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<HTML><HEAD><TITLE>Nova pagina 1</TITLE>
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<P align=left><B><FONT face=forte color=#ff0000 size=5>
<MARQUEE scrollAmount=20 scrollDelay=200 width=322>CARTA O BERRO.
..........repassem.</MARQUEE></FONT></B></P>
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<P class=style1 align=center><FONT face=Arial
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<P class=style1 align=center><FONT face=Arial
size=2><STRONG></STRONG></FONT> </P>
<P class=style1 align=center><FONT face=Arial
size=2><STRONG></STRONG></FONT> </P>
<P class=style1 align=center><FONT face=Arial size=2><STRONG>Trata-se de
importânte contribuição de intelectuais que organizaram a Revista Eletrônica
Arma da Critica</STRONG></FONT></P>
<P class=style1 align=center><FONT face=Arial size=2><STRONG>para aprofundar os
estudos e o pensamento nesse momento significativo da sociedade
capitalista.</STRONG></FONT></P>
<P class=style1 align=center>Revista Eletrônica <EM>Arma</EM><EM> da
Crítica</EM> está inserida no âmbito do termo de cooperação acadêmica
intermediado pelo Instituto de Estudos e Pesquisa do Movimento Operário da
Universidade Estadual do Ceará (IMO/UECE)</P>
<P class=style1 align=center><FONT face=Arial size=2><STRONG>Leia e
contribua.</STRONG></FONT></P>
<P class=style1 align=center><FONT face=Arial size=2><STRONG>(clique
abaixo)</STRONG></FONT></P>
<P class=style1 align=center><FONT face=Arial
size=2>
<IMG alt="" hspace=0 src="cid:01dc01c988a6$48b463a0$0200a8c0@vcaixe"
align=baseline border=0></FONT></P>
<P class=style1 align=center>Revista Eletrônica Arma da
Critica <A
href="http://www.armadacritica.ufc.br/">http://www.armadacr<WBR>itica.ufc.<WBR>br/</A><BR><BR>APRESENTAÇÃO</P>
<P>Na sua <EM>Contribuição</EM><EM> à crítica da filosofia do direito de Hegel
</EM>de 1844, Marx afirma que “a arma da crítica não pode substituir a crítica
das armas”. Com isso, esclarecia que a atividade intelectual, por si mesma, não
pode superar o domínio do capital. Por conseguinte, defendeu até seus últimos
dias a necessidade de a reflexão teórica fundar-se numa “força material”
contraposta efetivamente à “força material” da burguesia. Isso ocorreu de
inúmeras maneiras no Século XX. Os trabalhadores, da cidade e do campo,
realizaram a “crítica das armas” ao capitalismo e a sua barbárie, em particular
na Revolução Russa de Outubro, onde foi demonstrado de maneira vitoriosa, pela
primeira vez na história, que as classes subalternas detêm a possibilidade de
gerir a sociedade de acordo com os interesses da maioria.</P>
<P>É distante da perspectiva fundada por Marx qualquer desprezo pela teoria,
enquanto explicitação do movimento do real, com suas contradições e
possibilidades. Marx sabia, mais do que ninguém, que qualquer rebaixamento ou
anulação da teoria a favor de um praticismo autocentrado favorece, em última
instância, as tendências burocráticas e pró-burguesas presentes no movimento dos
trabalhadores. Nesse sentido, no mesmo texto citado acima, Marx explicita que “a
teoria em si torna-se também uma força material quando se apodera das massas”.
