<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN">
<HTML xmlns:o = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" xmlns:st1 =
"urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags"><HEAD><TITLE>Nova pagina 1</TITLE>
<META http-equiv=Content-Type content="text/html; charset=windows-1252">
<META content="MSHTML 6.00.2900.3132" name=GENERATOR>
<STYLE></STYLE>
</HEAD>
<BODY bgColor=#ffffff>
<DIV> </DIV>
<P align=left><B><FONT face=forte color=#ff0000 size=6>
<MARQUEE scrollAmount=20 scrollDelay=200 width=322>CARTA O BERRO.
..........repassem.</MARQUEE></FONT></B></P>
<META content="MSHTML 6.00.2900.3132" name=GENERATOR>
<STYLE></STYLE>
<DIV>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN lang=EN-US
style="mso-ansi-language: EN-US"></SPAN> </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN lang=EN-US
style="mso-ansi-language: EN-US"></SPAN> </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN lang=EN-US
style="mso-ansi-language: EN-US"> <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN lang=EN-US
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-ansi-language: EN-US">-----
Original Message ----- <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="BACKGROUND: #e4e4e4; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B><SPAN
lang=EN-US
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-ansi-language: EN-US">From:</SPAN></B><SPAN
lang=EN-US
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-ansi-language: EN-US">
</SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><A
title=car.cari@terra.com.br href="mailto:car.cari@terra.com.br"><SPAN lang=EN-US
style="mso-ansi-language: EN-US">CARI</SPAN></A></SPAN><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-ansi-language: EN-US"> <SPAN
lang=EN-US><o:p></o:p></SPAN></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p></o:p></P><!--~-|**|PrettyHtmlStartT|**|-~--><!--~-|**|PrettyHtmlEndT|**|-~--><FONT
face=Arial size=2></FONT> <o:p></o:p>
<P></P>
<TABLE class=MsoNormalTable id=INCREDIMAINTABLE
style="WIDTH: 100%; mso-cellspacing: 0cm; mso-padding-alt: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt"
cellSpacing=0 cellPadding=0 width="100%" border=0>
<TBODY>
<TR style="mso-yfti-irow: 0; mso-yfti-firstrow: yes; mso-yfti-lastrow: yes">
<TD id=INCREDITEXTREGION
style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 1.5pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 1.5pt; PADDING-BOTTOM: 1.5pt; BORDER-LEFT: #d4d0c8; WIDTH: 100%; PADDING-TOP: 1.5pt; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8; BACKGROUND-COLOR: transparent"
width="100%">
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=6><STRONG>Porque
apoio o MST</STRONG></FONT><BR><BR>Eu sou José Jonas Duarte da Costa. Sou
<st1:PersonName w:st="on">professor</st1:PersonName> do Departamento de
História e do Programa de Pós-graduação <st1:PersonName w:st="on"
ProductID="em História da UFPB">em História da UFPB</st1:PersonName> –
Universidade Federal da Paraíba. Atualmente coordeno o curso de História
para os Movimentos Sociais do Campo nesta Universidade. Sou graduado em
História, mestre em Economia e doutor em História Econômica pela
USP.<BR><BR>Diante da ofensiva de setores reacionários da sociedade
brasileira contra o MST venho a público prestar minha irrestrita
solidariedade e apoio a esse movimento social popular que hoje é o
depositário da resistência democrática e da luta por um tempo melhor de
justiça e paz na sociedade brasileira.<BR><BR>Minha aproximação com o MST
ocorreu quando o nosso Departamento de História aprovou, ainda em 2004, um
curso de história para os movimentos sociais do campo, em parceria com o
PRONERA – Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária, do INCRA/MDA,
cujo demandante era o MST. <BR><BR>Nessa aproximação pude constatar que o
MST é o que há de novo e revolucionário na sociedade brasileira, em termos
de sua postura ética e dos valores disseminados. Há um código de postura
no MST que se baseia na solidariedade, na justiça e na democracia interna,
respeitando as diferenças, mas mantendo a unidade da ação política e
social.<BR><BR>Nos primeiros quatro anos que convivemos com os alunos do
MST, nós do mundo acadêmico tivemos a oportunidade de apreender com os
(as) militantes do Movimento valores olvidados em nosso dia a dia de
atividades de pesquisas e de ensino, numa universidade que parece fria
diante do mundo ao redor. O MST trouxe à academia brasileira a vibração e
os questionamentos de uma sociedade prenha de contradições, desigualdades
e injustiças. Mas também trouxe métodos, técnicas e teorias baseadas na
solidariedade com o próximo, na honestidade e na crítica corajosa da
academia. Por isso conquistou a todos docentes, discentes e servidores que
conheceram essa nova postura diante da sociedade alienada, consumista e
individualista <st1:PersonName w:st="on"
ProductID="em que vivemos. Mostrou-se">em que vivemos.
