<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN">
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<BODY bgColor=#ffffff>
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<DIV style="FONT: 10pt arial">
<DIV><FONT face=Forte color=#ff0000 size=6><STRONG>Carta O Berro<FONT
size=3>..............................................................................................repassem</FONT></STRONG></FONT></DIV></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2></FONT> </DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2></FONT> </DIV>
<DIV><BR></DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=2>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center"
align=center><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial">BARAK HUSSEIN
OBAMA<o:p></o:p></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center"
align=center><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center"
align=center><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: right"
align=right><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial">Laerte
Braga<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: right"
align=right><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: right"
align=right><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p> </o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>É difícil definir no olho do
furacão as conseqüências da vitória do Democrata Barak Hussein Obama nas
eleições presidenciais norte-americanas. Mas não é difícil interpretar o voto do
eleitorado depois de oito anos de governo de George Bush e uma crise do tamanho
do Everest.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>De saída, então, temos que o
voto em Obama e a presença maciça de eleitores (o que difere do perfil das
últimas eleições) foi um voto anti-Bush. Mas terá sido um voto contra as
políticas imperiais dos Estados Unidos?<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Outro dado relevante foi o
comparecimento às urnas surpreendente de eleitores jovens, via de regra arredios
ao voto, ainda mais num país onde esse direito é facultativo. É evidente que o
eleitorado negro iria votar majoritariamente <st1:PersonName w:st="on"
ProductID="em Barak Hussein Obama."><st1:PersonName w:st="on"
ProductID="em Barak Hussein">em Barak Hussein</st1:PersonName>
Obama.</st1:PersonName> A eleição de Obama rompe um ciclo que parecia eterno, o
de presidentes brancos. É o primeiro negro na Casa Branca e não tenho certeza se
é também o primeiro norte-americano não nascido no continente (é havaiano)
eleito presidente. Me parece que sim.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Os Estados Unidos são uma
federação ao contrário do Brasil, por exemplo, que se intitula em sua
constituição República Federativa do Brasil, na prática não funciona. O Texas,
por exemplo, tem um regime diferenciado dos demais estados norte-americanos. É
uma república associada aos EUA sob condições peculiares e, em tese, pode sair
da União quando dois terços de sua população assim o
entenderem.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Uma olhada no mapa daquele
país e nos resultados estado a estado mostra que McCain venceu nas regiões
conservadoras, não necessariamente as mais atrasadas, mas as dominadas por
igrejas fundamentalistas, o que ali tem um peso notável. No início do século XX
um professor por pouco não foi condenado à morte por ensinar a teoria de Charles
Darwin nas escolas. Não mudou muito de lá para
cá.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Inspirado em um caso real o
professor John Thomas Scopes foi execrado pela população do Tennessee, na cidade
de Dayton. Foi em 1925 e registrou a primeira transmissão de rádio ao vivo de um
fato assim. Isso foi decisivo para a que Scopes não fosse condenado à morte.
Clarence Darrow, um dos maiores advogados da história dos EUA defendeu-o
contratado por um jornal de Baltimore. E a acusação teve como assistente um
ex-secretário de Estado e candidato duas vezes à presidência da
República.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>McCain venceu no Tennessee e
recentemente a Assembléia Legislativa e o Senado Estado de Michigan discutiam
uma lei que tornava obrigatório o ensino do criacionismo nas escolas públicas.
Acabou rejeitado e ali Barak Hussein Obama venceu. No estado de Utah, no centro
oeste do país as leis permitem a poligamia. O estado é predominantemente
habitado por mórmons.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Quando do furacão que
devastou New Orleans o presidente Bush foi duramente criticado por ter se
omitido na defesa preventiva da cidade e depois pela demora do auxílio. A mãe de
Bush, Bárbara, fez uma declaração que mostra o modo de pensar dos texanos, para
onde muitos refugiados e desabrigados pelo furacão foram levados: “aqui eles
estão melhor que na cidade deles. Comem três vezes por dia e têm camas e
banheiros decentes”.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>A expressão que dá nome ao
país “Estados Unidos” reflete uma realidade. Maior ainda se nos reportarmos que
em sua história uma guerra civil entre sul e norte devastou a nação e mantém,
até hoje, ressentimentos e questões mal resolvidas, digamos assim.
