<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN">
<HTML><HEAD><TITLE>Nova pagina 1</TITLE>
<META http-equiv=Content-Type content="text/html; charset=iso-8859-1">
<META content="MSHTML 6.00.2900.3132" name=GENERATOR>
<STYLE></STYLE>
</HEAD>
<BODY bgColor=#ffffff>
<DIV><FONT face=Arial size=2></FONT> </DIV>
<META content="Microsoft FrontPage 5.0" name=GENERATOR>
<META content=FrontPage.Editor.Document name=ProgId>
<P align=left><B><FONT face=forte color=#ff0000 size=7>
<MARQUEE scrollAmount=20 scrollDelay=200 width=322>CARTA O BERRO.
..........repassem.</MARQUEE></FONT></B></P>
<META content="MSHTML 6.00.2900.3132" name=GENERATOR>
<STYLE></STYLE>
<DIV><FONT face=Arial size=2></FONT> </DIV>
<DIV style="FONT: 10pt arial">
<DIV> </DIV></DIV>
<DIV><BR></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2></FONT> </DIV>
<DIV><BR></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2>
<P class=data align=left><IMG height=59
src="http://www.vermelho.org.br/imagens/logovermelhonovo.gif" width=175></P>
<P class=data align=left>Nossa posição e de outros companheiros:</P>
<P class=data align=left>Prezados senhores da Folha de São Paulo,</P>
<DIV><FONT face=Arial size=2>há dias venho lendo com certa indignação uma série
de pronunciamentos e respostas dessa FSP aos leitores que repudiaram o texto
editorial "ditabranda".</FONT></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2>Na edição de hoje, 20/02, a indignação foi maior em
vista da resposta dessa redação aos professores Maria Victoria Benevides e Fábio
Konder Comparato.</FONT></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2>Respostas essas, senhores, que me atrevo dizer,
"argumentos de moleque", tentando justificar o injustificável.</FONT></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2>Fui uma das milhares de vítimas dessa Ditadura,
preso, torturado , assim como outros que "desapareceram" ou assassinados quando
a evidência era impossível de encobrir.</FONT></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2>O Brasil todo sofreu nas mãos desses vândalos. E
vosso jornal sabe muito bem das viaturas dessa FSP que serviram de "cavalo de
Tróia" da repressão e do DOI-CODI (o açougue da ditadura).</FONT></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2>Portanto, creio que a atitude digna desse jornal
nesse momento seria dizer :ERRAMOS!</FONT></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2>Saudações!</FONT></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2>Vanderley Caixe, advogado</FONT></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2>residente e domiciliado em Ribeirão
Preto,</FONT></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2>rua visconde de Inhaúma 490, conjunto
501</FONT></DIV>
<DIV>=========================================================================================================================</DIV>
<P class=data align=left>Senhores,<BR><BR>Registro meu mais veemente protesto e
repúdio à nota da redação do Jornal "Folha de S. Paulo", em sua edição desta
sexta-feira, 20 de fevereiro, dirigida contra os professores Maria Victoria
Benevides e Fábio Konder Comparato. O deboche e o desrespeito ali contidos, são
capazes de indignar até as pedras.<BR><BR>Não há o que explicar ou argumentar.
Os termos da nota, condenáveis por definição em qualquer circunstância (e não
importa a quem se referissem), tornam-se ainda mais execráveis, pois dirigidos a
duas das maiores figuras do pouco que resta de reserva moral e ética neste país.
<BR><BR>Por fim, me solidarizo incondicionalmente com os dois professores e faço
minhas suas palavras a respeito da utilização da palavra "ditabranda" para
nomear o regime que aqui se implantou há exatos 45 anos, com o golpe de 31 de
março. Regime do qual, os professores Maria Victoria e Comparato, bem o autor
desta mensagem (além de milhões de outros brasileiros), podemos dizer de cabeça
eguida, jamais fomos cúmplices.<BR><BR>Alipio Freire<BR>Jornalista e
escritor<BR><BR><BR><BR>From: Augusto Buonicore<BR>To: ;<BR>Subject: A FOLHA E A
DITADURA MILITAR<BR>Date: Fri, 20 Feb 2009 12:00:55 -0300<BR><BR>
<STYLE>
</STYLE>
</P>
<DIV><FONT face=Arial size=2>Camaradas</FONT></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2></FONT> </DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2>Depois de definir a ditadura militar brasileira de
"ditabranda", a Folha de São Paulo ofendeu os professores Maria
Victória Benevides e Fábio Konder Comparato, chamando-os de cínicos e mentirosos
(vejam abaixo). Com isso o grupo Folha se reconcilia com o seu passado
sombrio, quando dava apoio, moral e material, aos órgãos de repressão.
