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<BODY bgColor=#ffffff>
<DIV><FONT face=Arial size=2></FONT> </DIV>
<DIV><BR></DIV>
<DIV><FONT face=Forte color=#ff0000 size=6>Carta O Berro<FONT
size=3>.............................................................................................................................repassem</FONT></FONT></DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV><STRONG> <FONT face=Arial size=2>Leiam até o fim e terão uma idéia
mais clara do que está ocorrendo no Senado e o que está em
jogo</FONT></STRONG></DIV>
<DIV><FONT face=Arial
size=2>===================================================================================================</FONT></DIV>
<DIV>Prezados Senadores,<BR><BR>Quero externar meu repúdio pela conduta que
V.Exas têm tido em relação à questão do senador José Sarney. Os senhores estão
aceitando o jogo da direita. Os senhores devem saber muito bem que a oposição
aliada aos veículos de comunicação não estão querendo moralizar coisa alguma. Se
fosse este o caso, há muito tempo teriam adotado esse denuncismo irresponsável
dos últimos anos.<BR><BR>O verdadeiro objetivo da oposição e de seus aliados nas
corporações de mídia é atrapalhar o governo Lula. Os senhores, com suas atitudes
estão, na prática, adotando a agenda do inimigo. São, portanto, traidores do
presidente Lula. <BR><BR>Estão pouco se importando se uma possível mudança na
presidência do Senado irá dificultar a governabilidade. </DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2>(carta de José Márcio Tavares)</FONT></DIV>
<P class=chapeu><FONT face=Arial
size=2>======================================================================================================================================</FONT></P>
<P class=chapeu>CARTA CAPITAL</P>
<P class=titulo><STRONG><FONT size=4>O Globo: coronelismo de terceira,
jornalismo de quê?</FONT></STRONG></P>
<P class=linhafina>Quando encerrávamos esse artigo, o site de O Globo tinha como
destaque a seguinte chamada: "Simon culpa Lula por crise do Senado". A sintonia
entre o senador de ética maleável e o editorial do jornal é tão intensa que é
legítimo indagar: Quem trabalha para quem?</P>
<P class=headline-link>Gilson Caroni Filho</P>
<P class=texto>Na edição desta sexta-feira, 7/08, <I>O Globo</I> talvez tenha
produzido um dos editoriais mais claros quanto aos seus curiosos códigos
deontológicos. Com o sugestivo título “O inexplicável", o jornal deixa claro que
sua única linha atualmente é a falta de linha. Uma aula de como o partidarismo e
o panfletarismo inconseqüente intervêm no discurso dos principais colunistas e
repercutem na cobertura, da pauta à edição final.<BR><BR>Assim, quando
pressionado por circunstâncias políticas que ameaçam deslegitimá-lo como
aparelho ideológico, os editorialistas do veículo reutilizam velhos fragmentos
de suas mitologias mais surradas e de escolhas temáticas recorrentes para
alcançar o objetivo indisfarçável: a pauta é atingir o governo Lula de todas as
formas, inclusive se isso custar a carreira política de um associado e aliado
histórico chamado José Sarney.<BR><BR>No primeiro parágrafo, lemos um texto que
funciona como burca, filtrando verdades que se exibem aos olhos: "A patética
defesa apresentada pelo presidente do Senado, José Sarney, no plenário da Casa,
na quarta-feira, e o início da encenação da farsa montada no Conselho de Ética
(sic) para recusar sem qualquer investigação as denúncias e representações
contra o político maranhense são mais um ato da operação político-eleitoral do
Planalto, cujo desfecho será a incineração do Senado como instituição em nome do
projeto lulista para 2010."<BR><BR>Todos sabem que jornais selecionam, organizam
e hierarquizam os acontecimentos, mas o trecho transcrito parece não deixar
dúvidas sobre como deve funcionar uma redação empenhada, acima de tudo, em
impedir a aliança PT- PMDB, inviabilizando a candidatura da ministra Dilma
Rousseff. Mais que o espaço de opinião do jornal, o editorial de O Globo
funciona com memorando interno, uma circular para lembrar aos seus funcionários
como explicar e traduzir a vontade de quem lhes paga o salário. Aos
recalcitrantes, a demissão é uma certeza.<BR><BR>É preciso repetir diariamente
que uma eventual vitória da candidata petista implicaria a desmoralização das
instituições políticas, a balbúrdia civil, a permanência da ameaça do controle
estatal e censor dos meios de comunicação, além da continuação do
distributivismo que ignora os preceitos neoliberais, promovendo a “gastança
pública desenfreada”. <BR><BR>O que importa é salvar a oposição de sua falta de
projetos, fazendo com que o noticiário editorializado tenha eficácia probatória
suficiente para fazer de qualquer Conselho de Ética que não o subscreva a
encenação de uma farsa. Nesse contexto, cabe a pergunta: será que a incineração
do Senado é uma operação do Planalto ou a combustão é produzida por
conglomerados midiáticos com recursos e mão-de-obra qualificada para os custos
