<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN">
<HTML xmlns="http://www.w3.org/TR/REC-html40" xmlns:v =
"urn:schemas-microsoft-com:vml" xmlns:o =
"urn:schemas-microsoft-com:office:office" xmlns:w =
"urn:schemas-microsoft-com:office:word" xmlns:m =
"http://schemas.microsoft.com/office/2004/12/omml"><HEAD>
<META http-equiv=Content-Type content="text/html; charset=iso-8859-1">
<META content="MSHTML 6.00.2900.3132" name=GENERATOR><!--[if !mso]>
<STYLE>v\:* {
        BEHAVIOR: url(#default#VML)
}
o\:* {
        BEHAVIOR: url(#default#VML)
}
w\:* {
        BEHAVIOR: url(#default#VML)
}
.shape {
        BEHAVIOR: url(#default#VML)
}
</STYLE>
<![endif]-->
<STYLE>
<!--
/* Font Definitions */
@font-face
        {font-family:"Cambria Math";
        panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;}
@font-face
        {font-family:Calibri;
        panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;}
/* Style Definitions */
p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal
        {margin:0cm;
        margin-bottom:.0001pt;
        font-size:12.0pt;
        font-family:"Times New Roman","serif";}
a:link, span.MsoHyperlink
        {mso-style-priority:99;
        color:blue;
        text-decoration:underline;}
a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed
        {mso-style-priority:99;
        color:purple;
        text-decoration:underline;}
p
        {mso-style-priority:99;
        mso-margin-top-alt:auto;
        margin-right:0cm;
        mso-margin-bottom-alt:auto;
        margin-left:0cm;
        font-size:12.0pt;
        font-family:"Times New Roman","serif";}
p.articleabstract, li.articleabstract, div.articleabstract
        {mso-style-name:articleabstract;
        mso-style-priority:99;
        mso-margin-top-alt:auto;
        margin-right:0cm;
        mso-margin-bottom-alt:auto;
        margin-left:0cm;
        font-size:12.0pt;
        font-family:"Times New Roman","serif";}
span.articletitle
        {mso-style-name:articletitle;}
span.articleauthordate
        {mso-style-name:articleauthordate;}
span.EstiloDeEmail21
        {mso-style-type:personal;
        font-family:"Courier New";
        color:#244061;}
span.EstiloDeEmail23
        {mso-style-type:personal-reply;
        font-family:"Courier New";
        color:#244061;}
.MsoChpDefault
        {mso-style-type:export-only;
        font-size:10.0pt;}
@page Section1
        {size:612.0pt 792.0pt;
        margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;}
div.Section1
        {page:Section1;}
-->
</STYLE>
<!--[if gte mso 9]><xml>
<o:shapedefaults v:ext="edit" spidmax="1026" />
</xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml>
<o:shapelayout v:ext="edit">
<o:idmap v:ext="edit" data="1" />
</o:shapelayout></xml><![endif]--></HEAD>
<BODY lang=PT-BR vLink=purple link=blue bgColor=#ffffff>
<DIV><FONT face=Arial size=2></FONT><BR></DIV>
<DIV><STRONG><FONT face=Forte color=#ff0000 size=6>Carta O Berro<FONT
size=3>...........................................................................repassem</FONT></FONT></STRONG><BR></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2></FONT> </DIV>
<DIV style="FONT: 10pt arial">----- Original Message -----
<DIV style="BACKGROUND: #e4e4e4; font-color: black"><B>From:</B> <A
title=jcmacluf@delta.inf.br href="mailto:jcmacluf@delta.inf.br">DELTA - JC
Macluf</A> </DIV>
<DIV> </DIV></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2></FONT><BR></DIV>
<DIV class=Section1>
<P class=MsoNormal><o:p><FONT size=4><STRONG> </STRONG></FONT></o:p></P>
