<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN">
<HTML xmlns:o = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" xmlns:st1 =
"urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags"><HEAD><TITLE>Nova pagina 1</TITLE>
<META http-equiv=Content-Type content="text/html; charset=windows-1252">
<META content="MSHTML 6.00.2900.3132" name=GENERATOR>
<STYLE></STYLE>
</HEAD>
<BODY bgColor=#ffffff>
<DIV> </DIV>
<P align=left><B><FONT face=forte color=#ff0000 size=5>
<MARQUEE scrollAmount=20 scrollDelay=200 width=322>CARTA O BERRO.
..........repassem.</MARQUEE></FONT></B></P>
<META content="MSHTML 6.00.2900.3132" name=GENERATOR>
<STYLE></STYLE>
<DIV>
<TABLE class=MsoNormalTable
style="WIDTH: 390pt; mso-cellspacing: 0cm; mso-padding-alt: 0cm 0cm 0cm 0cm"
cellSpacing=0 cellPadding=0 width=520 border=0>
<TBODY>
<TR style="mso-yfti-irow: 0; mso-yfti-firstrow: yes; mso-yfti-lastrow: yes">
<TD
style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 0cm; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 0cm; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8; BACKGROUND-COLOR: transparent"
vAlign=top>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN
class=noticiadata><FONT face=Arial size=2></FONT></SPAN> </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN
class=noticiadata><FONT face=Arial size=2></FONT></SPAN> </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN
class=noticiadata><FONT face=Arial size=2></FONT></SPAN> </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN
class=noticiadata><FONT face=Arial size=2></FONT></SPAN> </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN
class=noticiadata><IMG alt="" hspace=0
src="cid:040001c9fb66$08a99fe0$0200a8c0@vcaixe" align=baseline
border=0></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN
class=noticiadata></SPAN> </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN
class=noticiadata>02.07.09 -</SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN
class=noticiadata></SPAN> </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN
class=noticiadata><FONT face=Arial size=2></FONT></SPAN> </P></TD>
<TD
style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 0cm; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 0cm; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8; BACKGROUND-COLOR: transparent"
vAlign=top>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: right"
align=right><o:p> </o:p></P></TD></TR></TBODY></TABLE>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN class=noticiatitulo><FONT
size=5><STRONG>Para entender o golpe em
Honduras</STRONG></FONT></SPAN><o:p></o:p></P>
<TABLE class=MsoNormalTable
style="MARGIN: auto auto 5.25pt 15pt; WIDTH: 32.05pt; mso-cellspacing: 0cm; mso-padding-alt: 0cm 0cm 0cm 0cm; mso-table-lspace: 17.25pt; mso-table-rspace: 2.25pt; mso-table-bspace: 7.5pt; mso-table-anchor-vertical: paragraph; mso-table-anchor-horizontal: column; mso-table-left: right; mso-table-top: middle"
cellSpacing=0 cellPadding=0 width=43 align=right border=0>
<TBODY>
<TR style="HEIGHT: 14.95pt; mso-yfti-irow: 0; mso-yfti-firstrow: yes">
<TD
style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 0cm; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 0cm; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8; HEIGHT: 14.95pt; BACKGROUND-COLOR: transparent">
<P class=MsoNormal
style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 17.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-element-left: right; mso-element-top: middle; mso-height-rule: exactly"
align=center><o:p> </o:p></P></TD></TR>
<TR style="HEIGHT: 15.8pt; mso-yfti-irow: 1">
<TD
style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 0cm; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 0cm; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8; HEIGHT: 15.8pt; BACKGROUND-COLOR: transparent">
<P class=MsoNormal
