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<P align=left><B><FONT face=forte color=#ff0000 size=5>
<MARQUEE scrollAmount=20 scrollDelay=200 width=322>CARTA O BERRO.
..........repassem.</MARQUEE></FONT></B></P>
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<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"> <o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">----- Original Message -----
<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="BACKGROUND: #e4e4e4; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">From:</SPAN></B><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"> <A title=laerte.braga@uol.com.br
href="mailto:laerte.braga@uol.com.br">Laerte Braga</A> <o:p></o:p></SPAN></P>
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"TRÉGUA" <st1:PersonName ProductID="EM GAZA - SÃO OS" w:st="on">EM GAZA - SÃO
OS</st1:PersonName> "NEGÓCIOS"<BR><BR>Laerte Braga<BR><BR>Três fatores foram
determinantes para a decisão do governo nazi/sionista de Israel decretar
unilateralmente uma "trégua" no genocídio contra palestinos de Gaza. O primeiro
deles a reação de parte da opinião pública israelense com atos de protesto
dentro do país, diariamente, além do aumento do número de jovens que se recusam
a prestar serviço militar em repúdio aos crimes nazi/sionistas. A maioria dos
israelenses apóia a ofensiva, mas essa maioria é menor que em ações terroristas
anteriores.<BR><BR>O segundo é praticamente uma extensão do primeiro ao resto do
mundo. A indignação em todos os cantos com as barbáries e atrocidades praticadas
pelas hordas nazi/sionistas contra palestinos. Ficou evidente ao mundo inteiro
que os palestinos desejam construir uma nação e os israelenses têm apenas
negócios na região. São assassinos impiedosos como conseqüência disso.<BR><BR>O
terceiro é de suma importância para o "povo eleito". O contribuinte/<WBR>cidadão
norte-americano às voltas com desemprego, crise, falências, ajuda a bancos,
montadoras de automóveis, percebeu que nesse processo todo o custo Israel é dos
mais altos e é ele quem financia a carnificina nazi/sionista em Gaza, como foi
ele quem financiou todo o processo de construção do estado terrorista de
Israel.<BR><BR>E pior, do ponto de vista dos terroristas nazi/sionistas, o
cidadão/contribuinte começa a perceber que os grandes escroques do país,
banqueiros, empresários, são em absoluta maioria controlados por grupos
sionistas. Logo...<BR><BR>"O massacre não somente se justificou como o Estado de
Israel não existiria sem essa vitoria".<BR>Menahim Beguin, terrorista e
ex-primeiro ministro de Israel, após o massacre de velhos, mulheres e crianças
na aldeia palestina de Deir Yassin.<BR><BR>A invenção de Israel está
intrinsecamente ligada ao terrorismo. A massacres.<BR><BR>O duce de Tel Aviv
Ehmut Olmert, numa reunião com seu gabinete, concluiu que os "negócios" poderão
ser afetados a curto prazo e a médio e longo prazos manter essa máquina genocida
deve encontrar oposição de boa parte dos contribuintes/<WBR>cidadãos
norte-americanos, pelo menos neste momento. Foi alertado pela quadrilha nos
Estados Unidos.<BR><BR>A turma está começando a não poder mais tomar Coca Cola
todo dia, comer sanduíches do McDonalds no almoço e no jantar e em vários pontos
da maior potência terrorista do mundo muitos estão dormindo nas ruas perdendo
suas casas financiadas por bancos de nazi/sionistas.<BR><BR>Nesse jogo
complicado o terrorista Dick Chaney padrinho do nazi/sionismo vai deixar de ser
vice-presidente (controla as cordinhas que movimentam Bush) e isso é ruim
também.<BR><BR>O desejo de atacar o Irã ficou só na vontade, ou para mais tarde
se conseguirem recuperar o prestígio perdido e condições materiais para tanto.
Agora, como diria aquele técnico de futebol tomando uma goleada de dez a zero, é
hora de "arrecua os harfies pra evitar a catastre".<BR><BR>Vai ficar difícil
sustentar o epíteto de terrorista imputado ao Hamas quando se despeja armas
químicas e biológicas sobre crianças, mulheres, um povo inteiro em sua própria
terra, <st1:PersonName ProductID="em suas casas. E" w:st="on">em suas casas.
