<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN">
<HTML xmlns:o = "urn:schemas-microsoft-com:office:office"><HEAD>
<META http-equiv=Content-Type content="text/html; charset=windows-1252">
<META content="MSHTML 6.00.2900.3132" name=GENERATOR>
<STYLE></STYLE>
</HEAD>
<BODY bgColor=#ffffff>
<DIV><BR></DIV>
<DIV>
<H3 class=titulo_da_noticia><FONT face=Forte color=#ff0000 size=6>Carta O
Berro<FONT
size=3>.................................................................................repassem</FONT></FONT></H3>
<H3 class=titulo_da_noticia><FONT size=5></FONT> </H3>
<H3 class=titulo_da_noticia><FONT size=5>Olhar Virtual</FONT> -edição 257 de 7
de julho de 2009-</H3>
<H3 class=titulo_da_noticia><A
href="http://www.olharvirtual.ufrj.br/2006/index.php?id_edicao=257&codigo=4">http://www.olharvirtual.ufrj.br/2006/index.php?id_edicao=257&codigo=4</A></H3>
<H3 class=titulo_da_noticia>Por dentro do golpe</H3>
<H4 class=autoria_da_noticia>Aline Durães e Fernanda Turino</H4><IMG
src="http://www.olharvirtual.ufrj.br/2006/imagens/edicoes/257/tira_olho_no_olho.jpg"
width=200 align=left border=0>
<P>Foi no domingo, 28 de junho, que a democracia latino-americana se viu mais
uma vez ameaçada pelo braço da repressão. O golpe militar que prendeu e exilou
Manuel Zelaya, ex-presidente de Honduras, e conduziu ao cargo o então chefe do
Congresso, Roberto Micheletti, colocou o país da América Central em destaque no
cenário mundial e reacendeu a discussão acerca da fragilidade das instituições
democráticas na região. </P>
<P>A reação foi imediata: Hugo Chávez, presidente da Venezuela vítima de uma
tentativa de golpe em 2002, manifestou apoio a Zelaya. Outros chefes de Estado
da América Latina, entre eles o presidente Luís Inácio Lula da Silva, também se
mostraram preocupados com a situação hondurenha. A Organização dos Estados
Americanos (OEA) repudiou o golpe militar e, depois de uma sessão convocada em
caráter de emergência, suspendeu Honduras. Também a Organização das Nações
Unidas (ONU) condenou a prisão de Zelaya e pediu sua restituição ao antigo
cargo.</P>
<P>O golpe militar aconteceu como reação ao plebiscito, a ser realizado no
próprio dia 28, no qual a população decidiria ou não pela convocação de uma
Assembleia Nacional Constituinte em 2010, cujo objetivo principal seria a
elaboração de uma nova Constituição para Honduras. Entre outras coisas, a nova
Carta Magna permitiria a terceira candidatura de Zelaya à Presidência do país e
ampliaria a democracia participativa do povo hondurenho. </P>
<P>Mas que outros motivos podem explicar a atual situação política de Honduras?