style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 17.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-element-left: right; mso-element-top: middle; mso-height-rule: exactly"
align=center><o:p> </o:p></P></TD></TR>
<TR style="HEIGHT: 14.95pt; mso-yfti-irow: 2; mso-yfti-lastrow: yes">
<TD
style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 0cm; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 0cm; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8; HEIGHT: 14.95pt; BACKGROUND-COLOR: transparent">
<P class=MsoNormal
style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 17.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-element-left: right; mso-element-top: middle; mso-height-rule: exactly"><o:p> </o:p></P></TD></TR></TBODY></TABLE>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face=Arial
size=2></FONT><BR><st1:PersonName ProductID="Elaine Tavares" w:st="on"><SPAN
class=noticiaautor>Elaine Tavares</SPAN></st1:PersonName><SPAN
class=noticiaautor> *</SPAN><o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><BR><SPAN
class=noticiacidade>Adital - </SPAN><SPAN
class=noticiatexto><o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"> <o:p></o:p></P>
<P>De repente, um pequeno país da América Central, cuja capital poucos conseguem
pronunciar o nome, Tegucigalpa, virou notícia mundial. Uma velha e conhecida
história ali se repetia, quando mais ninguém acreditava que isso pudesse ser
possível. Um golpe de estado contra um presidente que não é nenhum
revolucionário de esquerda, pelo contrário, é um bem comportado político do
partido liberal. O motivo do golpe é pueril: a decisão do presidente de fazer
uma consulta popular sobre a possibilidade de uma Constituinte. Em Honduras,
ouvir o povo é considerado um ato de lesa pátria. Nada poderia ser mais
anacrônico nestes tempos de participação protagônica das gentes.<o:p></o:p></P>
<P>A história<o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Honduras é um pequeno país da
América Central cuja história é muito peculiar. Primeiro, porque foi o berço de
uma das mais incríveis civilizações desta parte do mundo: os maias. E segundo,
porque durante as guerras de independência que tomaram conta da América
espanhola, foi ali que se criou a República Federal das Províncias Unidas da
América Central, um ensaio da pátria grande, tão sonhada por Bolívar. Os maias
foram dizimados e a proposta de federação não resistiu ao sonhos de grandeza de
alguns e, em <st1:metricconverter ProductID="1838, a" w:st="on">1838,
a</st1:metricconverter> região da América Central também balcanizou. Honduras
virou um estado independente e acabou entrando no diapasão das demais repúblicas
da região: dominada por caudilhos e fiel serviçal das grandes potências da
época, tais como a Inglaterra, a Alemanha e a nascente nação dos Estados Unidos.
<o:p></o:p></P>
<P>As ligações perigosas<o:p></o:p></P>
<P>Como era comum naqueles dias, a elite governante se digladiava entre liberais
e conservadores. Com o fim da idéia de federação e a morte do liberal Francisco
Morazón, considerado o mártir de Tegucigalpa, que morreu em 1842 ainda lutando
pela unificação da América Central, os conservadores assumiram o comando e o
país virou prisioneiros da dívida externa, conforme conta o historiador James
Cockcroft, no livro América Latina e Estados Unidos. Os liberais só voltaram ao
poder no final do século XIX, mas já totalmente catequizados para viverem de
maneira dependente dos países centrais. No início do século XX chegaram as
bananeiras estadunidenses e com elas o processo de super-exploração. A United
Fruit Company, a Standart Fruit e a Zemurray´s Cuyamel Fruit passaram a comandar
os destinos das gentes. E quando estas tentaram se rebelar, foi a marinha
estadunidense quem desembarcou no país para reprimir as mobilizações. Honduras
virou, desde então, um país ocupado. Os camponeses trabalhavam nas piores
condições e as bananeiras ditavam as leis, financiando os dois partidos
políticos locais.<o:p></o:p></P>