elevados da operação?<BR><BR>Na página 3, a matéria “Cangaceiro de 3ª classe,
coronel de merda", assinada por Maria Lima, Isabel Braga e Leila Suwwan, trata
do confronto entre os senadores Renan Calheiros (PMDB) e Tasso Jereissati (PSDB)
no plenário do Senado concluindo que " a sessão mostrou que Sarney perdeu as
condições de conter a onda crescente de ameaças e intimidações na Casa". Mostrou
"como"? “Por que"? “Para quem"? As jornalistas têm o direito de criar “fatos",
registrá-los como premissas evidentes por si mesmas? Ou não estamos diante de um
relato jornalístico, mas de peça que atende aos interesses dos proprietários e
seus sócios mais notórios?<BR><BR>Voltando ao editorial, o início do quarto
parágrafo demonstra como o jornalismo global brinca com as palavras, produzindo
um conteúdo que pode se voltar contra a própria Organização ao qual está
subordinado<BR><BR>"O nepotismo, e não apenas no caso do senador, segue em
paralelo ao patrimonialismo - a apropriação privada de recursos
públicos"<BR><BR>Alguém precisa lembrar aos editorialistas que em casa de
enforcado não se fala em corda. Como bem registra Altamiro Borges, em seu
excelente “A ditadura da mídia”,” na lógica patrimonialista vigente do país,
instituiu-se um tipo de coronelismo eletrônico que atrela setores do Executivo e
do Legislativo às redes de comunicação". É conhecida a força da Globo que, desde
a ditadura militar, tem no Ministério das Comunicações sua província. Um
aparelhamento de tal monta que impede a reformulação de uma política no setor,
impedindo, entre outras coisas, a adoção de um modelo de televisão digital que
democratize a comunicação no país.<BR><BR>É preciso uma ação articulada para
evitar que esse tipo de jornalismo crie um sistema político onde a democracia só
existirá como o mito de almas heróicas isoladas, como história penetrada de
falsas moralidades devidamente blindadas por zelosos funcionários da imprensa.
<BR><BR>Quando encerrávamos esse artigo, o site de O Globo tinha como destaque a
seguinte chamada: "Simon culpa Lula por crise do Senado". A sintonia entre o
senador de ética maleável e o editorial do jornal é tão intensa que é legítimo
indagar: Quem trabalha para quem? Quem é abastecido por uma narrativa classista,
partidária e facciosa? De onde partem os tão propalados métodos da máfia
napolitana? Um estudo sobre técnicas de edição e certo tipo de prática
parlamentar oferece respostas às questões formuladas.<BR><BR>Gilson Caroni Filho
é professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio
de Janeiro, colunista da Carta Maior e colaborador do Jornal do Brasil</P>
<P
class=texto>===========================================================================================================================</P>
<P class=texto>(texto de Sonia Montenegro) env.por Flávio Abelha</P>
<P
class=texto>".............................................................................................</P>
<P><SPAN style="FONT-SIZE: 13.5pt">Em fevereiro, o Saney foi eleito presidente
do Senado, e recebeu carta de diversos senadores indicando a permanência de
Agaciel Maia na diretoria. Entre eles, os senadorer Arthur Virgílio Neto
(PSDB-AM) e o primo de Agaciel, José Agripino Maia (DEM-RN).<BR><BR>Em março, o
Agaciel foi defenestrado, ou seja, já era de conhecimento público quem ele era,
mas em junho, casou uma filha e contou com a presença dos senadores José
Agripino, José Sarney, Renan Calheiros, Garibaldi Alves, Mão Santa, Edson Lobão
e Adelmir Santana.<BR><BR>O Arthur Virgílio, além dos US$ 10 mil que pediu ao
Agaciel através de um acessor para quebrar seu galho em Paris, e que não pagou,
ainda contratou, por atos secretos, 6 pessoas, dentre elas seu <st1:PersonName
w:st="on">professor</st1:PersonName> de jiu-jitsu que mora em Manaus e outro que
mora no exterior.</SPAN></P><SPAN style="FONT-SIZE: 13.5pt">
<P><BR></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 13.5pt">O Heráclito Fortes é um defensor
escancarado do Daniel Dantas, que já foi condenado e ainda responde a um monte
de processo. Desde que FHC deixou o governo (2003), para ajudar uma de suas
filhas, a contratou com um salário de mais de 8 mil, embora seu gabinete seja em
Brasília e ela more <st1:PersonName w:st="on"
ProductID="em São Paulo.João Maia">em São <st1:PersonName
w:st="on">Paulo</st1:PersonName>.<BR><BR>João Maia</st1:PersonName>, irmão de
Agaciel Maia, foi um dos acusados de ter recebido R$ 200 mil para aprovar a
emenda da reeleição de FHC, possui um avião não declarado, onde viajam com
frequência os senadores Garibaldi Alves (PMDB) e Agripino Maia, líder do
(Dem).<BR><BR>Segundo o Congresso <st1:PersonName w:st="on"
ProductID="em Foco: Denúncias">em Foco: Denúncias</st1:PersonName> com indícios
relevantes de tráfico de influência, intermediação de interesses privados,
exploração de prestígio e corrupção contra o senador Marconi Perillo (PSDB-GO)
foram insuficientes para serem investigados pelo Conselho de Ética do senado.