</FONT></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2></FONT> </DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2>Não podemos nos calar diante de tais agressões.
</FONT></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2></FONT> </DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2>Um grande abraço</FONT></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2></FONT> </DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2>Augusto Buonicore</FONT></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2></FONT> </DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2></FONT> </DIV>
<DIV
style="FONT: 10pt arial; font-size-adjust: none; font-stretch: normal">-----
Original Message -----
<DIV
style="BACKGROUND: rgb(228,228,228); moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"><B>From:</B>
<A title=cntoledo@terra.com.br href="mailto:cntoledo@terra.com.br">caio
toledo</A> </DIV>
<DIV><B>To:</B> <A title=cntoledo@terra.com.br
href="mailto:cntoledo@terra.com.br">caio n. de toledo</A> </DIV>
<DIV><B>Sent:</B> Friday, February 20, 2009 11:09 AM</DIV>
<DIV><B>Subject:</B> REPÚDIO Á FOLHA DE S. PAULO</DIV></DIV>
<DIV><BR></DIV>
<DIV><A href="mailto:Car@s">Car@s</A>,</DIV>
<DIV>carta que enviei a colegas da Unicamp. Caso concordem com seus termos, peço
que a divulguem em suas listas;</DIV>
<DIV>abs,</DIV>
<DIV>caio</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>ps. cartas de protesto à Folha devem ser encaminhadas a <A
href="mailto:leitor@uol.com.br">leitor@uol.com.br</A> com cópia para <A
href="mailto:ombudsman@uol.com.br">ombudsman@uol.com.br</A></DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV><FONT color=#800000><STRONG>Colegas,</STRONG></FONT></DIV>
<DIV><FONT color=#800000><STRONG></STRONG></FONT> </DIV>
<DIV align=justify><FONT color=#800000><STRONG>Repulsivas e agressivas duas
recentes posições editoriais de <EM>Folha de S. Paulo</EM>: em `Limites a
Chavez´, editorial de 17/2, o jornal apela para a ignominiosa expressão de
"ditabranda" para se referir à ditadura militar brasileira que, durante
vinte anos, prendeu, torturou e assassinou brasileiras e brasileiros; hoje, após
publicar as cartas dos profs. Maria Victoria Benevides e Fábio Konder Comparato
- que contestaram o emprego da esdrúxula e falsificadora expressão -,
o jornal, sem argumentos e razões, agride a atuação pública destes dois
combativos intelectuais por meio de uma leviana "nota de
redação". </STRONG></FONT></DIV>
<DIV align=justify><FONT color=#800000><STRONG>Diante de todas estas agressões
ao pensamento democrático, cartas de protesto ao jornal e o cancelamento da
assinatura não seriam as respostas mais consequentes ?</STRONG></FONT></DIV>
<DIV align=justify><FONT color=#800000><STRONG>sds,</STRONG></FONT></DIV>
<DIV align=justify><FONT color=#800000><STRONG>caio</STRONG></FONT></DIV>
<P class=data align=left>20 DE FEVEREIRO DE 2009 - 21h56</P>
<H1>Em rompante de nostalgia, Folha saúda o regime militar </H1>
<DIV id=lead style="FONT-FAMILY: Arial, Verdana; BACKGROUND-COLOR: #efefef"
align=left>
<P>Faz quase um ano que o jornalista Paulo Henrique Amorim desafia a <EM>Folha
de S.Paulo </EM>a “tirar os cães de guarda do armário e confessar que foi ‘Cão
de Guarda’ do regime militar” brasileiro. A julgar pelos fatos da semana,
pode-se dizer o jornal da família Frias nunca esteve tão próximo da
confissão.</P>
<P>Por André Cintra</P></DIV>
<DIV id=imagem><BR></DIV>
<DIV id=artigo>
<P>A nostalgia da <EM>Folha </EM>começou a se evidenciar num editorial de 425
palavras sobre o presidente venezuelano, Hugo Chávez. O texto, publicado na
última terça-feira (17), chega a comparar a Revolução Bolivariana na Venezuela e
a ditadura brasileira. Diz o jornal: “Em dez anos de poder, Hugo Chávez
submeteu, pouco a pouco, o Legislativo e o Judiciário aos desígnios da
Presidência. Fechou o círculo de mando ao impor-se à PDVSA, a gigante estatal do
petróleo”.</P>
<P>Em meio a essas teorizações enviesadas, o editorial não esconde a opinião da
<EM>Folha </EM>e sua larga simpatia pelo regime militar brasileiro: “As chamadas