<P>Nos anos 30, quando uma grande depressão agitou o país, o governante de
plantão, General Carías, submeteu o país, com a ajuda armada estadunidense, a 16
anos de lei marcial. E, como é comum, quando ficou obsoleto, foi retirado do
poder por um golpe.<o:p></o:p></P>
<P>Em 1950, depois da segunda guerra, as bananeiras exigiram mudanças e o Banco
Mundial foi chamado para promover a "modernização" de Honduras. Gigantescas
greves de trabalhadores - como a dos plantadores de banana que parou o país por
69 dias - e de estudantes foram reprimidas em nome do desenvolvimento. E tudo o
que eles queriam era o direito de ter um sindicato. Havia eleições mas, na
verdade, com uma elite claudicante eram os militares quem davam as cartas e
foram eles, apavorados com os avanços dos trabalhadores, que assinaram um
acordo com os Estados Unidos para que este país pudesse ter bases militares no
território hondurenho.<o:p></o:p></P>
<P>O medo de mais revoltas populares fez com que o governo realizasse uma
espécie de reforma agrária nos anos 60 e 70 que acabou freando as mobilizações
no campo, embora o benefício não tenha chegado a um décimo dos camponeses. Ao
longo dos anos 70 os escândalos envolvendo generais no governo e as bananeiras
se sucederam, causando mais mobilização nas cidades e nos campos, onde os
trabalhadores já se organizavam de modo mais sistemático. Mas, os anos 80 trarão
uma nova ocupação estadunidense que acabou subordinando a vida das gentes outra
vez.<o:p></o:p></P>
<P>Os sandinistas e os EUA<o:p></o:p></P>
<P>Os anos 80 são tempos de guerra fria. Os Estados Unidos insistem na luta
contra Cuba e também contra a Nicarágua que busca sua autonomia através da
revolução sandinista. E, assim, com o mesmo velho discurso de combater o
comunismo, Jimmy Carter manda para Honduras os seus "boinas verdes", para ajudar
na defesa das fronteiras, uma vez que o país faz limite com a Nicarágua. Além
disso, os EUA abocanham mais de três milhões de dólares pela venda de armas e
aluguel de helicópteros. Na verdade, lucram e ainda usam o exército hondurenho
para realizar numerosas matanças de refugiados salvadorenhos e nicaraguenses. É
ali, em Honduras, que, com o apoio da CIA, se leva a cabo o treinamento dos
contras que, por anos, assolaram a revolução sandinista e o próprio governo
revolucionário. Era o tempo em que um batalhão especial liderado por um general
hondurenho anti-comunista, promoveu massacres contra lideranças da esquerda de
toda a região.. E assim, durante toda a década, apesar dos escândalos políticos
e mudanças de mando, a "ajuda" estadunidense aos generais de plantão sempre se
manteve impávida com milhões de dólares sendo investidos nos acampamentos dos
contras, que somavam mais de 15 mil soldados.<o:p></o:p></P>
<P>Nos anos <st1:metricconverter ProductID="90, a" w:st="on">90,
a</st1:metricconverter> situação em Honduras era tão crítica que até a
conservadora igreja católica passou a apoiar os militantes dos direitos humanos
que denunciavam estar o país a beira de uma guerra. A derrota dos sandinistas na
Nicarágua refreou os ânimos, mas ainda assim, seguiram as denúncias de
assassinatos e violações.. No final da década, os governos neoliberais já haviam
destruído as cooperativas de trabalhadores e devolvido terras às companhias
estadunidenses. Nada mudava no país.<o:p></o:p></P>
<P>Zelaya<o:p></o:p></P>
<P>Manuel Zelaya foi eleito presidente em 2005, pelo Partido Liberal, mas esteve
em cargos importantes durantes os últimos governos. Era, portanto, um homem do
sistema. Seus problemas com os Estados Unidos começaram em 2006, quando decidiu
reduzir o custo do petróleo, passando a discutir com Hugo Chávez, da Venezuela,
a possibilidade de negócios conjuntos, o que acabou culminando, em janeiro de
2008, com a entrada de Honduras na órbita da Petrocaribe, um acordo de
cooperação energética que busca resolver as assimetrias no acesso aos recursos
energéticos. Este acordo incluiu Honduras na lógica da ALBA, a Alternativa