<BR>Esse é o vice-presidente do Senado, ou seja, sai um ladrão e entra
outro.<BR><BR>Não existe a menor intenção desses personagens de moralizar o
Senado. É um jogo político, e muito sujo, e eu não vou ser
inocente-útil!<WBR>!!!<BR><BR> Sonia Montenegro.</SPAN></P>
<P><SPAN
style="FONT-SIZE: 13.5pt">=============================================================================================================================================</SPAN></P><SPAN
style="FONT-SIZE: 13.5pt">
<DIV><FONT face=Arial size=4><CITE
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; DISPLAY: block; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 3px; MARGIN: 0px; FONT: 12px Arial; COLOR: rgb(209,117,25); PADDING-TOP: 3px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: none; outline-width: 0px"><A
href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/08/05/os-simon-e-a-portocred/"
target=_blank>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/08/05/os-simon-e-a-portocred/</A></CITE></FONT></DIV>
<DIV class=gmail_quote>
<DIV><SPAN
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<H2
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px; PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: none; outline-width: 0px"><A
title="Os Simon e a Portocred"
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; DISPLAY: block; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 4px; MARGIN: 0px 0px 10px; FONT: bold 28px Arial; COLOR: rgb(60,60,114); PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: rgb(195,196,194) 1px solid; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: none; outline-width: 0px"
href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/08/05/os-simon-e-a-portocred/"
target=_blank rel=bookmark>Os Simon e a Portocred</A></H2>
<P
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px 0px 20px; COLOR: rgb(0,0,0); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: none; outline-width: 0px"
align=justify>Todo cuidado é pouco na análise desses fatos que descrevo a
seguir. Passo os links com algumas informações iniciais, para que os
comentaristas ajudem a ampliar o espectro da investigação. Mas sem
pré-julgamentos nem conclusões definitivas.</P>
<P
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px 0px 20px; COLOR: rgb(0,0,0); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: none; outline-width: 0px"
align=justify><A
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px; FONT: 14px Arial; COLOR: rgb(108,108,108); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: underline; outline-width: 0px"
href="http://senadorpedrosimon.blogspot.com/" target=_blank>Clique
aqui</A><SPAN> </SPAN>para conferir nota de Pedro Simon mostrando que Tiago
Simon é seu filho e defendendo sua participação na ONG Portosol - que faz um
trabalho meritório, como informou o Prandini.</P>
<P
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px 0px 20px; COLOR: rgb(0,0,0); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: none; outline-width: 0px"
align=justify>Tiago Simon é diretor do Departamento de Desenvolvimento
Empresarial da Sedai (Secretaria do Desenvolvimento e dos Assuntos
Internacionais) do governo gaúcho (<A
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px; FONT: 14px Arial; COLOR: rgb(108,108,108); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: underline; outline-width: 0px"
href="http://www.revistadigital.com.br/forum_ads.asp?NumEdicao=305&CodMateria=2697"
target=_blank>clique aqui</A>).</P>
<P
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px 0px 20px; COLOR: rgb(0,0,0); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: none; outline-width: 0px"
align=justify>Os problemas dos Simon estão relacionados com Portocred,
financeira.</P>
<P
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px 0px 20px; COLOR: rgb(0,0,0); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: none; outline-width: 0px"
align=justify><A
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px; FONT: 14px Arial; COLOR: rgb(108,108,108); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: underline; outline-width: 0px"
href="http://www2.portoalegre.rs.gov.br/cs/default.php?reg=66398&p_secao=3&di=2006-09-04"
target=_blank>Clique aqui</A><SPAN> </SPAN>para ir a matéria de 4 de
setembro 2006, que mostra o prefeito José Fogaça lançando o programa de
microcrédito da Prefeitura de Porto Alegre.</P>
<P
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px 0px 20px; COLOR: rgb(0,0,0); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: none; outline-width: 0px"
align=justify>Na matéria há um parágrafo que informa que um dos presentes ao
encontro é Tiago Simon, diretor da Portocred. E o governador era Germano