<DIV>
<P class=MsoNormal><SPAN style="FONT-SIZE: 13.5pt"><FONT size=4><STRONG>Porque
Israel é um Estado Nazista</STRONG></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN style="FONT-SIZE: 13.5pt"><STRONG><FONT
size=4></FONT></STRONG></SPAN><o:p></o:p> </P></DIV>
<DIV>
<P class=MsoNormal><SPAN class=articleauthordate>Por Paulo Silva 28/12/2008 às
21:04 </SPAN><o:p></o:p></P></DIV>
<DIV>
<P class=MsoNormal><IMG id=brtpImagemFinal
src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/465/214/12/1310580.us_gaza_outros_322_465.jpg"><o:p></o:p></P></DIV>
<DIV>
<P class=MsoNormal><FONT face=Arial size=2></FONT><BR><BR><STRONG>No ataque mais
sangrento nos territórios palestinos nesse ano, 296 pessoas, entre eles muitas
mulheres e oito crianças, morreram ontem quando Bombas do Exército israelense
atingiram residencias na Faixa de Gaza. Mais de mais de 500 pessoas ficaram
feridas, algumas delas gravemente.muitos bombardeios destroçaram um complexo de
casas onde viviam integrantes de uma só família, a Al-Assamna. Segundo
testemunhas, a família estava dormindo na hora da primeira explosão, às 5h15. Em
pânico, os moradores tentavam fugir qunado mais bombas atingiram as mesmas
casas. ?Vimos pernas, cabeças e mãos espalhadas pela rua?, contou o vizinho
Attaf Hamad, de 22 anos.? <BR><BR>Mais adiante o jornal informa que os
militantes do Hamas mais próximos estavam a 450 metros de distância, acabando
com a balela sionista de que civis são atingidos porque guerrilheiros se
misturam a eles. O jornal informa ainda que o uso de bombas em operações desse
tipo é condenado por especialistas, por causa da imprecisão dessas armas. Ou
seja, o Estado de Israel usa bombas mesmo sabendo que o risco de matar civis é
altíssimo. É praticamente homicídio premeditado. Ou genocídio premeditado. Isto
demonstra que o Estado de Israel não tem a menor consideração e o menor respeito
por vidas palestinas, caracterizando-se claramente como um Estado criminoso,
assassino em massa. <BR><BR>Isso nos traz ao tema deste artigo: Israel é um
Estado nazista. Nazista, em primeiro lugar, porque considera que a vida de um
judeu vale mais dos que as vidas de centenas de palestinos, assim com os
nazistas germânicos achavam que a vida de um alemão valia mais do que as vidas
de centenas de judeus ou russos ou ciganos, etc. A pretexto de resgatar um
soldado seqüestrado pelo Hamas em Gaza, o Estado de Israel se acha no direito de
sair matando civis palestinos, inclusive mulheres e crianças. Depois, dizem que
foi um ?erro técnico? e fica tudo por isso mesmo, com as bênçãos dos Estados
Unidos, sem os quais Israel já teria deixado de existir há muito tempo. Os
israelenses vivem de uma esmolinha de três bilhões de dólares por ano, esmolinha
dada pelos americanos. <BR><BR>Nazista, em segundo lugar, porque é um Estado
constituído sobre uma base racial. Israel é, oficialmente, um Estado judeu.
Quando os judeus são criticados, gritam: ?Racismo!?. Isto é, os judeus se
consideram uma raça. Aliás, organizações judaicas em todo o mundo, inclusive no
Brasil e na Paraíba, têm promovido testes de DNA para determinar quem tem o
direito de se proclamar judeu. Se os judeus são uma raça, como eles próprios se
consideram (já que etnia não se mede por teste de DNA), Israel é um Estado
racial. Se é um Estado racial, é um Estado racista. Se é um Estado racista, é um
Estado nazista. Os judeus deixaram de ser vítimas há muito tempo. Hoje são
algozes, matadores cruéis de civis inocentes. Comportam-se como nazistas.