Bolivariana para as Américas, projeto de Chávez <st1:PersonName
ProductID="em contraposição à ALCA" w:st="on">em contraposição à
ALCA</st1:PersonName>, que tentava se impor a partir dos Estados Unidos. A
proposta de Chávez foi a de vender o petróleo a Honduras, com pagamento de
apenas 50%, sendo a outra metade paga em 25 anos, com um juro pífio, permitindo
assim que Honduras investisse em áreas sociais. O plano, apesar de bom para o
país, foi duramente criticado pela classe política. E os Estados Unidos perderam
um parceiro de TLC (os mal fadados acordos de livre comércio), o que provocou
tremendo mal estar em Washington.<o:p></o:p></P>
<P>Assim, quando o presidente Zelaya decidiu fazer um plebiscito, consultando a
população sobre a possibilidade de uma Assembléia Nacional Constituinte, e não
apenas de uma mudança para um novo mandato como dizem alguns veículos de
informação, o mundo veio abaixo. Entre os direitistas de plantão e amigos da
política estadunidense, isso era influência de Chávez. O próprio partido Liberal
reagiu contra a medida, considerada "progressista" demais. Afinal, uma nova
Constituinte colocaria o país num rumo bastante diferente do que vinha sendo
trilhado nas últimas décadas. Mesmo assim o presidente levou adiante a proposta
de ouvir a população e acabou exonerando o chefe do Estado Maior, general Romeo
Vásquez Velásquez, quando este se recusou a distribuir as cédulas para a
votação. A Corte Suprema votou contra a consulta popular e exigiu que o
presidente reconduzisse o general ao seu posto, o que foi negado. Por conta
disso, no dia da votação, domingo, dia 28, os militares prenderam Zelaya, o
sequestraram e o levaram para Costa Rica, coincidentemente seguindo os mesmos
trâmites do golpe perpetrado contra Chávez em 2001. O Congresso hondurenho
chegou a discutir até a sanidade mental do presidente e, no dia do golpe, se
prestou a ler uma fictícia carta de renúncia, imediatamente desmentida pelo
próprio presidente desterrado. Ainda assim, o Congresso decidiu instituir o
presidente da casa, Roberto Micheletti, como presidente da nação. Este, nega que
esteja assumindo num momento de golpe. "Foi perfeitamente legal a ação do
Congresso", dizia, e, enquanto isso, mandava suspender os sinais de
<st1:PersonName w:st="on">tel</st1:PersonName>evisão e os <st1:PersonName
w:st="on">tel</st1:PersonName>efones.<o:p></o:p></P>
<P>Reação Popular<o:p></o:p></P>
<P>Agora estão jogados os dados. O presidente Zelaya disse que volta a Honduras
e vai acompanhado de presidentes de nações livres e amigas, tais como Equador e
Argentina. O mundo inteiro repudiou o golpe e nenhum país reconheceu o governo
golpista. A população deflagrou greve geral no país e, aos poucos, as grandes
cidades estão parando. A proposta de Zelaya é reassumir e terminar o seu
mandato. Não se sabe se ele vai insistir na consulta popular para uma nova
Constituição, tudo vai depender da correlação de forças. Se a sua volta se der a
partir da mobilização popular, haverá condições objetivas de apresentar esta
proposta aos hondurenhos, além de purgar toda a camarilha que buscou reavivar um
passado que as gentes de Honduras não querem mais. Há rumores de que políticos
da direita estejam alinhavando um acordo, permitindo a volta do presidente, mas
exigindo que ninguém seja punido. Se assim for, a volta será
derrota.<o:p></o:p></P>
<P>O cenário mais provável é que, configurado o apoio popular e também o apoio
da comunidade internacional, o presidente Zelaya coloque para correr os
golpistas e inaugure um novo tempo em Honduras. Caso seja assim, enfraquece o
domínio dos Estados Unidos na região e cresce o fortalecimento da Aliança
Bolivariana dos Povos de Nuestra América.<o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><BR><SPAN class=noticiaautor>*
Jornalista</SPAN><o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal
style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p> </o:p></P></DIV></BODY></HTML>