<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN">
<HTML><HEAD><TITLE>Nova pagina 1</TITLE>
<META http-equiv=Content-Type content="text/html; charset=iso-8859-1">
<META content="MSHTML 6.00.2900.3132" name=GENERATOR>
<STYLE></STYLE>
</HEAD>
<BODY bgColor=#ffffff>
<DIV><FONT face=Arial size=2></FONT> </DIV>
<P align=left><B><FONT face=forte color=#ff0000 size=7>
<MARQUEE scrollAmount=20 scrollDelay=200 width=322>CARTA O BERRO.
..........repassem.</MARQUEE></FONT></B></P>
<META content="MSHTML 6.00.2900.3132" name=GENERATOR>
<META content="MSHTML 6.00.2900.3132" name=GENERATOR>
<STYLE></STYLE>
<DIV><FONT face=Arial size=2></FONT> </DIV>
<DIV style="FONT: 10pt arial">----- Original Message -----
<DIV style="BACKGROUND: #e4e4e4; font-color: black"><B>From:</B> <A
title=jdblinder@yahoo.com.br href="mailto:jdblinder@yahoo.com.br">Jacob
Blinder</A> </DIV>
<DIV> </DIV></DIV>
<DIV><BR></DIV>
<TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 border=0>
<TBODY>
<TR>
<TD vAlign=top>
<DIV><STRONG><FONT size=4> </FONT></STRONG></DIV>
<DIV><FONT size=4><STRONG>O QUE NÃO SE DIZ SOBRE A CRISE
FINANCEIRA<BR><BR></STRONG></FONT>Por Graccho Maciel <BR><BR><BR><FONT
size=3>As crises não surgem por acaso, nenhuma delas. Todas trazem na
origem alguma intenção gananciosa de tirar proveito além do que é
justo.<BR>A “crise” atual tem sua origem na criação do Banco Central
americano, o FED, e seu monopólio de imprimir moeda – ou emitir como
gostam de dizer. Até o uso da palavra emitir em lugar de imprimir fornece
a pista do<BR>golpe. <BR>Imprimir papel moeda sem lastro, é o mesmo que
passar tinta num pedaço de papel especial. O custo de fazer isso não passa
de 10 centavos por impressão, o que significa que uma nota “vendida” –
posta em circulaçãopelo valor de face por 100 dólares - custa ao FED para
imprimir cerca de 10 centavos, gerando um lucro fabuloso conforme
abaixo:<BR><BR>99,90 por uma nota de 100 dólares<BR><BR>49,90 por uma nota
de 50 dólares<BR><BR>19,90 por uma nota
de 20 dólares, e assim por diante.<BR><BR>Sabendo-se que
cada nota é impressa aos milhares, pode-se fazer a conta do fantástico
lucro que tem o Banco Central.<BR><BR>Nos países em que o Banco Central é
do Governo, este lucro fica para o Banco e para o Ministério da Fazenda ou
seu equivalente. E nunca se prestou conta dele. Deve-se pensar nisso muito
seriamente.<BR><BR>Nos países onde o Banco Central é privado, como nos
Estados Unidos – o FED – e outros países, o lucro fica para os donos do
Banco. <BR><BR>No caso do FED, ele foi criado em 1781 como Banco da
América do Norte, e depois de passar por vários nomes e funções a cada vez
que havia um pânico bancário, foi transformado em banco central com a
função de combater os pânicos bancários ocorridos em 1873, 1893, e 1907,
satisfazendo uma forte demanda para criação de um sistema bancário
centralizado seguindo a influência de Alexander Hamilton que propunha“um
governo central forte com um banco central supervisionado por uma elite
rica”, indo contra a opinião de Thomas Jefferson que sabia, pela história
européia, que um banco central se tornaria rapidamente o<BR>controlador da
nação sobre passando seu governo. Jefferson apontava a experiência
britânica dizendo que “dinheiro não podia ser criado por mágica a partir
do nada”. Mas não foi ouvido.<BR><BR>A criação do FED é digna de histórias
de mistério. Um de seus criadores, J. P. Morgan, retornou ao Estados
Unidos em 1907 e espalhou a notícia que um pequeno banco Knickerbocker de
Nova York era insolvente. A<BR>corrida ao banco por seus depositantes
criou um pânico que se espalhou por outros e gerou a crise de 1907. O
estudo dos pânicos de 1873, 1983 e 1907 indica que eles foram operados por
banqueiros internacionais em seu próprio proveito.<BR><BR>O FED não escapa
a essas manipulações. Sua criação foi decidida numa viagem secreta à ilha
Jekill, como escreveu Frank Vanderlip, um dos participantes, referindo-se
a uma viagem ”secreta” na noite de 1910 de<BR>sete homens que reuniam
talvez 30% de toda riqueza do Mundo. Os empregados da ilha foram
dispensados e substituídos por outros, para manter o segredo, como conta o
escritor Ralph Epperson, na biografia de<BR>J. P. Morgan.<BR><BR>Os sete
participantes eram o próprio Vanderlip, representante da firma de Khun,
Loeb & Company, e seu sócio Paul Moritz Warburg, também representante
dos Rothschild europeus; de William Rockefeller e Jacob<BR>Schiff,
milionários do petróleo; do secretário do Tesouro, Abraham Piatt Andrew;
de Henry P. Davidson, sócio da J.P. Morgan Company; o presidente do
primeiro banco de Nova York (dominado por Morgan), Charles D. Norton;