<BR><BR>Até mesmo em sua exploração sistemática do Holocausto, os judeus se
mostram racistas. Atuam para ter o monopólio da grife Holocausto. Vivem
repetindo que os nazistas germânicos mataram seis milhões de judeus, o que é
verdade (não sou, de modo algum, um negacionista do Holocausto), mas apagam dos
registros o genocídio dos ciganos, dos quais cerca de seiscentos mil foram
dizimados pelos mesmos nazistas germânicos, muitas vezes nos mesmos campos de
concentração. Proporcionalmente, o número de ciganos mortos foi tão alto quanto
o de judeus. E ainda houve, como vítimas do Holocausto, os comunistas, os
homossexuais, as testemunhas de Jeová, os deficientes físicos, os deficientes
mentais e outros grupos (até mesmo os esperantistas, adeptos da língua
internacional e neutra Esperanto foram perseguidos e muitas vezes mortos). Tudo
isso é apagado; tudo isso é esquecido. No livro Holocausto ? O massacre de seis
milhões, o escritor judeu Ben Abraham apaga os ciganos com um truque sórdido:
diluindo-os nas nacionalidades. Ou seja, um judeu polonês morto é um judeu; um
cigano romeno morto não é um cigano, mas um romeno. Assim, eles ficam com o
monopólio do Holocausto e o transformam numa grife judaica que justifica tudo,
inclusive o massacre, brutal e covarde, hediondo, de mulheres e crianças
palestinas. Até como vítimas os sionistas são racistas. Até como vítimas os
sionistas são nazistas. Como algozes, então, nem se fala. <BR><BR>Outro conceito
nazista fundamental para o Estado de Israel é o de ?espaço vital?. Hitler dizia
que os alemães precisavam de ?espaço vital?, quer dizer, as terras dos vizinhos.
Os sionistas dizem e fazem a mesma coisa. As famigeradas colônias construídas
sobre terras palestinas na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental e sobre terras
sírias nas Colinas de Golã são nada menos que a aplicação do conceito nazista de
?espaço vital?. Por que só Hitler deveria ser condenado por isso? Por que os
sionistas e o Estado de Israel não deveriam ser condenados? Dois pesos e duas
medidas? Nazismo é nazismo, não importa se germânico ou judeu. <BR><BR>O próprio
conceito de ?povo eleito? é puro racismo. Os nazistas germânicos se consideravam
o povo eleito pela genética. Os judeus se consideram o povo eleito por Deus e,
conseqüentemente, também pela genética. Não há diferença. O judaísmo é,
essencialmente, uma religião racista. E todo racismo tem que ser condenado,
tenha ou não fundo religioso. Em nome de sua suposta escolha por Deus, os
hebreus cometeram muitos massacres, massacres horríveis: ?Não deixareis vivo
nada que respire; pelo contrário: passareis no fio da espada homens, mulheres,
crianças e animais?. Está na Bíblia dos hebreus. Precisa dizer mais? Antes
passavam no fio da espada; hoje matam com mísseis e balas de canhão. Sempre
foram nazistas; continuam nazistas. <BR><BR>Por fim, uma palavra sobre o
judaísmo messiânico. Os judeus tradicionais ? a grande maioria que inclui
ortodoxos, conservadores, liberais e reformistas ? consideram Jesus Cristo um
falso messias, portanto um farsante, um impostor (enquanto os muçulmanos
consideram Jesus um profeta, um dos nove profetas do islamismo). Os judeus
messiânicos consideram Jesus o verdadeiro messias, mas acham que ele veio
somente para os judeus. Ou seja, Jesus não morreu pela humanidade, mas somente
por eles, os hebreus. Quanta pretensão! Quanto racismo! Quanto nazismo! Basta de
hipocrisia. Denunciemos o sionismo pelo que ele é: uma forma de racismo e de
nazismo. Denunciemos o Estado de Israel pelo que ele é: um Estado racial,
racista, nazista. Podem espernear à vontade, mas esta é a verdade. A verdade,
meus caros, a verdade.</STRONG> <o:p></o:p></P></DIV>
<DIV>
<P class=MsoNormal> <o:p></o:p></P></DIV>
<P class=MsoNormal><A
href="http://midiaindependente.org/pt/blue/2008/12/436179.shtml">http://midiaindependente.org/pt/blue/2008/12/436179.shtml</A></P>
<P class=MsoNormal><FONT face=Arial><FONT
size=2>==========================================================================================================================</FONT></FONT></P><FONT