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>A consolidação de um sentido
de União veio com a crise de 1929 até o término da IIª Grande Guerra, época em
que o país se transformou na superpotência que é hoje e viveu por quase 16 anos
sob a presidência de Franklin Delano Roosewelt. Foram quatro mandatos
consecutivos e surgiu depois dele a emenda constitucional que limitou o número
de mandatos presidenciais a dois. <o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Começa a nascer ali o
conglomerado de interesses que John dos Passos havia previsto por volta de 1900
e qualquer coisa, “complexo industrial e militar” e o general Eisenhower, com a
autoridade de comandante aliado na guerra contra o nazismo e presidente por dois
mandatos, referendou ao deixar a presidência da República, em 1960, exatamente
com John Kennedy. Muitos comparam a eleição de Obama à de
Kennedy.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Que mudança querem os
norte-americanos? Nos jogos olímpicos de Los Angeles, em 1984, um cidadão comum
entrevistado por um repórter de uma rede brasileira sobre o acontecimento foi
enfático: “estou louco para acabar. Ficam esses negros circulando pela cidade,
sujando as ruas, esses estrangeiros todos, somos um país
civilizado”.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>O fim da guerra do Iraque? O
fim da ocupação no Afeganistão? Na cabeça do cidadão comum dos EUA o país paga a
conta do mundo. Não têm a menor noção de geografia, a imensa e esmagadora
maioria população do país. <o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Os EUA têm a maior dívida
pública do mundo e também o maior poder militar dentre todas as nações.
Controlam a Europa através da OTAN (Organização do Tratado Atlântico Norte),
enfrentam o crescimento econômico da China e a maior presença política do país
de Mao Tsé Tung, dependem de petróleo e fontes de energia dos países produtores,
desenvolvem políticas de globalização que transformam pouco a pouco países como
o Brasil em produtores de matérias primas, numa nova etapa do colonialismo,
enfim, sustentam-se no resto do mundo.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Neste momento assistem ao
ressurgimento da Rússia como potência econômica e militar e carregam um aliado
incômodo, porque controlado pelos grandes grupos financeiros do mundo, o Estado
de Israel, uma espécie de departamento para o trabalho
sujo.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Mudar tudo isso é inviável.
Obama não resistiria um mês. Constatar que, por si só, os Estados Unidos, hoje,
são um império em decadência tanto é um sinal do voto, como é um pedido de
socorro para que não falte o hambúrguer nosso de cada
dia.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Foi Bil Clinton quem fez o
acertos com o brasileiro Fernando Henrique Cardoso para a privatização do Estado
brasileiro. Enrolou FHC com a conversa fiada de tornar o Brasil uma potência
mundial, garantir ao país um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU
e fechou o calendário para a implantação da ALCA (Associação de Livre Comércio
das Américas). Se tivesse sido implantada, a ALCA, prevista para 2005, o pré sal
que é em boa parte de companhias estrangeiras, não seria nosso na
totalidade.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>E foi o mesmo Clinton que
não hesitou em mandar bombardear a antiga Iugoslávia para garantir interesses de
países europeus aliados.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>A diferença entre Democratas
e Republicanos está no fato que Democratas conhecem artefatos como garfo, faca,
sabem o talher adequado para cada momento e Republicanos ainda acham que se come
perna de carneiro tal e qual o faziam os velhos cowboys. E terminada a
degustação limpam a boca com as costas da mão.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Todo esse espetáculo montado
em todo o mundo por conta da eleição de Barak Hussein Obama faz parte do show
dos tempos atuais. Todo o projeto de mudanças e todas as expectativas criadas
são falsas e vãs. <SPAN
style="mso-spacerun: yes"> </SPAN><o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Vai acontecer apenas um
estilo diferente e o fato de um negro (o mais importante dentre todos) ter sido
eleito presidente da mais poderosa nação do
mundo.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Barak Hussein Obama vai
assumir o governo em 20 de janeiro sabendo que cada passo terá que ser pesado e
calculado, pois existem minas espalhadas por todos os cantos em todo o
território norte-americano.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Mostrou que sabe contornar
