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<MARQUEE scrollAmount=20 scrollDelay=200 width=322>CARTA O BERRO.
..........repassem.</MARQUEE></FONT></B></P>
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<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: center" align=center><B><I><SPAN
style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT color=#000000><FONT face="Times New Roman"
size=7>O Analfabetismo Econômico</FONT></FONT></SPAN></I></B></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: center" align=center><B><I><SPAN
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<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT face="Times New Roman"
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<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Chávez
falou em Zulia do "camarada Sarkozy", e o disse com certa ironia, mas sem ânimo
de feri-lo. Pelo contrário, quis reconhecer sua sinceridade quando, em sua
condição de Presidente rotativo da Comunidade de Países Europeus, falou em
Beijing.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Ninguém
proclamava o que todos os líderes europeus conhecem e não confessam: o sistema
financeiro atual não serve e há que mudá-lo. O Presidente venezuelano exclamou
com franqueza: </FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>"É
impossível refundar o sistema capitalista, seria como um intento de pôr a
navegar o <I>Titanic</I> depois que está no fundo do
Oceano."</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Na reunião
da Associação das Nações Européias e Asiáticas, em que participaram 43 países,
Sarkozy fez confissões notáveis, segundo as agências de
notícias:</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>“O mundo
vai mal, enfrenta uma crise financeira sem precedentes por sua magnitude,
rapidez, violência, e suas conseqüências sobre o meio ambiente põem em questão a
sobrevivência da humanidade: 900 milhões de pessoas não têm os meios para
alimentar-se”. </FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>"Os que
participamos desta reunião representamos dois terços da população do planeta e a
metade de suas riquezas; a crise financeira começou nos Estados Unidos, mas é
mundial e a resposta deve ser mundial." </FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>"O lugar
para um menino de 11 anos não é a fábrica, mas a
escola."</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>"Nenhuma
região do mundo tem lição que dar a ninguém." Uma clara alusão à política dos
Estados Unidos.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Ao final
recordou ante as nações da Ásia o passado colonizador da Europa nesse
continente.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Se o
Granma tivesse escrito essas palavras, diriam que se tratava de um clichê da
imprensa oficial comunista.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>A
chanceler da Alemanha, Angela Merkel, disse em Beijing que não se podia "prever
a entidade e duração da crise financeira internacional em curso. Trata-se, nem
mais nem menos, da criação de uma nova carta constitutiva das finanças." Nesse
mesmo dia foram divulgadas notícias que revelam a incerteza geral
desatada.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Na reunião
de Beijing, os 43 países da Europa e Ásia acordaram que o FMI deveria jogar um
papel importante assistindo aos países gravemente atingidos pela crise, e
apoiaram uma cúpula inter-regional em busca da estabilidade a longo prazo e o
desenvolvimento da economia do mundo.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>O
presidente do governo espanhol, Rodríguez Sapatero, declarou que "havia uma
crise de responsabilidade em que uns poucos se enriqueceram e a maioria está
empobrecendo", que "os mercados não confiam nos mercados". Exortou os países a
fugir do protecionismo, convencido de que a competência faria com que os
mercados financeiros jogassem seu papel. Não foi oficialmente convidado à cúpula
em Washington devido à atitude rancorosa de Bush, que não lhe perdoa a retirada
das tropas espanholas do Iraque.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>O
presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso, apoiou sua
advertência sobre o protecionismo. </FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>O
secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, reuniu-se por sua parte com eminentes
economistas para tratar de evitar que os países em desenvolvimento sejam as
principais vítimas da crise. </FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Miguel
D’Decoto, ex-ministro das Relações Exteriores da Revolução Sandinista e atual
presidente da Assembléia Geral da ONU, demandou que o problema da crise
financeira não se discutisse no G-20 entre os países mais ricos e um grupo de
nações emergentes, mas nas Nações Unidas. </FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT face=Verdana color=#000000 size=3>Há disputas
sobre o lugar e a reunião onde deve adotar um novo sistema financeiro que ponha
fim ao caos e à ausência total de segurança para os povos. Existe grande temor
de que os países mais ricos do mundo, reunidos com um grupo reduzido de países
emergentes castigados pela crise financeira, aprovem um novo Bretton
Woods</FONT><A title=""
href="http://co101w.col101.mail.live.com/mail/ApplicationMain_13.1.01320805.aspx?culture=pt-BR&hash=2156506134#_ftn1"
target=_blank name=_ftnref1><SPAN class=EC_MsoFootnoteReference><SPAN><SPAN
class=EC_MsoFootnoteReference><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><U><FONT face=Verdana
color=#0000ff size=3>[1]</FONT></U></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></A><FONT
color=#000000><FONT face=Verdana size=3> ignorando o resto do mundo. O
presidente Bush declarou ontem que "os países que discutirão aqui no próximo mês
a crise global devem também voltar a comprometer-se com os fundamentos do
crescimento econômico a longo prazo: negócios livres, livre empresa e livre
comércio."</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Os bancos
emprestavam dezenas de dólares por cada dólar depositado pelos poupadores.