A atuação dos militares hondurenhos abre precedentes para novos golpes na
América Latina? A pressão internacional para que Zelaya seja reempossado pode
surtir efeito? Para responder a essas e outras questões, o <STRONG>Olhar
Virtual</STRONG> conversou com Franklin Trein, professor do Instituto de
Filosofia e Ciências Sociais (IFCS), e Roberto Leher, professor da Faculdade de
Educação (FE) e 1º vice-presidente da Seção Sindical de Docentes da UFRJ
(Adufrj), que, na última semana, organizou uma moção de apoio ao povo
hondurenho. Confira!</P>
<P><EM>“Talvez o melhor desfecho de toda esta crise venha a ser o
desmascaramento dos verdadeiros interesses, econômicos e políticos, por trás do
golpe”</EM> </P>
<H4><SPAN class=nome_do_professor>Franklin Trein</SPAN><BR><SPAN
class=titulo_do_professor>Professor do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais
(IFCS)</SPAN></H4>
<P>“No meu entender a única novidade nos fatos ocorridos recentemente em
Honduras é, até agora, a aparente não-participação direta do governo dos Estados
Unidos, que, ao não atribuir legitimidade aos militares golpistas e declarar que
considera Manuel Zelaya ainda o presidente do país, rompe com uma tradição de
intervenção nos assuntos internos hondurenhos que começou no final do século
XIX. Em outras palavras, há mais de um século os capitais norte-americanos,
liderados pela então United Fruit Co., se apossaram de enormes extensões de
terra, monopolizaram a produção de frutas, tomaram conta dos transportes
ferroviários, da navegação de cabotagem e de longo curso, ocuparam os portos, e
por fim governaram o país impondo governos ditatoriais, militares ou civis,
promovendo eleições sempre fraudadas, dando golpes para destituir governos que
deixavam de ser serviçais. As Forças Armadas norte-americanas e agentes civis
dos Estados Unidos agiram diretamente em território de Honduras ou treinaram e
apoiaram militares e civis hondurenhos na prática de assassinatos, torturas,
desaparecimentos, expulsão do país de todo aquele que se opusesse aos seus
interesses. Foi assim durante décadas e principalmente no período em que forças
revolucionárias lutavam para derrubar a ditadura de Somoza na vizinha Nicarágua.
Perdida a Nicarágua para os Sandinistas, Honduras, que já cumpria um papel
importante, se tornou o principal centro de irradiação das operações
político-militares dos Estados Unidos na América Central e no Caribe, onde os
seus interesses econômicos são defendidos por todos os meios e, quando
necessário, com intervenção militar direta.</P>
<P>O presidente Manuel Zelaya, que assumiu a presidência de Honduras em 27 de
janeiro de 2006, foi eleito com o apoio de seu partido, o Partido Liberal, e de
outras agremiações de centro e centro-direita. O fato de portar o nome Zelaya,
que lembra o movimento dos camponeses liderados por Lorenzo Zelaya, assassinado
em 1965, talvez tenha contribuído para que Manuel Zelaya, pouco a pouco,
começasse a olhar para o povo sofrido de seu país. O diálogo com o presidente
Chávez e com outros líderes mais à esquerda na América Latina certamente
desagradou a classe dominante hondurenha, um grupo social muito reduzido – 230
proprietários detêm 75% das terras agricultáveis –, sempre intimamente ligado às
Forças Armadas e às Forças de Segurança nacionais. </P>
<P>O fato novo, neste momento, é a declaração do presidente Obama (presidente
dos EUA) de que não reconhece o governo que se instalou em Tegucigalpa. Isto, no
entanto, não é sinônimo de que os Estados Unidos, através de seus agentes
tradicionais, tenham deixado de intervir na região e não estejam envolvidos em
mais um golpe contra a frágil democracia hondurenha.</P>
<P>Não vejo hipótese de o presidente Zelaya voltar ao poder por simples pressão
da comunidade internacional. Qualquer solução, que não seja a permanência dos
golpistas no poder, terá que ser negociada.</P>
<P>Talvez o melhor desfecho de toda esta crise venha a ser o desmascaramento dos
verdadeiros interesses, econômicos e políticos, por trás do golpe. Assim,
enquanto o presidente Obama ocupar a Casa Branca, com o apoio de lideranças
progressistas na América Latina e também de outras regiões, as forças políticas
mais à esquerda em Honduras poderão ter espaço para ganhar alguma coesão social
e política, que permita, no futuro próximo, dar ao país um destino de mais