face=Arial><FONT size=2>
<DIV><FONT face=Arial size=2>
<H1><FONT size=4><IMG height=59
src="mhtml:mid://00000022/!http://www.vermelho.org.br/imagens/logovermelhonovo.gif"
width=175></FONT></H1>
<H1><FONT size=4>Editorial</FONT></H1>
<H1>Terrorismo israelense em Gaza deve ser condenado e derrotado </H1>
<DIV id=lead style="FONT-FAMILY: Arial, Verdana; BACKGROUND-COLOR: #efefef"
align=left></DIV>
<DIV id=imagem><STRONG>Aviões da Força Aérea israelense bombardeiam a Faixa de
Gaza desde as primeiras horas de sábado, dia 27, procurando atacar a
infra-estrutura desta região palestina, dirigida pelo movimento
Hamas.</STRONG></DIV>
<DIV id=artigo>
<P><STRONG>O resultado parcial até agora é a morte de 280 moradores e mais de
900 feridos. A ofensiva de Israel é a mais virulenta em 40 anos de conflito
palestino-israelense, e os ataques foram condenados por vários países e
movimentos pacifistas do mundo inteiro. O próprio governo brasileiro denunciou a
''desproporção'' da retaliação israelense frente os obuses lançados pelo
movimento Hamas na fronteira com Israel.</STRONG></P>
<P><STRONG>Os bombardeios israelenses destruíram várias sedes de delegacias de
polícia na Faixa de Gaza, atingindo áreas residenciais, uma estação de televisão
do movimento islâmico, que apesar disso continuou suas transmissões a partir de
local ainda não conhecido. Seis mil e quinhentos reservistas das forças armadas
israelenses estão sendo convocados para eventual ataque terrestre, e o primeiro
ministro Ehud Olmert diz que a ofensiva ''poderá prolongar-se durante muito
tempo'', enquanto o ministro da Defesa Ehud Barak advertiu que o Exército está
mobilizando forças de infantaria para ''aprofundar e ampliar a sua operação para
o que seja necessário''. Barak disse também que a ofensiva ''não será fácil nem
breve''.</STRONG></P>
<P><STRONG>O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas convocou
reunião de emergência durante a madrugada de sábado para domingo exigindo
medidas para o cessar fogo e para empreender esforços de ajuda humanitária na
região de Gaza mais atingida. O movimento Hamas, que venceu a eleição em 2006 e
governa a Faixa de Gaza, informou através de seus porta-vozes que ''continuará a
resistência até a última gota de sangue'' e que ''todos os combatentes estão
chamados a responder à altura a carnificina israelense''. O líder do grupo
palestino no exílio, Jaled Meshaal, convocou a partir do sábado a população para
uma nova intifada contra Israel em função dos ataques à Gaza. O líder do Governo
do Hamas, Ismael Haniyeh, já havia assegurado que os palestinos nunca se
renderão a Israel. ''Não abandonaremos nossa terra, não levantaremos bandeiras
brancas e não nos ajoelharemos, exceto frente a Deus''. </STRONG></P>
<P><STRONG>Pouco depois do ataque israelense, militantes do Hamas lançaram
vários foguetes em direção ao território judeu e segundo fontes do exército
israelense este ataque causou a morte de uma mulher da população de Netivot, na
fronteira com Gaza.</STRONG></P>
<P><STRONG>O discurso dos líderes israelenses lembra, mais uma vez, o tom
empregado agressivo dos nazistas de Adolf Hitler durante a Segunda Grande
Guerra, e em pouco difere da lógica imperialista da teoria da guerra infinita e
preventiva colocada em prática nos últimos oito anos de governo George W. Bush,
que está em final de mandato na Casa Branca.</STRONG></P>
<P><STRONG>O que pode ser uma notícia realmente alvissareira é que dentro de
Israel forças progressistas e contra a guerra se mobilizam também condenando
este ataque criminoso. Dezenas de ativistas de esquerda se manifestaram no
centro de Tel Aviv proclamando que ''a sociedade israelense deve escutar a voz
clara e concreta contra a guerra em Gaza'', exigindo o levantamento do cerco à
Faixa de Gaza e propondo negociações para encerrar os ataques.</STRONG></P>
<P><STRONG>Segundo líderes deste movimento pacifista a guerra não é a solução
para resolver o problema dos foguetes. E insistiram que existe outro caminho.