Multiplicavam o dinheiro. Respiravam e transpiravam por todos os poros Qualquer
contração os conduzia à ruína ou à absorção por outros bancos. Havia que
salvá-los, sempre à custa dos contribuintes. Fabricavam enormes fortunas. Seus
privilegiados acionistas majoritários podiam pagar qualquer soma por
algo.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Shi
Jianxun, professor da Universidade de Xangai, declarou em um artigo que publicou
na edição exterior do Jornal do Povo que "a crua realidade levou as pessoas, no
meio do pânico, a dar-se conta de que os Estados Unidos utilizou a hegemonia do
dólar para saquear as riquezas do mundo. Urge mudar o sistema monetário
internacional apoiado na posição dominante do dólar."</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Com poucas
palavras explicou o papel essencial das moedas nas relações econômicas
internacionais. Assim vinha ocorrendo há séculos entre a Ásia e a Europa:
recordemos que o ópio foi imposto à China como moeda. Disso falei quando escrevi
o artigo A vitória da China. </FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>As
autoridades deste país nem sequer queriam receber a prata em metálico com que os
espanhóis pagavam inicialmente os produtos adquiridos na China, desde a sua
colônia nas Filipinas, porque se desvalorizava progressivamente devido à sua
abundância no chamado Novo Mundo recém conquistado pela Europa. Os governantes
europeus até hoje sentem vergonha pelas coisas que impuseram à China durante
séculos.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>As atuais
dificuldades nas relações de intercâmbio entre esses dois continentes devem ser
resolvidas, segundo o critério do economista chinês, com euros, libras, ienes e
yuanes. Não resta dúvida de que a regulação razoável entre essas quatro moedas
ajudaria o desenvolvimento de relações comerciais justas entre a Europa,
Grã-Bretanha, Japão e China.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Estariam
incluídos nessa esfera o Japão e a Alemanha - dois países produtores de
sofisticados equipamentos de tecnologia avançada tanto para a produção como para
os serviços - e o maior motor em potência da economia do mundo, China, com ao
cerca de 1,4 bilhão de habitantes e mais de 1,5 trilhão de dólares em suas
reservas de divisas conversíveis, que são em sua maioria dólares e bônus do
Tesouro dos Estados Unidos. Segue-lhe o Japão com quase as mesmas cifras de
reservas em divisas.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Na atual
conjuntura, o valor do dólar aumenta devido à posição dominante desta moeda
imposta à economia mundial, justamente assinalada e rechaçada pelo professor de
Xangai. </FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Grande
número de países do Terceiro Mundo, exportadores de produtos e matérias primas
com pouco valor agregado, somos importadores de produtos de consumo chineses,
que revistam ter preços razoáveis, e equipamentos do Japão e Alemanha, cada vez
mais caros. Mesmo que a China tenha tido cuidados para que o yuan não se
supervalorizasse, como demandam sem cessar os ianques para proteger suas
indústrias da concorrência chinesa, o valor do yuan se incrementa e o poder
aquisitivo de nossas exportações diminui. O preço do níquel, nosso principal
produto de exportação, cujo valor alcançou mais de 50 mil dólares a tonelada há
pouco, nos últimos dias recuou a 8.500 dólares por tonelada, quer dizer, menos
de 20 por cento do preço máximo alcançado. O do cobre caiu a menos de 50 por
cento; assim sucessivamente ocorre com o ferro, alumínio, estanho, zinco e todos
os minerais indispensáveis para um desenvolvimento sustentado. Os produtos de
consumo, como café, cacau, açúcar e outros, a despeito de todo sentido racional
e humano, em mais de 40 anos, tiveram os seus preços levemente majorados. Por
isso, há pouco tempo, eu adverti que, como conseqüência de uma crise que estava
às portas, sofreríamos perdas nos mercados e o poder aquisitivo de nossos
produtos se reduziria fortemente. Nestas circunstâncias, os países capitalistas
desenvolvidos sabem que suas fábricas e serviços serão afetados, e só a
capacidade de consumo de grande parte da humanidade beirando os índices de
pobreza, ou por abaixo destes, poderia mantê-los funcionando.