justiça, liberdade e desenvolvimento. </P>
<P>Honduras, um país pobre, saqueado todos os dias ao longo de sua história,
permanentemente desrespeitado em sua soberania, com seus pouco menos de seis
milhões de habitantes, tem um déficit de alimentos, de habitação, de escolas, de
saneamento e uma dívida pública que fazem dele portador de um dos mais baixos
índices de desenvolvimento humano de todo o Continente.”</P>
<P><EM>É crucial que os movimentos possam defender o direito a plebiscitos
democráticos e à democracia participativa, para que as reformas possam seguir
avançando contra a mercantilização de todas as esferas da vida”</EM> </P>
<H4><SPAN class=nome_do_professor>Roberto Leher</SPAN><BR><SPAN
class=titulo_do_professor>Professor da Faculdade de Educação (FE)</SPAN></H4>
<P>“Todo golpe militar é um duro golpe na débil democracia latino-americana, uma
democracia que está baseada na separação radical das esferas política e
econômica. Toda tentativa de alteração da ordem econômica abortada por golpes é,
nesse sentido, um severo golpe contra a democracia. Não creio que o golpe
militar em Honduras abra precedente de novos golpes em curto prazo, mas em médio
e longo sim. Não podemos nos esquecer de que este golpe não é um raio em céu
azul, pois antes houve tentativas de golpes na Venezuela, contra Chávez, e na
Bolívia, contra Morales. Enquanto as contradições da crise e do padrão de
acumulação puderem ser manejadas pelo social-liberalismo, Obama dificilmente
apoiará abertamente qualquer intento golpista. Mas caso a crise leve de roldão a
popularidade dos governos social-liberais (como Lula da Silva, Tabaré Vásquez,
Bachelet, Kirchner, entre outros) e, ainda, caso os países da Aliança
Bolivariana das Américas (ALBA) — Venezuela e Bolívia, especialmente —
aprofundem as transformações antimercantis, todas as possibilidades estarão
abertas. Não é ocioso lembrar que a Crise de 1929 conduziu ao fascismo e à
Segunda Guerra Mundial. Saídas pela direita e com a força não podem ser
descartadas.</P>
<P>A situação em Honduras não é, entretanto, uma resposta da direita ao
movimento esquerdista verificado em alguns países da América Latina nos últimos
anos. Os atores que impulsionaram o golpe e a natureza do conflito corroboram a
leitura de que se trata de um conflito intraburguês. A esquerda socialista
hondurenha é pequena e sua representação parlamentar é diminuta. Não se trata de
um confronto direita e esquerda no sentido forte da palavra, mas de um confronto
que mostra que os limites para as reformas dentro da ordem estão cada vez mais
estreitos, exigindo estratégias que avancem para reformas contra a (e fora da)
ordem, visto que as frações burguesas dominantes não estão dispostas a ceder nem
um milímetro. O afastamento dos setores dominantes do governo de Zelaya passou a
assumir um caráter beligerante após a aprovação da elevação modesta do salário
mínimo.</P>
<P>A repressão está duríssima, lideranças estão sendo presas, não há liberdade
de imprensa com as corporações no controle das mesmas. Preocupa-nos o
antecedente de um golpe, no momento em que o processo de crise do capitalismo
mostra toda a sua profundidade. Em suma, temos compromisso com a democracia na
América Latina e no mundo, e não podemos nos silenciar diante de um
acontecimento tão grave.</P>
<P>Precisamos dar visibilidade ao acontecimento, enfrentar as inverdades dos
meios de comunicação que insistem em associar o golpe a um suposto levante de
Zelaya em prol de um novo mandato, sustentando a legitimidade de uma aproximação
do país com o projeto da ALBA, caso seja essa a vontade popular. É crucial que
os movimentos possam defender o direito a plebiscitos democráticos e à
democracia participativa, para que as reformas possam seguir avançando contra a
mercantilização de todas as esferas da vida e, não menos importante, que os
movimentos acompanhem a integridade física de cada militante social hondurenho,
denunciando veementemente prisões e perseguições. É importante repudiar a quebra
do princípio constitucional de que as forças armadas não podem se imiscuir nos
conflitos políticos internos dos países. Os movimentos podem ter um importante
protagonismo na exigência de que o governo Obama e a OEA, mais do que
declarações abstratas, empreendam ações efetivas contra os golpistas.”