esses obstáculos desde quando derrotou Hilary Clinton na disputa pela indicação
do Partido Democrata. Mostrou durante a campanha e mostrou ontem ao fazer
declarações firmes, mas sem conteúdo em se tratando de
mudanças.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>O que o norte-americano que
votou em Obama espera é que as aventuras militares que custam caro e custam
vidas terminem e que cada consumidor do país possa voltar a comprar no feérico
mundo do capitalismo show, onde o ter é bem mais importante que o
ser.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>E se isso depender de
políticas imperiais contra governos adversários, os velhos golpes montados em
nome da “democracia” se farão presentes. O problema de Bush é que nem o big
stick o texano soube usar. Produto de duas fraudes vai para casa com uma
rejeição de 75% dos cidadãos de seu país. <o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Posso queimar a língua, mas
Obama é apenas um produto novo na vitrine. Se movido a pilha, bateria ou chip
não sei. Mas sei que tem um tempo de validade e esse tempo, quatro ou oito anos
vai depender de sua capacidade de assegurar o hambúrguer a cada um dos seus
compatriotas.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>William Bonner já pode
voltar. Cumpriu com louvor sua missão de diretor do espetáculo para o Brasil e
os brasileiros. Criou no cidadão médio a sensação que a eleição de Barak Hussein
Obama foi um dos momentos cruciais de nossa história. Agora é esperar o Natal, o
Carnaval e depois o BBB-9 com direito a quarto
espelhado.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Até Lula deu palpite. E já
começou a esculhambação. A mídia registra que nas comemorações da vitória o
presidente eleito deu um “selinho” na mulher do vice.
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Com relação a América Latina
há, é claro, expectativas que o bom senso prevaleça e o bloqueio econômico
contra Cuba seja suspenso. É uma nódoa, dentre muitas, na história dos EUA. E
esperanças, remotas, que as constantes tentativas de golpes contra governos
contrários às políticas de Washington, especificamente os dos presidentes
Chávez, Evo Morales, Rafael Corrêa, Ortega e Fernando Lugo, respectivamente,
Venezuela, Bolívia, Equador, Nicarágua e Paraguai, cessem. Sem falar é lógico,
na criminosa ocupação do Haiti, da qual o governo brasileiro é
cúmplice.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>E o famigerado Plano
Colômbia. Bush durante esses oito anos de governo usou o narco/presidente Álvaro
Uribe para disseminar ações golpistas e criminosas na América do Sul. Como os
democratas se recusaram a aprovar um tratado de livre comércio com a Colômbia
pelas constantes violações dos direitos humanos, como os democratas são maioria
na Câmara e no Senado dos EUA, o que se espera é que a Colômbia deixe de ser
base de operações sujas por parte de Washington inclusive usando terroristas do
serviço secreto de Israel.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Barak Hussein Obama não é
“Deus”. E mesmo com sua descendência muçulmana não é profeta como Maomé. Logo os
desafios são bem maiores do que se imagina. Um outro show vai ter que ser
organizado rápido para evitar que se desvaneçam as esperanças geradas pelo
espetáculo eleitoral de quatro de novembro.<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG> </STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Às vezes, quem sabe,
Pastinha consegue reconhecimento internacional e vai fotomontar a nova realidade
norte-americana. É o clássico miquinho amestrado pronto a ajoelhar e lamber
botas por qualquer quinhentos mil réis. Americanos adoram esse tipo de pilantra,
com cabelos untados por brilhantina.</STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>====================================================================================================================================================================</STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG></STRONG></SPAN> </P><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>
<BLOCKQUOTE><BR></BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE>
<DIV><FONT face=Arial size=2></FONT> </DIV>
<DIV style="FONT: 10pt arial">----- Original Message -----
<DIV style="BACKGROUND: #e4e4e4; font-color: black"><B>From:</B> <A
title=poetatorres@yahoo.ca href="mailto:poetatorres@yahoo.ca">Torres
Hector</A> <BR></DIV></DIV></BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE><BR></BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE><FONT size=+3><B>La Cara Perfecta del