‘ditabrandas’ — caso do Brasil entre 1964 e 1985 — partiam de uma ruptura
institucional e depois preservavam ou instituíam formas controladas de disputa
política e acesso à Justiça”.</P>
<P>É muito curioso que a <EM>Folha </EM>destaque tais “formas controladas de
disputa política” justamente em contraste com Chávez — o único presidente do
mundo que chamou seu povo às urnas nada menos que 15 vezes nos últimos dez anos,
em eleições, referendos e plebiscitos. Quando foi que os brasileiros puderam
exercer esse direito durante os 21 anos de regime militar? A <EM>Folha
</EM>seria capaz de lembrar uma única experiência do gênero?</P>
<P>De forma cristalina, o editorial de terça-feira alardeia que Chávez — ou
melhor, “o caudilho venezuelano”, com seu “rolo compressor do bonapartismo” —
tem muito a aprender com os generais-presidentes do Brasil. Aprender o quê? A
cassar direitos de lideranças políticas e sociais à moda Castello Branco? A
levar para a Venezuela a experiência do AI-5 — “forma controlada” de “acesso à
Justiça” no Brasil de Costa e Silva e Médici? A seguir o exemplo da dupla
Geisel-Figueiredo e falar em distensão do regime, em abertura “lenta, gradual e
segura” — mas ainda promover mais mártires como Vladimir Herzog, novas chacinas
como a da Lapa e outros atentados como os do Riocentro?</P>
<P><STRONG>Repercussão à altura</STRONG></P>
<P>Cartas e e-mails de repúdio à <EM>Folha </EM>choveram a cântaros após a
publicação do editorial. Um dos leitores mais indignados era Sergio Pinheiro
Lopes, que classificou a opinião da <EM>Folha </EM>como “lamentável, mas
profundamente lamentável mesmo, especialmente para quem viveu e enterrou seus
mortos naqueles anos de chumbo. É um tapa na cara da história da nação e uma
vergonha para este diário”.</P>
<P>As ponderações essenciais do leitor não foram suficientes para dissuadir
a <EM>Folha</EM>. Uma “nota da redação” do jornal enunciava: “Na comparação com
outros regimes instalados na região no período, a ditadura brasileira apresentou
níveis baixos de violência política e institucional”. Para a <EM>Folha</EM>,
ditadura só é ditadura pra valer se estiver na ponta do ranking do
totalitarismo e empilhar mortos aos milhares. Como se antevisse a resposta
do jornal, Sergio fez em sua carta um questionamento inapelável: “Quantos
mortos, quantos desaparecidos e quantos expatriados são necessários para uma
‘ditabranda’ ser chamada de ditadura?”.</P>
<P>Dois intelectuais de respeito — os professores universitários Fábio Konder
Comparato (aposentado) e Maria Victoria de Mesquita Benevides, da USP — saíram
em defesa das vítimas da ditadura esculhambadas pelo editorial da
<EM>Folha</EM>. “Mas o que é isso? Que infâmia é essa de chamar os anos
terríveis da repressão de ‘ditabranda’? Quando se trata de violação de direitos
humanos, a medida é uma só: a dignidade de cada um e de todos, sem comparar
“importâncias” e estatísticas”, escreveu Maria Benevides. “Pelo mesmo critério
do editorial da <EM>Folha</EM>, poderíamos dizer que a escravidão no Brasil foi
‘doce’ se comparada com a de outros países, porque aqui a casa-grande
estabelecia laços íntimos com a senzala — que horror!”.</P>
<P>Já Comparato, ao sustentar que “o leitor Sergio Pinheiro Lopes tem carradas
de razão”, cobrou a <EM>Folha</EM>: “O autor do vergonhoso editorial de 17 de
fevereiro, bem como o diretor que o aprovou, deveriam ser condenados a ficar de
joelhos em praça pública e pedir perdão ao povo brasileiro, cuja dignidade foi
descaradamente enxovalhada. Podemos brincar com tudo, menos com o respeito
devido à pessoa humana”.</P>
<P>Como a <EM>Folha </EM>está convicta das benesses da ditadura brasileira e não
reconhece discordâncias, o jeito foi desqualificar seus missivistas: “Quanto aos
professores Comparato e Benevides, figuras públicas que até hoje não expressaram
repúdio a ditaduras de esquerda, como aquela ainda vigente em Cuba, sua
‘indignação’ é obviamente cínica e mentirosa”.</P>
<P>A arrogância da <EM>Folha </EM>segue rendendo contestações, como a do
professor Caio Toledo, que escreveu a seus colegas de Unicamp. O texto de