Uma trégua real, dizem, exigirá não apenas o cessar-fogo, mas também o
levantamento do cerco da Faixa de Gaza para reduzir o duro sofrimento de uma
população de um milhão e meio de pessoas. Eles juntam suas vozes, desta forma,
ao clamor internacional pelo fim das agressões criminosas e anti-humanitárias da
quadrilha que, há décadas, dirige o estado de Israel e constitui o principal
fator de instabilidade e de violência no Oriente
Médio.</STRONG></FONT></P></DIV></DIV>
<DIV></FONT><o:p><FONT face="Times New Roman"
size=3>=====================================================================================================</FONT></o:p></DIV>
<DIV><o:p>
<DIV class=Section1>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: right" align=right><A
href="javascript: zoom('menos');"><SPAN
style="FONT-SIZE: 7.5pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'; TEXT-DECORATION: none"><IMG
id=Imagem_x0020_20 height=14 alt=http://www.vermelho.org.br/imagens/menos.jpg
src="mhtml:mid://00000025/!cid:image001.jpg@01C969C0.21E36DC0" width=15
border=0></SPAN></A><A href="javascript: zoom('mais');"><SPAN
style="FONT-SIZE: 7.5pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'; TEXT-DECORATION: none"><IMG
id=Imagem_x0020_21 height=17 alt=http://www.vermelho.org.br/imagens/mais.jpg
src="mhtml:mid://00000025/!cid:image002.jpg@01C969C0.21E36DC0" width=24
border=0></SPAN></A><SPAN
style="FONT-SIZE: 7.5pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="BACKGROUND: #ff2200"><SPAN
style="FONT-SIZE: 7.5pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="BACKGROUND: #ff2200"><B><SPAN
style="FONT-SIZE: 7.5pt; COLOR: white; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">
NÃO DEIXEM DE LER !!!<o:p></o:p></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="BACKGROUND: #ff2200"><B><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: white; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">*
Sara Roy é professora do Harvard's Center for Middle Eastern Studies. Autora de
Failing Peace: Gaza and the Palestinian-Israeli Conflict</SPAN></B><B><SPAN
style="FONT-SIZE: 7.5pt; COLOR: white; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><o:p></o:p></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="BACKGROUND: #ff2200"><SPAN
style="FONT-SIZE: 7.5pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="BACKGROUND: #ff2200"><SPAN
style="FONT-SIZE: 7.5pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><IMG
id=Imagem_x0020_22 height=35
alt=http://www.vermelho.org.br/imagens/topoMundo.jpg
src="mhtml:mid://00000025/!cid:image003.jpg@01C969C0.21E36DC0" width=453
border=0><o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="BACKGROUND: #ff2200"><SPAN
style="FONT-SIZE: 7.5pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN-BOTTOM: 12pt"><SPAN
style="FONT-SIZE: 7.5pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 6pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">28
DE DEZEMBRO DE 2008 - 13h40<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><B><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">Sara
Roy: Se Gaza cair, Cisjordânia cairá depois <o:p></o:p></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 7.5pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal
style="BACKGROUND: #efefef; MARGIN-LEFT: 4.8pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'"><STRONG>O
sítio de Gaza, por Israel, começou em 5 de novembro, um dia depois de Israel ter
atacado a Faixa, ataque feito sem possibilidade de dúvida para pôr fim à trégua
estabelecida em junho entre Israel e o Hamás. Embora os dois lados tenham
violado antes o acordo, nunca antes acontecera qualquer violação em tão grande
escala. O Hamás respondeu com foguetes, e desde então a violência não
recrudesceu. <o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal
style="BACKGROUND: #efefef; MARGIN-LEFT: 4.8pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'"><STRONG>Por
Sara Roy*<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><STRONG>Com
o sítio, Israel visa a dois principais objetivos. Um, reforçar a idéia de que os
palestinos são problema exclusivamente humanitário, como pedintes, mendigos sem
qualquer identidade política e, portanto, sem reivindicações políticas. Segundo,
impingir a questão de Gaza, ao Egito. <o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR><STRONG>Por
isso, os israelenses toleram as centenas de túneis que há entre Gaza e o Egito,
pelos quais começou a formar-se um setor comercial informal, embora cada vez
mais regulado. A muito grande maioria dos habitantes da Faixa de Gaza vive em
condições de miséria, com 49,1%, estatísticas oficiais, de desempregados. De
fato, os habitantes de Gaza já sabem que está desaparecendo rapidamente, para
todos, qualquer possibilidade real de emprego.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR><STRONG>Dia
5/11, o governo de Israel fechou todas as vias de entrada e saída de Gaza.
Comida, remédios, combustível, peças de reposição para as redes de energia, água
e esgoto, adubo, embalagens, telefones, papel, cola, calçados e até copos e
xícaras não entram nos territórios ocupados em quantidade suficiente, ou
absolutamente não há. <o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR><STRONG>Conforme
relatórios da Oxfam, apenas 137 caminhões com alimentos entraram em Gaza no mês
de novembro de 2008. Em média, 4,6 caminhões/dia; em outubro de 2008, entraram
em média 123; em dezembro de 2005, 564. As duas principais organizações que
levam comida a Gaza são a UNRWA, Agência de Ajuda Humanitária da ONU para os
Refugiados Palestinos e o Oriente Médio; e a WFP, "Programa Alimento para o
Mundo". A UNRWA alimenta aproximadamente 750 mil palestinos em Gaza (cerca de 15
caminhões/dia de alimentos). Entre 5/11 e 30/11, só chegaram 23 caminhões, cerca
de 6% do mínimo indispensável; na semana de 30/11, chegaram 12 caminhões, 11% do
mínimo indispensável. <o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR><STRONG>Durante
três dias, em novembro, a UNRWA esteve totalmente desabastecida e 20 mil pessoas
não receberam a única comida com que contam para matar a fome. Nas palavras de
John Ging, diretor da UNRWA em Gaza, praticamente todos os atendidos pela
organização dependem completamente do que recebem, seu único alimento. Dia
18/12, a UNRWA suspendeu completamente a distribuição de alimento, dos programas
regulares e dos programas de emergência, por causa do bloqueio israelense.