Imperio</B></FONT></BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE><B>Por Eva Golinger</B></BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE><B>5 Noviembre 2008</B><BR></BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE>Nadie puede negar el momento histórico que viven los Estados
Unidos de Norteamérica. Una nación construida con la mano de obra de los
esclavos africanos acaba de elegir su primer presidente afro-descendiente. Un
país con una constitución que aún mantiene su lenguaje original que define a
los negros como "tres quintos de un ser humano" acabo de eligir un hombre
negro con una abrumadora mayoría. El voto fue otorgado a los
afro-estadounidense<WBR>s en el año 1870, cinco años después de la abolición
de la esclavitud y casí 100 años después de la ratificación de la constitución
por 55 hombres blancos terratenientes. Sin embargo, la población
afro-estadounidense sigió recibiendo un trato de segundo y el país vivió en
segregación durante la mayoría del Siglo XX. Las grandes luchas
revolucionarios por los derechos civiles de Martin Luther King Jr., Malcolm X,
las Panteras Negras, Angela Davis y otros grandes líderes de la comunidad afro
en Estados Unidos durante los años sesenta y setenta lograron un
posicionamiento importante para la población negra dentro del país. Sin
embargo, el racismo y la segregación continuaron como temas integrales de la
sociedad estadounidense. Hubo un Collin Powell por allí, una Condoleezza Rice
por allá, pero siempre y cuando se subordinaban a la supremacía blanca y
actuaban como los<I> token</I> negros para dar la aparencia de un gran<I>
progreso</I> de la nación.</BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE><BR></BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE>Barack Hussein Obama no es ningún Condoleezza Rice ni un Collin
Powell, pero tampoco es un Martin Luther King Jr. y menos un Malcolm X. El
Presidente Electo Obama es un afro-estadounidense que ha aprovechado de un
momento de desesperación dentro del pueblo de Estados Unidos y que ha jugado
sus cartas casi a la perfección. De padre africano, ausente de su vida, y
madre blanca del corazon de Estados Unidos, el Estado de Kansas, Obama utilizó
su ambición para lograr asistir a las mejores universidades del país ­
Columbia en Nueva York y luego Harvard para su doctorado en derecho. Optó por
una candidatura al Senado por el Estado Illinois y logró recaudar suficientes
fondos para ganar el puesto en 2004, convertiéndose en uno de pocos
afro-estadounidense<WBR>s que ha sido eligido al Senado de Estados Unidos.
Escribió dos libros sobre sí mismo, enfocados en la ausencia de su padre en su
vida y su lucha por subir la escalera del "éxito" y "oportunidades" que
supuestamente ofrece Estados Unidos con sus calles de oro. Se hizo
multi-millonario con sus<I> bestsellers</I> y otros trabajos que le llegaron
por su carisma y potencial como un próximo líder del país. No fueron sino dos
años en el Senado y Obama decidió arrancar una campaña para la presidencia,
capitalizando del momento de descontento en el país debido al fracaso de la
época<I> Bush-Cheney</I> y el rechazo a nivel nacional al posible regreso de
los Clintons al poder.</BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE><BR></BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE>Aunque no era el candidato preferido a comienzos de las primarias
del partido demócrata, Obama eligió un equipo de campaña joven y sabio, y
conocedor de las nuevas herramientas sociales: el Internet y los medios de
comunicación. Entre Hillary Clinton y Obama, las primarias demócratas se
convertieron en un concurso de raza contra género. Ganó raza, ya que Hillary
representaba más de lo mismo para muchos hartos de más de 20 años de las
familias Bush y Clinton en el poder. Obama ofrecía una cara fresca, joven y
morena, y un discurso poético, inteligente, reconciliador y sensible a las
necesidades de un pueblo abandonado por sus gobernantes. No importaba que no
tenía experiencia en la política ni el gobierno, era el<I> outsider</I> que
rápidamente se convertió en el<I> insider</I> con más potencial para ganar las
elecciones presidenciales.</BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE><BR></BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE>Obama recibió el apoyo de grandes multinacionales, celebridades de
peso, multi-millonarios y del partido demócrata, además de captar el voto
afro-estadounidense y un sector juvenil que antes no había expresado un
interés notable en la política nacional. La campaña de Obama convertió la
palabra<I> cambio</I> en una moda nueva. Fue creativa con el uso de internet y
páginas como Youtube.com, que fue el verdadero motor de la campaña de Obama,
sacando nuevas cuñas y micros a favor de su elección casí todos los días.