</P>
<P>=========================================================================================================</P>
<DIV><FONT face=Arial size=2>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center"
align=center><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial">MR. PRESIDENT JOHN MCCAIN – O
OFICIAL E O PARALELO<o:p></o:p></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center"
align=center><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center"
align=center><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: right"
align=right><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Laerte
Braga<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: right"
align=right><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: right"
align=right><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>Não é só Honduras que tem um governo
constitucional e um governo paralelo por força de realidades golpistas. Os
Estados Unidos também. Barak Obama venceu o senador John McCain nas eleições do
ano passado. Venceu no voto popular e no Colégio Eleitoral. Diferente de George
Bush, que perdeu em 2000 no voto popular e venceu no Colégio Eleitoral numa
fraude bisonha, mas que norte-americanos engoliram goela abaixo para não
“fraturar” a democracia do país.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>Onde fraude impede fratura não sei, mas lá
ficou assim.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>Obama tomou posse, anunciou ao mundo uma
nova era e transformou o governo do seu país num espetáculo itinerante. Primeiro
presidente supostamente negro, de origem humilde, criado por muçulmanos e com
uma estrela de primeira grandeza em seu ministério, a secretária de Estado
Hilary Clinton, sua adversária no partido
Democrata.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>É o governo
oficial.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>McCain voltou ao Senado e juntou os cacos do
governo Bush, principalmente Dick Chaney, o ex-vice-presidente, figura principal
dos anos de terror republicano e montou o governo
paralelo.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>É que comanda os
EUA.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>O golpe militar em Honduras foi pensado,
planejado e desfechado por militares hondurenhos a soldo de empresários de seu
país associados a empresários norte-americanos, tudo por baixo dos panos da CIA
e das articulações de Chaney e
McCain.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>Chamam isso de patriotismo. De defesa da
democracia. São os “negócios”.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>O governo oficial condenou o golpe, Obama
falou em volta do presidente deposto Manuel Zelaya e tudo ficou do mesmo
tamanho.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>O governo paralelo de McCain convidou os
golpistas a enviarem uma delegação a seu país, promoveu encontro com políticos,
empresários e na prática, no paralelo, legitimou o golpe.
<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>Não importa que Obama tenha se recusado a
receber os “patriotas”. O golpe já estava
consumado.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>Hilary Clinton, mais na real, percebeu toda
a movimentação, a impotência do governo oficial para enfrentar os golpistas sem
“fraturar” a tal democracia norte-americana e foi logo propondo um acordo em que
parece que a legalidade fica salva, mas a prática golpista
permanece.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>O governo paralelo está governando os EUA. O
governo oficial ainda não achou o caminho ou a chave da porta do país. E conta
de quebra com o vice-presidente Joe Binden para o meio de campo, coisa assim do
tipo “os caras não vão engolir isso, é melhor assim ou
assado”.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>Nessa confusão toda vão assando
Obama.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>A solução de acordo agradaria a generais
hondurenhos que não admitem o “desprestígio” de voltar atrás no golpe e contam
com generais norte-americanos como aliados. Honduras já foi conhecida como
“porta aviões” dos EUA. Há uma base com 500 soldados norte-americanos e forte
armamento. <o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>Obama não tem controle sobre os generais de
seu país. McCain sabe como trata-los é considerado herói da guerra do Vietnã,
exatamente a que perderam de forma clara e
definitiva.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>As ofensas racistas do “chanceler” do
governo golpista ao presidente oficial dos EUA e que valeram hoje protestos
oficias do governo de Obama, refletem o pensamento das elites de ambos os
países. O mesmo embaixador que encaminhou o protesto, foi o artífice do
golpe.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>A primeira decisão de Obama ainda não foi
tomada. Se é negro de fato, ou só de cor da pele e se assim o for, aí é branco.
<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>“El negrito” não é da lavra do “chanceler.”
É a forma como o governo paralelo de McCain enxerga e trata Obama. É como se
referem ao presidente oficial os que detêm o poder real nos
EUA.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>Toda a virulência da linguagem do presidente
golpista de Honduras Roberto Michelletti deriva daí. Ele e seu grupo,
empresários hondurenhos ligados a empresários norte-americanos, enfrentam Barak
Obama sem qualquer receio ou constrangimento, pois sabem que têm o apoio, mais
que isso, o estímulo do governo paralelo de
McCain.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>Dick Chaney continua sendo o principal
formulador das reais políticas dos
EUA.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>O golpe militar em Honduras é só um teste
para aventuras maiores. Venezuela, Nicarágua, Bolívia, Paraguai, El Salvador,
Cuba, Equador, todas as antigas colônias latino-americanas.