Mostrou-se</st1:PersonName> ser um pólo de aglutinação da resistência
democrática. Sem partidarismos ou sectarismos, ao mesmo tempo em que se
tornou pólo de aglutinação para os que lutam por um mundo de justiça e de
liberdade. Para quem tem visão emancipadora para os oprimidos da
Terra.<BR><BR>Por isso os fascistas, os reacionários e os adesistas da
ordem perseguem e tentam criminalizar o MST. Porque ele, o Movimento, é
avesso às injustiças. Porque não se cala diante das ignomínias. Porque
denuncia a exploração. Porque organiza o povo. Porque eleva o nível
político cultural das massas trabalhadoras. Porque desperta o povo
brasileiro para lutar por justiça, por igualdade, por emancipação. Essa
atuação do MST desperta a ira da classe dominante brasileira. Essa classe
dominante que não pode ser chamada de elite para embelezar sua trajetória
histórica suja e vergonhosa. Classe dominante escravocrata,
preconceituosa. Que mantém sua opulência e consumismo à custa do
sofrimento, da fome, da miséria e do abandono em que vivem milhões de
brasileiros. Classe dominante que se associou submissa aos magnatas do
capital internacional para entregar a pátria, nosso patrimônio comum.
Deram de mãos beijadas a <st1:PersonName w:st="on">Val</st1:PersonName>e
do Rio Doce, a CSN, a TELEBRÁS e parte da PETROBRÁS. Classe dominante que
se apropria por grilagem descarada das terras públicas na Amazônia, no
Pantanal, no Cerrado e em várias partes do Brasil; que mantém
trabalhadores escravos em sua sanha de acumulação nas mais modernas
fazendas e usinas. Classe dominante parasitária, abarrotada de dinheiro
fictício oriundo da especulação financeira e da jogatina nos mercados de
ações. <st1:PersonName w:st="on">Enfim</st1:PersonName>, classe dominante
que em nada honra <st1:PersonName w:st="on" ProductID="o Brasil e">o
Brasil e</st1:PersonName> seu povo trabalhador, honesto, explorado, mas
altivo.<BR><BR>Repudio energicamente esses representantes do poder
judiciário e dos meios de comunicação, a serviço dos neofascistas
disfarçados de democratas e enganosamente falando <st1:PersonName
w:st="on" ProductID="em defesa do Estado">em defesa do
Estado</st1:PersonName> de Direito na tentativa de criminalizar o MST.
Esses representam o autoritarismo, os poderosos, os que querem a
manutenção da opressão e da injustiça social. <BR><BR>Vejam a quem serve o
poder judiciário brasileiro - a instituição mais anti-democrática desse
país; que de fato só observa a Lei quando é contra os pobres, os
desvalidos, os indefesos. Os verdadeiros criminosos contra o povo, contra
o patrimônio brasileiro e contra <st1:PersonName w:st="on"
ProductID="o Brasil">o Brasil</st1:PersonName> estão impunes, por um poder
judiciário que para esses é dócil, lento e ordinário. E a quem serve esses
meios de comunicação de massa senão a esses setores neofascistas que vêm
<st1:PersonName w:st="on" ProductID="em onda no Brasil">em onda no
Brasil</st1:PersonName>? Que entram nos lares brasileiros diariamente
dizendo suas mentiras e espalhando a ideologia dos dominantes, dos
exploradores. A ideologia do individualismo, do consumismo, da alienação.