Rigotto, aliado de Simon no PMDB gaúcho.</P>
<P
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px 0px 20px; COLOR: rgb(0,0,0); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: none; outline-width: 0px"
align=justify><A
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px; FONT: 14px Arial; COLOR: rgb(108,108,108); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: underline; outline-width: 0px"
href="http://www.portocred.com.br/" target=_blank>Aqui</A><SPAN> </SPAN>se
tem o site da Portocred. Na página produtos mostra que ela trabalhava com
crédito consignado para os governos federal, estadual, Marinha e
Aeronáutica.</P>
<P
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px 0px 20px; COLOR: rgb(0,0,0); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: none; outline-width: 0px"
align=justify><A
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px; FONT: 14px Arial; COLOR: rgb(108,108,108); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: underline; outline-width: 0px"
href="http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=143481"
target=_blank>Aqui</A><SPAN> </SPAN>matéria de 12/09/2008 da oposição, no
Rio Grande do Sul, informando que o Banrisul faz parte do território de
influência de Pedro Simon.</P>
<P
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px 0px 20px; COLOR: rgb(0,0,0); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: none; outline-width: 0px"
align=justify><A
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px; FONT: 14px Arial; COLOR: rgb(108,108,108); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: underline; outline-width: 0px"
href="http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&ct=res&cd=2&url=http://www.speedycredito.com.br/sig/files/upload_geral/CONVENIO%2520ESTADO%2520PORTOCRED%2520AGPTEA.doc&ei=Hcd5SqWnGZz8tgfY7diWCQ&usg=AFQjCNG-aEUpFlhM-cBwRt9m8vKtyXsEzg&sig2=-_iWzGsDV54pmWJewfSBLw"
target=_blank>Clique aqui</A><SPAN> </SPAN>para documento mostrando que a
Portocred operava o crédito consignado através do Banrisul.</P>
<P
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px 0px 20px; COLOR: rgb(0,0,0); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: none; outline-width: 0px"
align=justify><A
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px; FONT: 14px Arial; COLOR: rgb(108,108,108); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: underline; outline-width: 0px"
href="http://www.al.rs.gov.br/ag/Clipagem/noticias.asp?txtIDMATERIA=194613&txtIdTipoMateria=8&txtIdVeiculo=26"
target=_blank>Clique aqui</A><SPAN> </SPAN>para matéria de 3 de abril de
2007 mostrando que a Portocred foi alvo de uma Operação Ouro Verde da Polícia
Federal</P>
<P
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px 0px 20px; COLOR: rgb(0,0,0); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: none; outline-width: 0px"
align=justify>=======================================================================================================================</P>
<P
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px 0px 20px; COLOR: rgb(0,0,0); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: none; outline-width: 0px"
align=justify>Esse é o <FONT size=5><STRONG>Marconi Perillo</STRONG></FONT>
(senador do PSDB - vice do Sarney no Senado)</P>
<P
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px 0px 20px; COLOR: rgb(0,0,0); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: none; outline-width: 0px"
align=justify><FONT size=3>("a flor do Lodo")</FONT></P>
<P
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px 0px 20px; COLOR: rgb(0,0,0); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: none; outline-width: 0px"
align=justify><FONT size=3>Os detalhes da denúncia <BR>Em tópicos, o
procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, listou as supostas
fraudes na campanha: <BR><BR>1 - Constatou-se adulteração de contratos de carros
de som. Para o procurador-geral, houve fraude na alteração dos contratos de
aluguéis desses veículos nas campanhas de Alcides e Perillo. Com a ajuda de
Waldete Faleiros, contadora do diretório estadual do PSDB em Goiás, notas
fiscais de gastos de Perillo com carros de som foram alteradas para a campanha
de Alcides para justificar um erro logístico percebido no fim da eleição: não
havia sido contabilizada legalmente nas contas de Perillo nenhuma doação para
esse tipo de serviço. <BR><BR>2 - Utilização de caixa 2 por meio da Multcooper,
uma empresa de serviços especializados, responsável pelo pagamento de
funcionários dos dois candidatos. Para o Ministério Público, a prestação de
contas mostrou que havia um contrato entre as duas campanhas e a Multcooper no
valor de R$ 711 mil. Cada candidato deveria pagar metade, cerca de R$ 355 mil.