<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>Não há exagero em dizer que o governo
paralelo de McCain é como um esquadrão da morte em dimensão mundial. Aviões não
tripulados atacaram um acampamento no Paquistão e mataram 45 pessoas. Segundo
eles “insurgentes”. Segundo o governo do Paquistão – que é aliado dos
norte-americanos – um ataque desnecessário, que revolta a população, viola a
soberania do país e inflama o povo contra o governo e o leva a proteger
“insurgentes”.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>O grande problema de Barak Obama é que eles
quebraram o país, mas deixaram a bomba em suas mãos. Se explodir a culpa é dele.
Eles voltam, saem do paralelo (diferente de clandestinidade, pois agem à luz do
dia). E muito pior que isso. O que parecia ser uma nova era, volta a ser um
túnel tenebroso e sem perspectivas de saídas. Tem quem acredite nessas histórias
de mocinho acabando com bandido versão Hollywood. Nunca se sabe quem é bandido
ou qual é o mocinho em se tratando dos
EUA.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>Para os latino-americanos a alternativa é a
luta. A organização popular. A resistência. Sabendo de antemão que o grosso de
seus militares – que em tese seriam a garantia da soberania e da integridade
territorial – são controlados à distância por Washington, pelos porões de
Washington.<SPAN style="mso-spacerun: yes"> </SPAN>Vide o caso do general
brasileiro Augusto Heleno, ex-comandante militar da Amazônia e hoje garoto
propaganda da VALE. Cumpre o ofício em palestras “patrióticas” Brasil
afora.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>O que está acontecendo em Honduras é bem
mais que Honduras. Permanece intocada, muito bem guardada, a grande teia
golpista que comandou as ditaduras militares na América Latina no século
passado. <o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>E levam de lambuja a mídia dominada,
comprada e vendendo a idéia do colonizador. Yes, Barra da Tijuca. Yes,
FIESP/DASLU. Yes, José Serra. Essa estranha cunha criada pelo capitalismo e que
chamam de classe média achando que New York e a Broadway estão ali, é só virar a
esquina. Ou apertar o controle remoto e ligar o aparelho de
tevê.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>Yes
Tegucigalpa.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>Tudo termina em Hollywood, ou, se for no
Brasil, acaba no programa do Faustão. E
congêneres.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>Não deixe de tomar o remédio mágico do
grande irmão, a pílula que nos transforma em consumidores desvairados no estrito
cumprimento do dever. É servida diariamente em doses maciças no JORNAL NACIONAL.
Ou qualquer veículo da grande
mídia.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>No mais, já está à disposição de todos na
rede mundial de computadores o encontro de Elvis Presley e Michael Jackson no
céu. <o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>O governo paralelo de McCain é capaz de
prodígios inimagináveis.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>O governo oficial de Obama é de brincadeira.
Para inglês ver. Se é que inglês enxerga alguma coisa desde Margareth Teatcher.
Ou na versão de um tucano brasileiro, de plantão no assalto aos cofres públicos
na cidade mineira de Juiz de Fora, prefeito, “a Inglaterra acabou depois que
acabaram com o fog. Perdeu a graça”.
<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>De tudo fica a lição da luta popular. De
lutadores invencíveis. Em qualquer circunstância. Como naqueles filmes de ficção
(nem tanto), em que humanos lutam com andróides.
<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>Navegar é isso. Acaba sendo viver. E assim a
luta não pára.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG><FONT
face="Times New Roman" size=3> </FONT></STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT
face="Times New Roman"><FONT size=3>Eles também aprenderam isso e vão aprender
mais, bem mais. Vão aprender que não têm a liberdade na palma da mão, não podem
fechar os punhos e prendê-la. O povo de Honduras está mostrando
isso.<o:p></o:p></FONT></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Times New Roman"
size=3> </FONT></o:p></SPAN></P></FONT></DIV><STRONG></STRONG></DIV></BODY></HTML>