Apoyar a Obama se transformó en un nuevo estilo, algo<I> chevere</I> para la
juventud, la moda del momento, el candidato<I> cool</I>. Y claro, pensar en la
posibilidad de elegir un hombre negro que no se idenficaba con la comunidad
afro-estadounidense de manera abierta y directa y no empleaba un discurso
anti-racista que incomodaba a los blancos, pués era bastante cómoda para la
mayoría del país. Obama nunca habló de<I> Black Power</I>, no responsibilizaba
a los blancos por la opresión de los negros y menos comentó sobre sus propias
experiencias como un hombre de raza mestiza en un país donde frecuentamente
golpeaban a los hombres negros que salían mano en mano con mujeres blancas.
No, Obama decía que la nación era un sola, que no veía color ni sexo ni
afiliación política ­ era un solo gran país los Estados Unidos de
Norteamérica.</BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE><BR></BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE>Con este discurso, Obama logró recaudar más dinero que cualquier
otro candidato de la historia de Estados Unidos. En su discurso de victoria a
la media noche del 4 Noviembre 2008, Obama admitió que su campaña había sido
la mejor de la historia del país ­ la campaña perfecta. Vendieron su cara
fresca y su color de piel al pueblo estadounidense, envuelto en su discurso de
cambio y su tono monótono, pero suave y acariciador. Hasta vendieron su imagen
al mundo ­ Obama, el cambio para Estados Unidos, el contrario de<I>
Bush-Cheney</I>, un hombre moreno que entiende los dolores de los pueblos y se
identifica con ellos. Jamás alguien así podría atacarlos o intentar
dominarlos.</BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE><BR></BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE>Pero no se engañan. Obama siempre fue claro con su punto de vista
imperial y su reafirmación sobre la necesidad de recuperar la posición de
Estados Unidos como un super-poder y el país más grande y dominante del mundo.
Al aceptar su victoria, Obama invocó los<I> cliches</I> de Estados Unidos,
diciendo que al llegar a la presidencia era una muestra de que su "América" es
un país donde todo es posible, donde las oportunidades no tienen límites ­
el sueño americano en vivo. Se le olvidó agregar que eso se hizo posible por
los más de 3 mil millones de dólares invertidos en su campaña. Todo es posible
en Estados Unidos con unos cuantos millones de dólares ­ nadie lo
niega.</BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE><BR></BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE>Obama es la cara perfecta del imperio. ¿Quién mejor puede
presentar una imagen simpática de una Washington bien decaida y destruida por
los ocho años de<I> Bush-Cheney</I> y sus guerras sin fin? ¿Será igual
de facil para Al Qaeda u otros grupos anti-estadounidense<WBR>s atacar a un
jefe de estado moreno con nombre árabe? ¿Podrán los pueblos en revolución
apuntar sus dedos a la Casa Blanca de Obama y reclamar sus acciones agresivas,
intervencionistas e imperiales? ¿Y qué pasará con el pueblo estadounidense?
¿Bajará su guardia y respirará con alivio pensando que ya la cosa esta en
buenas manos y no hay que protestar más ni criticar más ni reclamar cambios
reales?</BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE><BR></BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE>Si, el imperio ha conseguido su representante perfecto, el que
casi blinda sus acciones con su poesía y color. Es cierto que la elección de
Obama se ha hecho historia y ha sido un paso importante para curar los heridos
profundos de la esclavitud. Pero el imperio seguirá siendo el imperio, en eso
Obama fue muy claro en su discurso de victoria. "A los que están fuera de
Estados Unidos que nos quieren destruir, sépanlo con claridad que nosotros los
derrotaremos,<WBR>" dijo con convicción. Que dios bendiga América.</BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE>--</BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE>Dra. Eva Golinger</BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE>Directora General</BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE>Fundación Centro de Estudios Estratégicos</BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE>de Seguridad</BLOCKQUOTE>
<BLOCKQUOTE>"CESE"</BLOCKQUOTE><o:p></o:p></STRONG></SPAN></FONT></DIV></BODY></HTML>