Toledo tacha de “repulsivas e agressivas” as “posições editoriais de
<EM>Folha</EM>” e se solidariza com Maria Benevides e Comparato. “O jornal,
sem argumentos e razões, agride a atuação pública destes dois combativos
intelectuais por meio de uma leviana ‘nota de redação’. Diante de todas estas
agressões ao pensamento democrático, cartas de protesto ao jornal e o
cancelamento da assinatura não seriam as respostas mais consequentes?”.</P>
<P>Em entrevista ao <EM>Comunique-se</EM>, o presidente da Associação Brasileira
de Imprensa (ABI), Maurício Azêdo, não poupou a <EM>Folha</EM>. “É lamentável
que se proceda a uma revisão histórica dessa natureza. O que era negativo passa
a ser positivo, dando absolvição àqueles que violaram os direitos
constitucionais e cometeram crimes, como o assassinato do jornalista Vladimir
Herzog nos porões do Doi-Codi”, afirma Azedo. “Dizer que houve acesso à Justiça
é uma falsidade de caráter histórico que deveria causar vergonha à <EM>Folha de
S. Paulo</EM>.”</P>
<P><STRONG>Um veículo pró-regime</STRONG></P>
<P>Não é de estranhar a defesa que a família Frias faz dos militares. Octavio
Frias de Oliveira (1912-2007), o patriarca do clã, adquiriu em 1962 a <EM>Folha
de S.Paulo</EM> — um jornal enforcado em dívidas, que demorou cerca de 15 anos
para se tornar um investimento rentável. Uma das razões pelas quais a
<EM>Folha</EM> se salvou financeiramente foi o laço íntimo com todos os
generais-presidentes da ditadura.</P>
<P>Numa de suas raríssimas entrevistas, concedida em 2003, Frias-pai comentou
sobre esses relacionamentos com o poder — e mentiu. “Eu sempre me mantive
afastado do poder. Para ser independente você tem que estar um pouco distante
porque senão entra numa situação moral difícil”, disse o ex-publisher da
<EM>Folha</EM>. “Não tenho histórias para contar a este respeito porque sempre
procurei manter uma distância entre a posição do jornal, a minha pessoal e os
dirigentes do país”.</P>
<P>Mais adiante, na mesma entrevista, Frias se contradiz: “Na época da ditadura,
acho que no governo Médici, o chefe da Casa Militar, com quem eu tinha certa
relação, não me lembro o nome dele, me telefona e diz: ‘Ô Frias aqui quem fala
não é o seu amigo não, é o chefe da Casa Militar Ou você muda esse jornal aí ou
nós vamos fechar’. Eu mudei”. </P>
<P>O relato de Frias, ainda assim, não entrega tudo o que a <EM>Folha </EM>fez
na conta do regime, como o odioso empréstimo de peruas C-14 do jornal ao
DOI-Codi, para o transporte de presos políticos rumo ao encarceramento, à
tortura e, não raro, à morte na Operação Bandeirantes (Oban). Na época,
manifestantes chegaram a queimar veículos da <EM>Folha </EM>em protesto contra a
morte de seus companheiros de luta.</P>
<P>No livro <EM>Cães de Guarda — Jornalistas e Censores do AI-5 à Constituição
de 1988</EM>, Beatriz Kushnir dá mais detalhes da promiscuidade. A <EM>Folha da
Tarde</EM>, especialmente, contou com uma matilha de jornalistas
colaboracionistas — os “cães de guarda” — e era conhecido como “o jornal de
maior tiragem” — ou seja, com mais tiras na redação.</P>
<P>No combate aos “subversivos”, a <EM>FT</EM> se antecipava ao regime e fazia o
papel de porta-voz. Chegou a divulgar a morte do metalúrgico Joaquim Seixas, o
Roque, antes mesmo de ele ser assassinado nos porões da ditadura — mas sonegou
informações sobre a prisão de Frei Betto (como o fato de o frade ser repórter do
jornal) e não noticiou a heróica missa ecumênica a Vladimir Herzog na Catedral
da Sé. </P>
<P>Frias-pai não está mais vivo, mas dois de seus filhos continuam à frente da
<EM>Folha de S.Paulo</EM> — Luís Frias como presidente do grupo Folha e Otavio
Frias Filho, o Otavinho, como diretor de redação do jornal. Parece caber a eles,
de forma progressiva, restabelecer e edulcorar as mais sombrias memórias da
família Frias e da <EM>Folha</EM>. Memórias de um tempo em que a concessão da
“ditabranda” era garantida aos fantoches das elites e da grande mídia — não ao
Brasil, nem aos brasileiros.</P>
<P> </P></DIV></FONT></DIV></BODY></HTML>