<BR><BR>Atacar o MST é atacar a esperança num tempo
melhor.<BR><BR>Gostaria de falar sobre a experiência no curso de história
para os Movimentos Sociais do Campo. E certamente falo em nome dos
<st1:PersonName w:st="on">professor</st1:PersonName>es desse bravo
Departamento de História que aprovou, por unanimidade, a segunda turma de
História para os Movimentos Sociais do Campo, já em andamento. <BR><BR>No
nosso curso de História tivemos os estudantes mais dedicados e esforçados
da UFPB. Alcançaram um Coeficiente de Rendimento Escolar Médio de 8,65.
Bastante superior aos dos nossos alunos de História do curso extensivo,
que souberam acolher e apoiar a experiência magistral que desenvolvemos
nesta Universidade e que mantém o curso de História da UFPB entre os dez
melhores do Brasil. O índice de desistência do curso para os movimentos
sociais do campo foi de apenas 3,2%. Dez vezes menos do que o índice médio
da universidade. As monografias apresentadas pelos graduados em História
oriundos dos Movimentos Sociais do Campo, particularmente do MST, foram
destaque nessa universidade. Algumas estão para ser publicadas por
editoras internacionais. Muitos desses alunos/militantes foram aprovados
em concursos Brasil afora e em programas de mestrados.<BR><BR>A
convivência com os militantes do MST nos orgulha, orgulha a UFPB e a todos
que com eles socializam essa experiência. O espírito de solidariedade
deles contagiou a muitos dos que com eles partilharam os estudos
acadêmicos e as ações políticas na Universidade. Aos que com eles
participaram das jornadas nos fins de semanas voluntários, quando
realizavam limpeza no quarteirão onde estavam alojados. Quando decidiram
colaborar com as colônias de pescadores da Praia da Penha, consertando
barcos, redes e outros apetrechos da pescaria, quando resolveram fazer,
semestralmente, mutirões de doação de sangue para o Hemocentro da Paraíba,
como uma espécie de retribuição carinhosa à Paraíba pela recepção calorosa
do nosso Estado a esses educandos/militante<WBR>s oriundos de 23 estados
brasileiros onde o MST se organiza.<BR><BR>Por isso não só apoio o MST,
como sinto-me honrado de trabalhar com esse Movimento. Conclamo aos que
lerem esse meu desabafo e concordarem com ele a cerrarem fileira numa
grande mobilização internética e/ou de rua <st1:PersonName w:st="on"
ProductID="em apoio ao MST. O">em apoio ao MST. O</st1:PersonName> momento
é crucial, pois em época de crise a direita mostra suas armas contra o
povo e suas organizações. Revivemos momento de ameaça a vida democrática
brasileira. Por isso é hora dos que defendem a democracia erguer os punhos
unidos contra o avanço do autoritarismo e do golpismo. A direita quer
acuar o Governo Lula em seu viés democrático, progressista. Não podemos
ficar indiferente. <BR><BR><B>Jonas Duarte, <st1:PersonName
w:st="on">professor</st1:PersonName> do Departamento de História da
Universidade Federal da Paraíba (UFPB)</B><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN
style="FONT-FAMILY: Arial"> <o:p></o:p></SPAN></P></TD></TR></TBODY></TABLE>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN
style="FONT-SIZE: 1pt; COLOR: white">.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><IMG height=1
src="file:///D:\DOCUME~1\VANDER~1\CONFIG~1\Temp\msohtml1\01\clip_image001.gif"
width=1 border=0 v:shapes="_x0000_i1025"><o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN
style="COLOR: white">__,_._,___<o:p></o:p></SPAN></P><!--~-|**|PrettyHtmlEnd|**|-~--><!--~-|**|PrettyHtmlStart|**|-~-->
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p> </o:p></P><!--~-|**|PrettyHtmlEnd|**|-~--><!--End group email --></DIV></BODY></HTML>