZE: 12.5pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'">:
"Consistente e fascinante" (The Washington Post). "Um livro que é uma martelada,
e que estabelece em definitivo a verdade sobre as atividades da CIA"
(Spectator). "Uma história crucial sobre as energias comprometedoras e sobre a
manipulação de toda uma era muito recente" (The Times).<BR><BR>Dinheiro da CIA
para FHC<BR><BR>"Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da
Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o
representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece
uma ajuda financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap". Esta história, assim
aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. <B
style="mso-bidi-font-weight: normal">Está contada na página 154 do livro
"Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível", da jornalista francesa
Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora
Rocha). O "inverno do ano de 1969" era fevereiro de 69.<SPAN
style="mso-spacerun: yes"> </SPAN></B></SPAN><B
style="mso-bidi-font-weight: normal"><U><SPAN
style="FONT-SIZE: 12.5pt; COLOR: red; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'">(este é outro
livro que deve ser lido!)</SPAN></U></B><B
style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN
style="FONT-SIZE: 12.5pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"><BR></SPAN></B><SPAN
style="FONT-SIZE: 12.5pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"><BR>Fundação
Ford<BR><BR>Há menos de 60 dias, em 13 de dezembro, a ditadura havia lançado o
AI-5 e jogado o País no máximo do terror do golpe de 64, desde o início
financiado, comandado e sustentado pelos Estados Unidos. <U>Centenas de novas
cassações e suspensões de direitos políticos estavam sendo assinadas. As
prisões, lotadas. Até Juscelino e Lacerda tinham sido presos</U>. </SPAN><B
style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN
style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'">E Fernando
Henrique recebia da poderosa e notória Fundação Ford uma primeira parcela de 145
mil dólares para fundar o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento).
O total do financiamento nunca foi revelado. Na Universidade de São Paulo,
sabia-se e se dizia que o compromisso final dos americanos era de 800 mil a um
milhão de dólares.</SPAN></B><SPAN
style="FONT-SIZE: 12.5pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"><BR><BR>Agente
da CIA<BR><BR><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN
style="BACKGROUND: yellow; mso-highlight: yellow">Os americanos não estavam
jogando dinheiro pela janela. Fernando Henrique já tinha serviços
prestados</SPAN></B>. Eles sabiam em quem estavam aplicando sua grana. Com o
economista chileno Faletto, Fernando Henrique havia acabado de lançar o livro
"Dependência e desenvolvimento na América Latina", em que os dois defendiam a
tese de que países em desenvolvimento ou mais atrasados poderiam desenvolver-se
mantendo-se dependentes de outros países mais ricos. Como os Estados
Unidos.<BR><BR>Montado na cobertura e no dinheiro dos gringos, Fernando Henrique
logo se tornou uma "personalidade internacional" e passou a dar "aulas" e fazer
"conferências" em universidades norte-americanas e européias. Era "um homem da
Fundação Ford". E o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um dos braços da
CIA, o serviço secreto dos EUA.<BR><BR>Milhões de dólares<BR><BR>1 - "A Fundação
Farfield era uma fundação da CIA... As fundações autênticas, como a Ford, a
Rockfeller, a Carnegie, eram consideradas o tipo melhor e mais plausível de
disfarce para os financiamentos... permitiu que a CIA financiasse um leque
aparentemente ilimitado de programas secretos de ação que afetavam grupos de
jovens, sindicatos de trabalhadores, universidades, editoras e outras
instituições privadas" (pág. 153).<BR><BR>2 - "O uso de fundações filantrópicas
era a maneira mais conveniente de transferir grandes somas para projetos da CIA,
sem alertar para sua origem. Em meados da década de <st1:metricconverter
w:st="on" ProductID="50, a">50, a</st1:metricconverter> intromissão no campo das
fundações foi maciça..." (pág. 152). "A CIA e a Fundação Ford, entre outras
agências, haviam montado e financiado um aparelho de intelectuais escolhidos por
sua postura correta na guerra fria" (pág. 443).<BR><BR>3 - "A liberdade cultural
não foi barata. A CIA bombeou dezenas de milhões de dólares... Ela funcionava,
na verdade, como o ministério da Cultura dos Estados Unidos... com a organização
sistemática de uma rede de grupos ou amigos, que trabalhavam de mãos dadas com a
CIA, para proporcionar o financiamento de seus programas secretos" (pág.
147).<BR><BR></SPAN><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><U><SPAN
style="FONT-SIZE: 16pt; BACKGROUND: yellow; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'; mso-highlight: yellow">FHC
facinho</SPAN></U></B><SPAN
style="FONT-SIZE: 12.5pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"><BR><BR>4 -
"Não conseguíamos gastar tudo. Lembro-me de ter encontrado o tesoureiro. Santo
Deus, disse eu, como podemos gastar isso? Não havia limites, ninguém tinha que
prestar contas. Era impressionante" (pág. 123).<BR><BR>5 - "Surgiu uma profusão
de sucursais, não apenas na Europa (havia escritorios na Alemanha Ocidental, na
Grã-Bretanha, na Suécia, na Dinamarca e na Islândia), mas também noutras
regiões: no Japão, na Índia, na Argentina, no Chile, na Austrália, no Líbano, no
México, no Peru, no Uruguai, na Colômbia, no Paquistão e no Brasil" (pág.
119).<BR><BR>6 - "A ajuda financeira teria de ser complementada por um programa
concentrado de guerra cultural, numa das mais ambiciosas operações secretas da
guerra fria: conquistar a intelectualidade ocidental para a proposta
norte-americana" (pág. 45). <B style="mso-bidi-font-weight: normal"><U><SPAN
style="BACKGROUND: yellow; mso-highlight: yellow">Fernando Henrique foi
facinho</SPAN></U></B>.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal
style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p> </o:p></P></DIV></BODY></HTML>