Entretanto, Marconi declarou à Justiça Eleitoral o pagamento de uma única
parcela de R$ 416 mil, R$ 60 mil acima, o que seria indício de caixa 2. Há
também o depoimento de um prestador de serviços da empresa, Vasco Melo Santos
Camargo Junior, que recebeu o pagamento pelo seu serviço em dinheiro vivo, sem
recibo ou contrato. As notas fiscais apreendidas da campanha de Alcides também
mostram pagamento de R$ 600 mil a uma empresa chamada Cantagalo Comunicação
Ltda. A despeito do alto valor, não existe esse pagamento na prestação de contas
à Justiça. <BR><BR>3 - Utilização de notas frias - O procurador-geral Antonio
Fernando acusa os dois candidatos de apresentarem uma série de notas frias para
justificar gastos de campanha. Cabia à Waldete Faleiros contatar empresas para
“regularizar” contas de campanha. Em uma interceptação telefônica feita pela
Policia Federal, no dia 18 de dezembro de 2006, Waldete consegue realizar a
fraude com o presidente da Multicooper, Genaro Herculano, de acordo com o MP.
<BR><BR>Waldete - Eu preciso fazer uma operação em nome do PSDB, no valor de
quinze mil, é possível? <BR>Genaro - O que você precisa de mim? <BR>Waldete -
Uai, eu preciso de uma nota... e descontar o cheque. <BR>Genaro - Tá, e os
impostos, como é que você faz? <BR>Waldete - Pois é, quanto que seria?
<BR>Genaro - Dá 16.33 <BR>Waldete - Bom, eu queria assim... na realidade são
trinta, entendeu? Mas eu tava precisando fracionar. <BR>Genaro - Mas o que é que
seria? O que a gente vai colocar? <BR>Waldete - Pois é, aí poderia ser locação
de veículo. <BR>Genaro - É, locação de veículo dá, porque eu tenho muito
veículo. <BR>Waldete - Eu só quero saber assim... como é que eu faço... Se você
deposita o dinheiro e devolve... <BR>Genaro - Faz igual aquele dia... Você traz
o cheque e ela te devolve em dinheiro. Te devolve em dinheiro pra não ter
problema. <BR><BR>Na mesma investigação, o procurador-geral aponta Lúcio Fiúza,
administrador financeiro da campanha de Marconi, como seu cúmplice e homem de
total confiança. Waldete liga para Fiúza no dia 20 de dezembro de 2006 para
consultá-lo sobre notas frias de uma outra empresa, a Promix. Antonio Fernando
afirma que fica “evidente” a participação de Marconi Perillo. <BR><BR>Waldete -
Deixa eu falar com o senhor. Eu tô tendo dificuldade para conseguir aquele
documento. <BR>Lúcio - Hum. <BR>Waldete - Mas me ocorreu uma idéia, vamos ver se
o senhor concorda. É o Reinaldo (da Promix), ele tem um saldo devedor contábil
lá no diretório. Eu não poderia... desfazer pra ele e ele...? <BR>Lúcio - Uai...
Eu não sei como é a confiabilidade, né? <BR>Waldete - Pois é, foi por isso que
eu te liguei. <BR>Lúcio - Vamos pensar mais um pouco... Continua pensando por
enquanto... Até eu pegar uma luz com o chefe. <BR>Waldete - Tá. Porque aí não
precisa nem nota entendeu? Só recibo. <BR><BR>4 - Ocultação de provas - Na
denúncia do Ministério Público existe ainda a acusação de ocultação de provas
contra Marconi Perillo, Waldete Faleiros e Lúcio Fiúza. Os diálogos
interceptados no período de 8 e 12 de dezembro de 2006 mostram, de acordo com o
MP, que os denunciados tiraram provas do comitê, a fim de obstruir investigação
eleitoral. As provas teriam sido levadas para a casa de Marconi. <BR><BR>No dia
8 de dezembro, Waldete orienta Rodrigo, funcionários de um dos comitês, a
esconder documentos e computadores. <BR><BR>Waldete - Agora que eu vi que tinha
duas chamadas aqui. Pois é, era pra você sair daí, tirar o notebook, tirar os
documentos... <BR>Rodrigo - Deixa eu te falar, eles chegou de supetão, eles
pegou os documentos do PSDB, viu. <BR>Waldete - Pegou tudo? <BR>Rodrigo - Pegou.