Mas, não qualquer teoria, porque a “teoria só se realiza num povo na medida em
que é a realização das suas necessidades”. É essa a orientação da
<EM>Revista</EM><EM> Eletrônica Arma da Crítica</EM>, que, ao se organizar sob
as coordenadas teóricas do marxismo ontológico, pretende “agarrar as coisas pela
raiz”. E no radicalismo da teoria, exercer a crítica aos limites do mundo regido
pelo capital, apresentando as possibilidades da emancipação humana.</P>
<P>A constituição da <EM>Revista</EM><EM> Eletrônica Arma da Crítica</EM>, antes
de ser uma decisão acadêmica, é uma exigência do próprio mundo dos homens na
atual conjuntura de crise do capital. Apesar dos discursos e ações a favor de
uma “nova ordem mundial”, da “globalização” e da “cidadania planetária”,
aprofundam-se cada vez mais as feições mais grotescas do capitalismo, da fome e
violência extremas a um cotidiano cada vez mais ausente de sentido. Diante
disso, as diversas matizes do irracionalismo pós-moderno e da razão
instrumental-manipulatória, refrações ideais do mundo burguês, emudecem quanto
às possibilidades de superação do horizonte da crise do capital. Ao mesmo tempo,
as forças materiais do trabalho resistem de variadas maneiras à barbárie e
reorganizam-se em ritmos diferenciados, o que, por inúmeras mediações, se
expressa no plano da produção teórica, no aumento de publicações, linhas de
pesquisas, centros de estudos e grupos referenciados no marxismo. Exemplo
particular do interesse crescente pela orientação marxista revela-se, dentre
nós, nos quinze anos de atuação do Instituto de Estudos e Pesquisas do Movimento
Operário – IMO da Universidade Estadual do Ceará – UECE e na Linha
Marxismo, Educação e Luta de Classes, efetivada em fevereiro de 2008, no
Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Ceará – UFC.
Entendemos, porém, que tais tendências não são arbitrárias. Lembrando novamente
Marx: “Não basta que o pensamento procure realizar-se; a realidade deve
igualmente compelir ao pensamento”.</P>
<P>Por esse prisma, a <EM>Revista</EM><EM> Eletrônica Arma da Crítica
</EM>pretende contribuir para o fortalecimento do debate marxista, veiculando a
pesquisa produzida no contexto do IMO, da Linha Marxismo, Educação e Luta de
Classes e dos Grupos de Pesquisas Trabalho, Educação e Luta de Classes e
Ontologia Marxiana e Educação, bem como, favorecendo a interlocução com
pesquisadores de outros grupos ou regiões, maiormente afinados com as premissas
aqui esboçadas.</P>
<P>=====================================================================================================================</P>
<P>
<TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width="90%" align=center border=0>
<TBODY>
<TR>
<TD height=71>
<P align=center><SPAN class=style1><STRONG><FONT color=#ff8000>POLÍTICA
EDITORIAL</FONT></STRONG></SPAN></P>
<P>A Revista <EM>Arma</EM><EM> da Crítica</EM> é um periódico anual
eletrônico organizado sob as coordenadas teóricas do marxismo ontológico,
aberto à colaboração de intelectuais e militantes comprometidos com a luta
pelo socialismo. Propõe articular as produções dos diversos grupos do
pensamento marxiano que atuam na comunidade acadêmica brasileira e
estrangeira, dando preferência a artigos originais, resultados de estudos
e pesquisas concluídas ou em andamento, na forma de números temáticos
(dossiês) e/ou ou não temáticos. A revista privilegia os temas vinculados
às seguintes linhas de pesquisa: Ontologia, método e a perspectiva da
emancipação; A relação teoria e prática e o problema da transição
socialista; Marxismo e movimento operário; Ontologia marxiana, educação e
formação do educador; A educação, a crise do capital e o avanço da luta
ideológica; A reforma da educação brasileira sob o signo do mercado; O
Movimento de Educação para Todos e a crítica marxista; Política
educacional, financiamento da educação e reprodução do capital.</P>