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR><STRONG>A
WFP enfrenta problemas semelhantes; conseguiu enviar apenas 35 caminhões, dos
190 previstos para atender as necessidades da Faixa de Gaza até o início de
fevereiro de 2009 (mais seis caminhões conseguiram chegar a Gaza, entre 30/11 e
6/12). E não é só: a WFP é obrigada a pagar pelo armazenamento dos alimentos que
não podem ser enviados a Gaza. Só em novembro, pagou 215 mil dólares. Se Israel
mantiver o sítio a Gaza, a WFP terá de pagar mais 150 mil dólares pelo
armazenamento dos alimentos, no mês de dezembro, dinheiro que deveria ser usado
para auxiliar os palestinos, mas está entrando nos cofres de empresas
israelenses de armazenamento.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR><STRONG>A
maioria das padarias comerciais em Gaza (30, de 47) foi obrigada a fechar as
portas por falta de gás de cozinha. As famílias estão usando qualquer tipo de
combustível que encontrem, para cozinhar. Como a FAO/ONU já informou, o gás é
indispensável para manter aquecidos os criadouros de aves. A falta de gás e de
rações, já levou à morte milhares de galinhas e frangos. Em abril, conforme a
FAO, já praticamente não haverá galinhas e frangos em Gaza e para 70% dos
palestinos, carne e ovos de galinha são a única fonte de
proteína.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR><STRONG>Bancos,
impedidos por Israel de operar nos territórios ocupados, fecharam as portas dia
4/12. Num deles há um aviso, em que se lê: "Por decisão da Autoridade das
Finanças na Palestina, o banco permanecerá fechado hoje, 4/12/2008, 5ª-feira,
por falta de numerário. O banco só reabrirá quando voltar a receber moeda."
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR><STRONG>O
Banco Mundial já antecipara que o sistema bancário em Gaza entraria em colapso
se as restrições continuassem. Todo o fluxo de dinheiro para os programas foi
suspenso, e a UNRWA suspendeu a assistência financeira a outros subprogramas,
para os mais necessitados, dia 19/11. Também está paralisada a produção de
livros didáticos e cadernos, porque não há papel, tinta de impressão e cola, em
Gaza. Com isso, 200 mil estudantes serão afetados, ano que vem, no início das
aulas. <o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR><STRONG>Dia
11/12, o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, enviou 25 milhões de dólares
para o sistema bancário na Palestina, depois de um apelo do primeiro-ministro
palestinense, Salaam Fayad; foi a primeira remessa, desde outubro. Não bastará
nem para pagar o mês de salários atrasados dos 77 mil funcionários públicos de
Gaza.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR><STRONG>Dia
13/11, foi suspensa a operação da única estação de energia elétrica que opera em
Gaza; as turbinas foram desligadas por absoluta falta de diesel industrial. As
duas turbinas movidas a bateria 'caíram' e não voltaram a funcionar dez dias
depois, quando chegou um único carregamento de combustível. Cerca de 100 peças
de reposição, encomendadas para as turbinas, estão há oito meses no porto de
Ashdod, em Israel, a espera de que as autoridades da alfândega israelense as
liberem. Agora, Israel começou a leiloar as peças não liberadas, porque
permanecem há mais de 45 dias no porto. Tudo feito conforme a legislação de
Israel. <o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR><STRONG>Durante
a semana de 30/11, 394 mil litros de diesel industrial foram liberados para a
estação de produção de energia: aproximadamente 18% do mínimo que Israel está
legalmente obrigado a fornecer. Foi suficiente apenas para fazer funcionar uma
turbina, por dois dias, antes de a estação ser novamente fechada. A Gaza
Electricity Distribution Company informou que praticamente toda a Faixa de Gaza
ficará sem eletricidade por períodos que variarão entre 4 e 12 horas/dia. Em
vários momentos, haverá mais de 65 mil pessoas sem
eletricidade.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR><STRONG>Nem
mais uma gota de óleo diesel (para geradores e para transporte) foi entregue
essa semana (como já acontece desde o início de novembro); nem de gás de
cozinha. Os hospitais em Gaza estão operando, ao que parece, com diesel e gás
recebido do Egito, pelos túneis; ao que se diz, são produtos administrados e
taxados pelo Hamás. Mesmo assim, dois hospitais em Gaza estão sem gás de cozinha
desde 23/11. <o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR><STRONG>Além
dos problemas diretamente causados pelo sítio israelense, há os problemas
criados pelas divisões políticas entre a Autoridade Palestina na Cisjordânia e a
Autoridade do Hamás, em Gaza. Por exemplo, a CMWU, que fornece água para a
região costeira de Gaza, que não é controlada pelo Hamás, é financiada pelo
Banco Mundial via a Autoridade Palestina para a Água (PWA) em Ramállah; o
financiamento destina-se a pagar o combustível para as bombas do sistema de
esgotos de Gaza.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR><STRONG>Desde
junho, a PWA tem-se recusado a liberar o dinheiro, aparentemente porque entende
que o funcionamento dos esgotos beneficiaria o Hamás. Não sei se o Banco Mundial
tentou alguma intervenção nesse processo, mas, por hora, a UNRWA está fornecendo
o combustível necessário, embora não tenha orçamento para essa finalidade. A
CMWU também pediu autorização a Israel para importar 200 toneladas de cloro; até
o final de novembro recebeu apenas 18 toneladas suficiente para o consumo de uma
semana de água clorada. Em meados de dezembro, a cidade de Gaza e o norte da
Faixa só tinha água por seis horas, a cada três dias.