<BR>Waldete - Ai, meu Deus. <BR><BR>Mais tarde, no mesmo dia, Waldete conversa
com Lúcio. <BR><BR>Lúcio - Por que só levaram computador?! <BR>Waldete - Não.
Levaram a documentação toda e os computadores. <BR>Lúcio - A nossa documentação
também? <BR>Waldete - Não, a nossa tá comigo. <BR>Lúcio - Tá certo. Deixa bem
guardado, hein? Não tinha nenhum papel, nenhum rascunho. <BR>Waldete - Não Dr.
Lúcio, não tinha nada assim que comprometesse, a não ser por muita falta de
sorte. <BR><BR>Interceptação do dia 3 de janeiro de 2007, escreve Antonio
Fernando, revela que parte dos documentos subtraídos, inicialmente guardado em
um cofre no Palácio das Esmeraldas, foi levado para a casa de Marconi Perillo.
<BR><BR>5 - Uso da máquina pública - As provas colhidas durante a investigação,
afirma o MP, revelam que Marconi Perillo e Alcides Rodrigues usaram servidores e
bens públicos na campanha de 2006. De acordo com a investigação da Policia
Federal, os seguranças usados nas campanhas eram policiais militares estaduais
durante o horário do expediente. <BR><BR>No dia 2 de janeiro, uma interceptação
telefônica entre Marconi Perillo e Lúcio Fiúza é resumida na denúncia. “Marconi
avisa a Lúcio que pagou os funcionários da Fazenda e os seguranças, faltando
agora o valor do salário dos sargentos que ele não sabe, diz que os sargentos
vieram com uma conversa de ser 700,00, mas ele acha que é menos pois eles estão
recebendo uma parte do governo”. <BR><BR>Além do processo no STF, o governador e
o senador devem responder a ação por crime eleitoral, provocada pelo Ministério
Público Eleitoral. Nesse caso, se forem condenados, podem perder o
mandato.</FONT></P>
<P
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px 0px 20px; COLOR: rgb(0,0,0); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: none; outline-width: 0px"
align=justify><FONT
size=4>=============================================================================================</FONT></P>
<P
style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px 0px 20px; COLOR: rgb(0,0,0); PADDING-TOP: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; TEXT-DECORATION: none; outline-width: 0px"
align=justify><FONT size=4>(repassando) enviado por Flávio Abelha</FONT></P>
<DIV><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><SPAN
style="FONT-SIZE: 24pt; COLOR: #800000"><FONT color=#000080 size=7>Omissão
milionária<BR></FONT></SPAN><BR><STRONG>8 ago 2009</STRONG></DIV></SPAN>
<DIV class=gmail_quote><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 12pt; COLOR: #0000ff"></SPAN></STRONG> </DIV>
<DIV class=gmail_quote><STRONG><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><SPAN
style="FONT-SIZE: 12pt; COLOR: #0000ff">Da Revista Época, em reportagem de
Matheus Leitão<BR></SPAN><BR>
<DIV><STRONG><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">De: <A
href="http://jornale.com.br/zebeto/2009/08/08/omissao-milionaria/"
target=_blank>http://jornale.com.br/zebeto/2009/08/08/omissao-milionaria/</A></SPAN></STRONG></DIV>
<DIV><STRONG><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><A
href="http://revistaepoca.globo.com/EditoraGlobo2/Materia/exibir.ssp?materiaId=86855&secaoId=15223"
target=_blank>http://revistaepoca.globo.com/EditoraGlobo2/Materia/exibir.ssp?materiaId=86855&secaoId=15223</A>
</SPAN></STRONG><BR><SPAN
style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #800000">OPACO</SPAN><BR></DIV>
<DIV></DIV></SPAN></STRONG></DIV>
<DIV class=gmail_quote><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt"></SPAN></STRONG> </DIV>
<DIV class=gmail_quote align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT
size=4>Álvaro Dias, no Senado, e as casas que ele está construindo em Brasília
com o dinheiro não declarado à Justiça Eleitoral.<BR><BR></FONT></DIV></SPAN>
<DIV class=gmail_quote align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT
size=4>O senador Álvaro Dias, um dos que mais cobram transparência, não declarou
R$ 6 milhões à Justiça<BR><BR></FONT></DIV></SPAN>
<DIV class=gmail_quote align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT
size=4>O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) é um dos que mais usam o palanque para
exigir transparência do governo e de seus adversários. Mas, quando o assunto são
suas próprias contas, ele não demonstra ter os cuidados que tanto cobra. Em
2006, Dias informou à Justiça Eleitoral que tinha um patrimmônio de R$ 1,9
milhão dividido em 15 imóveis: apartamentos, fazendas e lotes em Brasília e no
Paraná.<BR></FONT></DIV>
<DIV class=gmail_quote align=justify><FONT size=4></FONT></DIV></SPAN>
<DIV class=gmail_quote align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT
size=4></FONT></SPAN> </DIV>
<DIV class=gmail_quote align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT
size=4>O patrimônio de Dias, no entanto, era pelo menos quatro vezes maior. Ele
tinha outros R$ 6 milhões em aplicações financeiras.<BR><BR></FONT></DIV></SPAN>
<DIV class=gmail_quote align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT
size=4>O saldo das contas não declaradas de Álvaro Dias foi mostrado a ÉPOCA
pelo próprio senador, inadvertidamente, quando a revista perguntou sobre quatro
bens em nome da empresa ADTrade, de sua propriedade, que não apareciam em sua
declaração à Justiça Eleitoral. Para explicar, ele abriu seu sigilo fiscal. Ali,
constavam os valores das aplicações.<BR><BR></FONT></DIV></SPAN>
<DIV class=gmail_quote align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT
size=4>A omissão desses dados à Justiça Eleitoral é questionável, mas não pode
ser considerada ilegal. A lei determina apenas que o candidato declare "bens".
