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<DIV><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face=Forte color=#ff0000 size=6>Carta O Berro<FONT 
size=3>........................................................................................repassem</FONT></FONT></DIV>
<DIV><BR></DIV>
<DIV>
<H1>Tata Amaral estreia minissérie <BR>sobre a ditadura na TV Cultura</H1>
<DIV>
<DIV class=sectionTitle>
<H2>Trago Comigo</H2></DIV>
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<CENTER><A href="http://www.tvcultura.com.br/direcoes/trago-comigo"><IMG 
src="http://www.tvcultura.com.br/cms/midia/image/medium/direcoes_tragocomigo_20_X_1240941979.jpg" 
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<H4>Dirigido por Tata Amaral</H4>
<P>Um encontro entre os descendentes de ex-companheiros de 
guerrilha</P></DIV></DIV></DIV>
<P>31/08/2009 13h31m </P><BR>
<P style="PADDING-BOTTOM: 15px"><EM>Trago Comigo, que tem no elenco Carlos 
Alberto Riccelli , Emílio Di Biasi, Ligia Cortez, e Selma Egrei, traz 
depoimentos reais de ex-militantes contrários ao regime militar</EM></P>
<P>O projeto Direções, uma parceria da TV Cultura com o SescTV, estreia em 1º de 
setembro, às 23h10, a minissérie Trago Comigo, de quatro capítulos, dirigida 
pela cineasta Tata Amaral. O telefilme será reapresentado também todos os 
domingos de setembro (6, 13, 20 e 27), às 22h. Com um enredo emocionante, denso 
e dramático, a trama mistura ficção e realidade para falar de um tema espinhoso 
que ainda hoje causa dor e revolta em muita gente, a ditadura militar no Brasil. 
A obra traça um rico painel do ambiente social e político da época: o impacto do 
AI-5, as perseguições, as ações das guerrilhas, a vida clandestina dos jovens 
militantes, a realidade na prisão, as torturas, os traumas, e as 
mortes.<BR><BR>Tata participa pela primeira vez do Direções, que está em sua 
terceira temporada na TV Cultura, e conta que todo o conteúdo de Trago Comigo é 
inédito e exclusivo para a minissérie. “O material é totalmente original. No 
entanto, desenvolvemos uma história a partir de um dos temas de meu próximo 
filme Hoje,” conta.<BR><BR>O fio condutor de Trago Comigo é a história de Telmo 
Marinicov – interpretado de forma arrebatadora por Carlos Alberto Riccelli -, um 
supervisor de teatros que leva uma vida simples e pacata ao lado de sua jovem 
namorada, a atriz Mônica (Georgina Castro), mas que durante o período da 
ditadura foi membro da luta armada, exilado político e, na volta do exílio, nos 
anos 80, diretor teatral de sucesso.<BR><BR>Logo na primeira cena da minissérie, 
Telmo aparece dando entrevista para um documentário sobre luta armada e se dá 
conta de que não se lembra exatamente de tudo o que aconteceu com ele durante os 
meses que passou na clandestinidade e na prisão. A partir daí, ele começa a 
busca pela sua verdadeira história na luta contra a ditadura.<BR><BR>Dialogam 
diretamente com a ação da trama depoimentos reais e marcantes de ex-militantes 
contrários ao regime como o de Criméia Alice Schmidt de Almeida, guerrilheira do 
Araguaia: “Eu apanhei muito e apanhei do comandante”, diz ela. “Ele foi o 
primeiro a me torturar e me espancou até eu perder a consciência, sendo que eu 
era uma gestante bem barriguda. Eu tava no sétimo mês de gravidez”.<BR><BR>Ivan 
Seixas, jornalista, membro da Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos 
Políticos relembra que colocaram sua mãe embaixo da sala de tortura. “Ela ouviu 
a noite inteira, o dia inteiro, o meu pai sendo torturado até morrer.”<BR><BR>Os 
depoimentos revelam ainda a angústia dos ex-militantes torturados pela ditadura 
militar em busca da verdade. “O direito à memória e à verdade é um princípio da 
democracia”, comenta o deputado federal José Genoíno, que também aparece em 
Trago Comigo.<BR><BR>No elenco afinado, a minissérie de Tata Amaral reúne atores 
já conhecidos do grande público e também da nova safra da dramaturgia 
brasileira: Emílio Di Biasi (Lopes), Selma Egrei (Madalena), participação 
especial de Ligia Cortez (crítica de teatro), Felipe Rocha (Miguel), Georgina 
Castro (Mônica), Julio Machado (Marcelo), Maria Helena Chira (Julia), Pedro 
Lemos (Pedro), Paula Pretta (Nina), e Gustavo Brandão (Betão).<BR><BR>A 
Diretora<BR>Uma das mais bem sucedidas cineastas brasileiras surgidas na década 
de 80, Tata dirigiu o premiado Um Céu de Estrelas (1996), considerado pela 
crítica um dos filmes brasileiros mais importantes da década. O longa foi 
vencedor nos festivais de Brasília, Boston, Trieste, Créteil e Havana. A 
cineasta é também diretora de Antônia (2006), que gerou a série de mesmo nome 
produzida pela Rede Globo, exibida em 2006 e indicada ao Prêmio Emmy em 
2007.<BR><BR>Encontro de linguagens<BR>Com boa receptividade do público e 
reconhecimento da crítica em suas duas fases anteriores, Direções — projeto da 
TV Cultura em parceira com o SescTV, dá um novo passo, reunindo cineastas e 
encenadores para experimentar novas abordagens em teledramaturgia.<BR><BR>Nesta 
terceira temporada foram convidados três premiados cineastas — Beto Brant, 
Eliane Caffé e Tata Amaral — e três diretores de teatro que mais se destacaram 
nas edições anteriores: Rodolfo García Vázques, Maucir Campanholi, e André 
Garolli.<BR><BR>Cada diretor teve total liberdade e participou integralmente do 
projeto, desde a criação, adaptação do texto até a sua finalização na edição. Ao 
todo, o público vai poder conferir seis belíssimas séries inéditas — com gêneros 
e estilos diferentes —, divididas em 24 episódios.</P></DIV></BODY></HTML>