E</st1:PersonName> se apropria da água e das reservas de gás natural desse povo
em roubo escondido pela mídia pró nazi/sionismo.<BR><BR>"A coisa mais trágica da
vida humana é um povo<BR>infligir ao outro sofrimentos semelhantes aos
que<BR>sofreu." <BR><BR>(Arnold Toynbee, 1961)<BR><BR>Surge pela primeira vez
desde a ocupação da Palestina em 1948 por israelenses garantidos por britânicos
e norte-americanos, a grande contradição do que um dia chamaram de sonho do povo
judeu. E surge dentro de Israel a partir de cidadãos e organizações não
governamentais israelenses. <BR><BR>Começa a ser rediscutida a morte de Rabin,
assassinado por um sionista, por ter assinado um acordo de paz que assegurava o
direito real da nação Palestina. O papel de terroristas como Ariel Sharon e a
desintegração de forças políticas interessadas em negociar a paz - dentro de
Israel - com a ocupação completa do aparelho estatal por
nazi/sionistas.<BR><BR>"A opinião pro-sionistas nos Estados Unidos e nos outros
paises é orientada e dirigida do exterior. As investigações sobre a estrutura
sionista dos Estados Unidos, levadas a efeito pelo Comitê de Relações Exteriores
do Senado americano, em 1963, deixou este fato estabelecido. A Agencia Judaica
pro Israel, a Organização Sionista Mundial e os grupos sionistas locais,
inclusive os da Inglaterra e da América, são todos, na realidade, de fato e de
direito, uma e a mesma coisa; e todos eles são, juridicamente parte do próprio
governo israelense. Os grandes Estados democráticos do Ocidente nada trarão de
construtivo para a solução do problema da Palestina e falharão, portanto, na
proteção do que lhes restar dos seus interesses no Oriente Médio e, muito menos,
seguirão restaurar seu prestigio, até que seja posto fim a esta exploração da
tolerância democrática pela propaganda sionista/israelense e com imparcial
aplicação da lei. Naturalmente, para tomar as providencias necessárias à
regularização das relações entre o Estado de Israel e os cidadão de origem
judaica de quaisquer desses Estado democráticos, os governos e o povo terão de
compreender e fazer uma distinção fundamental entre a legítima tradição
espiritual do judaísmo e substancia exclusivista, discriminatória e
anti-democrática do nacionalismo contemporâneo do Israel sionista.<BR><BR>RABINO
ELMER BERGER (Presidente do Conselho Mundial para o Judaísmo) <BR><BR>É a
constatação de um rabino de prestígio mundial. Pode ser corroborada por outra, a
de um terrorista nazi/sionista, o general Moshe Dayan.<BR><BR>"CONFISSÃO DE
MOSHE DAYAN<BR><BR>"Foram construídas aldeias judias no lugar de aldeias árabes.
Você talvez nem mesmo saiba <BR>os nomes destas aldeias árabes, e eu não o culpo
porque livros de geografia já não existem, <BR>não só os livros não existem, as
aldeias árabes não estão lá. Nahlal surgiu no lugar de Mahlul; <BR>Kibutz Gvat
no lugar de Jibta; Kibutz Sarid no lugar de Huneifis; e Kefar Yehushu'a no lugar
de <BR>Tal al-Shuman. Não há nenhum único lugar onde se estabeleceu este país
que não teve uma <BR>população árabe anterior." <BR><BR>Moshe Dayan, terrorista
de guerra israelense, Se dirigindo ao Technion, Haifa, <BR>(como citado em
Ha'aretz, 4 de abril de 1969)<BR><BR>Por trás de todas as declarações do duce de
Israel ou dos muitos "goering" de seu governo, está a preocupação com os
"negócios". A "trégua" foi decidida <st1:PersonName
ProductID="em Washington. Padrinho Dick Chaney" w:st="on">em Washington.
Padrinho Dick Chaney</st1:PersonName> mandou avisar que está saindo e a pressão
popular ficando cada vez mais forte e quem vem, Barak ex-Hussein Obama vai ter
primeiro que cuidar de devolver empregos, Coca Cola, casas, sanduíches do
McDonalds, do contrário vai ser difícil financiar a rede terrorista
nazi/sionista.<BR><BR>É hora de tentar tirar lucro do que já foi conquistado.
<BR><BR>Preocupação humanitária? Zelo e disposição de paz? Isso não existe para
o nazi/sionismo.<BR><BR>Só "negócios" e neste momento os "negócios" correm
risco. <BR><BR>A trégua é isso.<BR style="mso-special-character: line-break"><BR
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