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR><STRONG>Segundo
a Organização Mundial de Saúde, as divisões políticas entre Gaza e a Cisjordânia
também têm tido sério impacto sobre o abastecimento de remédios em Gaza. O
ministério da Saúde da Cisjordânia (MOH) é responsável por comprar e distribuir
quase todos os produtos farmacêuticos e cirúrgico-hospitalares usados em Gaza. E
todos os estoques estão perigosamente baixos. No mês de novembro, várias vezes o
ministério devolveu carregamentos recebidos por via marítima, por não haver
espaço para armazenamento; apesar disso, nada tem sido entregue em Gaza, em
quantidades suficientes. Na semana de 30/11, chegou a Gaza um caminhão com
remédios e suprimentos médios, enviado pelo MOH em Ramállah; foi o primeiro,
desde o início de setembro.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR><STRONG>Está
acontecendo aí, ante nossos olhos, a destruição de toda uma sociedade e nenhum
clamor se ouve, além dos avisos da ONU, que são ignorados pela comunidade
internacional. <o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR><STRONG>A
União Européia anunciou recentemente que deseja estreitar relações com Israel,
pouco depois de as autoridades israelenses terem declarado abertamente que
preparam a invasão, em larga escala, da Faixa de Gaza e de terem apertado ainda
mais o bloqueio econômico, com o apoio, já nada tácito, da Autoridade Palestina
em Ramállah. Essa, vê-se, está colaborando com Israel, em várias medidas. Dia
19/12, o Hamás deu oficialmente por encerrada a trégua (que Israel declarou que
estaria interessado em renovar), porque Israel não suspendeu (nem diminuiu) o
bloqueio. <o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR><STRONG>Por
que, como, em que sentido, negar alimento e remédios à população de Gaza
ajudaria a proteger os israelenses? <o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR><STRONG>Por
que, como, em que sentido, o sofrimento das crianças de Gaza - mais de 50% da
população são crianças! - beneficiaria alguém?<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR><STRONG>A
lei internacional e a decência humana exigem que essas crianças sejam
protegidas. Se Gaza cair, a Cisjordânia cairá
depois.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR>*
Sara Roy é professora do Harvard's Center for Middle Eastern Studies.
</SPAN><SPAN lang=EN-US
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">Autora
de Failing Peace: Gaza and the Palestinian-Israeli Conflict.</SPAN><SPAN
lang=EN-US
style="FONT-SIZE: 6pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN lang=EN-US
style="FONT-SIZE: 6pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><BR></SPAN><SPAN
style="FONT-SIZE: 6pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">Artigo
reproduzido da <I>Agência Carta Maior</I><o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; COLOR: #244061; FONT-FAMILY: 'Courier New'"><o:p> </o:p></SPAN></P></DIV></o:p></FONT></DIV></DIV></BODY></HTML>