Na interpretação conveniente, a lei não exige que o candidato declare
"direitos", como contas bancárias e aplicações em fundos de
investimento.<BR><BR></FONT></DIV></SPAN>
<DIV class=gmail_quote align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT
size=4>No Congresso, vários parlamentares listam suas contas e aplicações aos
tribunais eleitorais, inclusive o irmão de Álvaro, o também senador Osmar Dias
(PDT-PR). Osmar declarou mais de R$ 500 mil em aplicações e poupanças. Jarbas
Vasconcelos (PMDB-PE) listou quase R$ 150 mil depositados. Francisco Dornelles
(PP-RJ) informou R$ 1,5 milhão em fundos de investimento. O presidente do
Senado, José Sarney (PMDB-MA), atual alvo de uma série de denúncias, declarou
quase R$ 3 milhões da mesma forma. Há poucos dias, Sarney foi denunciado por não
ter informado à Justiça Eleitoral a respeito da casa que mora em
Brasília.<BR><BR></FONT></DIV></SPAN>
<DIV class=gmail_quote align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT
size=4>Na interpretação de dois dos maiores especialistas de Direito eleitoral,
Fernando Neves e Eduardo Alckmin, o espírito da lei é de transparência: "É
conveniente que o político declare contas bancárias e aplicações financeiras
para que o eleitor possa comparar o patrimônio no início e no fim do mandato",
diz Neves. "Não há irregularidade, mas é importante para evitar confusões no
caso de um acréscimo patrimonial durante o mandato", afirma
Alckmin.<BR><BR></FONT></DIV></SPAN>
<DIV class=gmail_quote align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT
size=4>Álvaro Dias diz que o dinheiro não consta em sua declaração porque queria
se preservar. "Não houve má intenção", afirma. Em conversas reservadas, ele tem
dito que o objetivo da omissão era manter a segurança de
familiares.<BR><BR></FONT></DIV></SPAN>
<DIV class=gmail_quote align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT
size=4>O dinheiro não declarado de Álvaro Dias, segundo ele, é fruto da venda de
uma fazenda de 36 hectares em Maringá, Paraná, por R$ 5,3 milhões. As terras,
presente de seu pai, foram vendidas em 2002. O dinheiro rendeu em aplicações,
até que, em 2007, Álvaro Dias comprou um terreno no Setor de Mansões Dom Bosco,
em Brasília, uma das áreas mais valorizadas da capital. No local, estão sendo
construídas cinco casas, cada uma avaliada em cerca de R$ 3
milhões.<BR><BR></FONT></DIV></SPAN>
<DIV class=gmail_quote align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT
size=5><FONT size=4>Quando as casas forem vendidas, o patrimônio de Álvaro Dias
crescerá ainda mais.</FONT></FONT></SPAN></DIV>
<DIV class=gmail_quote align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT
size=5><FONT
size=4>=======================================================================================================</FONT></FONT></SPAN></DIV>
<DIV class=gmail_quote align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT
size=5><FONT size=4>(o corruptasso) enviado pelo grupo
Beatrice</FONT></FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT
size=5><FONT size=4></FONT></FONT></SPAN></SPAN></DIV>
<DIV><SPAN
style="WORD-SPACING: 0px; FONT: 14pt Segoe UI; TEXT-TRANSFORM: none; COLOR: rgb(0,0,0); TEXT-INDENT: 0px; WHITE-SPACE: normal; LETTER-SPACING: normal; BORDER-COLLAPSE: separate; TEXT-ALIGN: left"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT size=5><FONT size=4>"
<DIV style="FONT: 10pt arial">----- Original Message -----
<DIV style="BACKGROUND: #e4e4e4; font-color: black"><B>From:</B> <A
title=lista@pontoflash.com.br href="mailto:lista@pontoflash.com.br">Alexandre
L</A> </DIV></DIV>
<DIV><BR></DIV>
<DIV><FONT size=3>"O dedo sujo, infelizmente é o de vossa excelência, são os