<P>A Revista promove a publicação de resenhas de livros e procura debater
temas de interesse geral através de entrevistas e/ou relatos de
experiências. Publica também resumos de teses de doutorado e dissertações
de mestrado, valorizando e estimulando a participação de autores
pertencentes a duas ou mais instituições, aceitando, ainda, artigos em
língua estrangeira. Nesse sentido, está aberta a colaborações,
reservando-se o direito de publicar ou não os textos enviados
espontaneamente à redação. Todos os artigos são submetidos à avaliação de
dois pareceristas.</P>
<P>É importante destacar que a Revista Eletrônica <EM>Arma</EM><EM> da
Crítica</EM> está inserida no âmbito do termo de cooperação acadêmica
intermediado pelo Instituto de Estudos e Pesquisa do Movimento Operário da
Universidade Estadual do Ceará (IMO/UECE) entre o Programa de
Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal
do Ceará - Linha de Pesquisa Marxismo, Educação e Luta de Classes (E-Luta)
e o Curso de Mestrado Acadêmico em Educação do Centro de Educação da UECE
(CMAE/UECE).</P></TD></TR></TBODY></TABLE></P>
<P>==================================================================================</P>
<P class=style1 align=center>EXPEDIENTE</P>
<P><SPAN class=style6><STRONG><FONT
color=#008000>Editores<BR></FONT></STRONG></SPAN>Susana Jimenez<BR>Jackline
Rabelo<BR>Maria das Dores Mendes Segundo<BR>Frederico Jorge Ferreira Costa</P>
<P><STRONG><FONT color=#008000><SPAN class=style6>Coordenação
editorial</SPAN><BR></FONT></STRONG>Jackline Rabelo<STRONG><BR></STRONG></P>
<P><FONT color=#008000><SPAN class=style6><STRONG>Comitê</STRONG><STRONG>
editorial</STRONG></SPAN><BR></FONT>Susana Jimenez (<A
href="mailto:susana_jimenez@uol.com.br">susana_jimenez@uol.com.br</A>)<BR>Jackline
Rabelo (<A
href="mailto:jacklinerabelo@uol.com.br">jacklinerabelo@uol.com.br</A>)<BR>José
Ferreira de Alencar (<EM>in memoriam</EM>) <BR>Frederico Jorge Ferreira
Costa (<A
href="mailto:frederico1917@yahoo.com.br">frederico1917@yahoo.com.br</A>)<BR>Maria
das Dores Mendes Segundo (<A
href="mailto:mendesegundo@uol.com.br">mendesegundo@uol.com.br</A>)<BR>Betânia
Moraes (<A
href="mailto:betania.moraes@uol.com.br">betania.moraes@uol.com.br</A>)<BR>Ruth
de Paula Gonçalves (<A
href="mailto:ruthm@secrel.com.br">ruthm@secrel.com.br</A>)<BR>Edna Bertoldo (<A
href="mailto:edna_bertoldo@hotmail.com">edna_bertoldo@hotmail.com</A>)<BR> </P>
<P><FONT color=#008000><SPAN class=style6><STRONG>Conselho</STRONG><STRONG>
Editorial</STRONG></SPAN><BR></FONT>Betânia Moraes (UECE)<BR>Cleide Quixadá
(UnB)<BR>Cristiane Porfírio do Rio (UFC)<BR>Edna Bertoldo (UFAL)<BR>Eduardo
Chagas (UFC)<BR>Frederico Jorge Ferreira Costa (UECE)<BR>George Mészáros
(Warwick University, Coventry, UK)<BR>Gilmaísa Macedo da Costa
(UFAL)<BR>Hermínio Borges Neto (UFC)<BR>Helena Freres (IMO/UECE)<BR>Ivo Tonet
(UFAL)<BR>Jackline Rabelo (UFC)<BR>José Álbio Moreira Sales (UECE)<BR>Liana
Brito de Castro Araújo (UECE)<BR>Luís Távora Furtado Ribeiro (UFC)<BR>Luzia
Siqueira Vasconcelos (PUC/Campinas)<BR>Lúcia Aparecida Valadares Sartório
(Centro Educacional São Camilo/ SP)<BR>Marcos Del Roio (UNESP/Campus de
Marília)<BR>Manoel Fernandes de Sousa Neto (USP)<BR>Maria das Dores Mendes
Segundo (UECE)<BR>Maria do Socorro Lucena Lima (UECE)<BR>Maurilene do Carmo
(UECE)<BR>Maria Isabel Batista Serrão (UFSC)<BR>Osterne Maia (UECE)<BR>Paulo
Tumolo (UFSC)<BR>Raquel Dias Araújo (UECE)<BR>Ruth de Paula Gonçalves
(UECE)<BR>Sérgio Lessa (UFAL)<BR>Sueli Terezinha Ferreira Martins (UNESP/Campus
de São José do Rio Preto) <BR>Susana Jimenez (UECE)<BR>Waldemarin Coelho Gomes
(UFPB)</P>
<P><FONT color=#008000><SPAN
class=style6><STRONG>Revisão</STRONG></SPAN><BR></FONT>Helena Freres</P>
<P align=right>Frederico Costa</P>
<DIV align=right>Fortaleza, janeiro de 2009</DIV></DIV></BODY></HTML>