Benjamin Strong, braço direito de Morgan; e o senador republicano Nelson
W. Aldrich, associado a J.P. Mporgan e sogro de John D. Rockfeller Jr.
Esse grupo permaneceu na ilha por uma semana e preparou a reforma bancária
que gerou depois o FED. <BR><BR>O presidente da Universidade de Princeton,
Woodrow Wilson, apresentou uma solução ao pânico financeiro: “O problema
podia ser evitado se nomeássemos um comitê de seis ou sete homens de
espírito público, como J.P. Morgan, para cuidar dos negócios do nosso
país”. Assim o povo americano foi condicionado a aceitar a solução
oferecida por aqueles que<BR>causaram todos aqueles eventos. Havia só um
problema: Wilson estava perdendo nas pesquisas de voto. Os banqueiros
então convenceram Theodore Roosevelt a concorrer por outro partido,
tirando votos do provável<BR>ganhador, o republicano Taft. E assim Wilson
ganhou a eleição, por poucos votos. Mas, logo que eleito, assinou-o (os
aparlamentares já estavam de férias). (Eustace Mullis, biografo dos
fundadores do FED)<BR><BR>Apesar do nome, o FED não pertence ao governo
norte-americano. Ele é dominado por outros bancos como o Chase Manhatan
(com 32,35% das ações), o Citibank (com 20,51%), os quais detêm o controle
majoritário, conforme relatório de 1997 do pesquisador Eric Samuelson.
<BR><BR>Com a instalação do Banco Central, ou FED, ele passou a ter o
monopólio da impressão de moeda, ganhando fortunas a cada emissão, que vai
para os bancos dos seus donos.<BR><BR>Em 2002, o volume estimado de
dólares postos em circulação pelo FED era quase quatro vezes o valor do
produto norte-americano. Grande parte estava no estrangeiro, forçada pelos
banqueiros que também têm bancos em outros países. Com o tempo, os dólares
foram voltando, e os bancos na América ficaram com excesso de papel-moeda.
Conseguiram então forçar o governo a abolir um decreto, criado em 1933,
que impedia os bancos de operar com transações imobiliárias, já como
consequência do grande pânico de 1929. A partir daí, em 1999, os bancos
passaram a emprestar com um mínimo de garantias gerando as dívidas
imobiliárias que não foram pagas.<BR><BR>O resto já se conhece. Os bancos
anunciaram a inadimplência e suas falências. O governo prontamente
entregou a eles de novo todo o dinheiro que eles “perderam”. Assim eles
ganham duas vezes, quando o dinheiro é<BR>impresso e posto em circulação e
quando o governo faz a doação... e ainda retêm a posse das residências
financiadas, cujos compradores são despejados.<BR><BR>Sem dinheiro, não há
mais crédito. Sem crédito, as empresas encolhem e demitem. Sem comércio.
os países emergentes voltam para seu lugar de pedintes, subordinados ao
capital internacional. <BR><BR>E esta é a “crise”...<BR><BR></FONT></DIV>
<DIV>
<SCRIPT type=text/javascript>
hasEML = false;
</SCRIPT>
<SCRIPT type=text/javascript>
<!--
gLaunchProfile.stop("T4");
-->
</SCRIPT>
<SCRIPT type=text/javascript>
<!--
gLaunchProfile.start("T6");
-->
</SCRIPT>
<BR><BR>Acessem meu fotoblog: http://www.venezuelabolivariana.nafoto.net e
vejam belas imagens da Venezuela dos tempos atuais. Jacob David
Blinder</DIV></TD></TR></TBODY></TABLE><BR>
<HR SIZE=1>
Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: <A
href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/">Top
10</A> - <A
href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/">Celebridades</A>
- <A
href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/">Música</A>
- <A
href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/">Esportes</A>
</BODY></HTML>