dedos dos jatinhos que o Senado pagou"<BR><BR><BR>
<HR>
CorrupTasso utiliza verba oficial do Senado para fretar jatinhos<BR><BR>Portal
Terra<BR><BR>BRASÍLIA - O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) gastou parte de sua
verba oficial de passagens aéreas paga pelo Senado, para fretar jatinhos com
recursos do Legislativo. O valor somou R$ 335 mil entre 2005 e 2007. De 2007 até
agora foram mais R$ 134 mil, totalizando R$ 469 mil, segundo o sistema de
acompanhamento do Orçamento (Siafi). As informações são do jornal Folha de
S.Paulo.<BR><BR>O senador diz que obteve autorização especial para fazer as suas
viagens, já que o ato da direção da Casa que regula o benefício não permite esse
tipo de procedimento. A autorização, segundo Tasso, foi obtida após o envio de
ofícios para o então diretor-geral da Casa, Agaciel Maia. Segundo a Folha, as
brechas foram autorizadas pessoalmente pelo primeiro-secretário da Casa entre
2005 e 2008, Efraim Morais (DEM-PB), sem consulta à Mesa Diretora.<BR><BR>Tasso
Jereissati alega que os gastos no período somam apenas R$ 358 mil. Tasso tem o
seu próprio avião, um jato Citation, mas afirmou que recorre a fretamentos
quando o seu está indisponível. O ato que regulamenta a distribuição de
passagens é claro ao determinar que cada senador terá direito só a bilhetes em
aviões de carreira. Segundo o jornal, é vetado outro tipo de subsídio que não
sejam os bilhetes.<BR><BR><BR>Relembrando:<BR><BR>Asas eleitorais<BR><BR>No
apagar das luzes de 2001, o Diário Oficial do Estado do Ceará publicou um
contrato assinado por João Jaime Gomes Marinho, chefe de gabinete do então
governador Tasso Jereissati (PSDB), e pelo dono da empresa Táxi Aéreo Fortaleza
(TAF), João Ariston de Araújo. O negócio, no valor de R$ 410 mil, foi feito sem
licitação, e o dinheiro público serviria para pagar seis meses de aluguel de um
helicóptero modelo Esquilo para quatro passageiros e um avião tipo Caravan, que
comporta seis pessoas. Não bastasse a dispensa da licitação, alegando calamidade
pública, a surpresa maior veio agora em abril.<BR><BR>O mesmo Diário Oficial
republicou no dia 10 de abril, sem nenhuma justificativa, o contrato triplicando
o valor do aluguel para R$ 1,2 milhão. Detalhe: os novos valores estavam
assinados desde o dia 7 de fevereiro, mas só foram oficializados na gestão do
governador Beni Veras (PSDB), o vice de Tasso, que assumiu com a
desincompatibilização do titular. Em Fortaleza operam pelo menos outras quatro
companhias de táxi aéreo. O preço da TAF é o maior. O preço por hora de um
helicóptero Esquilo é de R$ 2,4 mil. Na empresa Uirapuru, o mesmo aparelho sai a
R$ 2 mil a hora. Já na Nortstar a hora é de R$ 2,1 mil. As empresas alugam ainda
aviões bimotores, com o dobro da capacidade do Caravan, abaixo da tabela da TAF.
O contrato chamou a atenção por causa dos valores e levanta a suspeita do uso na
campanha eleitoral.</FONT></DIV>
<DIV><BR><A
href="http://www.terra.com.br/istoe/1701/brasil/1701_pfl_esta_certo_disso_3.htm"><FONT
size=3>http://www.terra.com.br/istoe/1701/brasil/1701_pfl_esta_certo_disso_3.htm</FONT></A>
</DIV></FONT>
<DIV class=gmail_quote align=justify><BR></FONT></SPAN></SPAN><BR
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style="mso-special-character: line-break"></DIV></DIV></DIV></SPAN><o:p></o:p><!-- |**|end egp html banner|**| -->
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN
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<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><IMG height=1
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<P class=texto><FONT face=Arial size=2></FONT><BR> </P></BODY></HTML>