</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Esse é o
grande dilema que expõe a crise financeira e o perigo de que os egoísmos sociais
e nacionais prevaleçam por cima dos desejos de muitos políticos e estadistas
angustiados ante o fenômeno. Não têm a menor confiança no próprio sistema de que
surgiram como homens públicos.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Quando um
povo deixa atrás o analfabetismo, sabe ler e escrever, e possui um mínimo
indispensável de conhecimentos para viver e produzir honestamente, resta-lhe
apenas vencer a pior forma de ignorância em nossa época: o analfabetismo
econômico. Só assim poderíamos saber o que está acontecendo no
mundo.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana
color=#000000 size=3></FONT> </P>
<P class=EC_MsoNormal><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><FONT
color=#000000><FONT face=Verdana size=3></FONT></FONT></SPAN></P><FONT
size=3><FONT face=Verdana><FONT color=#000000><SPAN lang=ES
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">Fidel Castro Ruz<BR>Octubre 26 de
2008<BR>5 y 15 p.m.</SPAN> </FONT><BR></FONT></FONT>
<DIV style="mso-element: footnote-list"><BR clear=all><FONT face=Verdana
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color=#000000><FONT size=3><FONT face=Verdana> <SPAN
style="FONT-SIZE: 9pt">Conferência de Bretton Woods: Conferência Monetária e
Financeira das Nações Unidas, realizada em julho de 1944, em Bretton Woods, com
representantes de 44 países, para planejar a estabilização da economia
internacional e das moedas nacionais prejudicadas pela Segunda Guerra Mundial.
Os acordos assinados tiveram validade para o conjunto das nações capitalistas
lideradas pelos Estados Unidos, resultando na criação do FMI – Fundo Monetário
Internacional e do Banco Mundial. Nota do
tradutor.</SPAN></FONT></FONT></FONT></P></DIV></DIV><BR><BR><BR>
<P>
<HR>
<P></P>
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falou em Zulia do "camarada Sarkozy", e o disse com certa ironia, mas sem ânimo
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condição de Presidente rotativo da Comunidade de Países Europeus, falou em
Beijing.</FONT></FONT></SPAN></P>
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proclamava o que todos os líderes europeus conhecem e não confessam: o sistema
financeiro atual não serve e há que mudá-lo. O Presidente venezuelano exclamou
com franqueza: </FONT></FONT></SPAN></P>
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Oceano."</FONT></FONT></SPAN></P>
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notícias:</FONT></FONT></SPAN></P>
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vai mal, enfrenta uma crise financeira sem precedentes por sua magnitude,
rapidez, violência, e suas conseqüências sobre o meio ambiente põem em questão a
sobrevivência da humanidade: 900 milhões de pessoas não têm os meios para
alimentar-se”. </FONT></FONT></SPAN></P>
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chanceler da Alemanha, Angela Merkel, disse em Beijing que não se podia "prever
a entidade e duração da crise financeira internacional em curso. Trata-se, nem
mais nem menos, da criação de uma nova carta constitutiva das finanças." Nesse
mesmo dia foram divulgadas notícias que revelam a incerteza geral
desatada.</FONT></FONT></SPAN></P>
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de Beijing, os 43 países da Europa e Ásia acordaram que o FMI deveria jogar um
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desenvolvimento da economia do mundo.</FONT></FONT></SPAN></P>
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presidente do governo espanhol, Rodríguez Sapatero, declarou que "havia uma
crise de responsabilidade em que uns poucos se enriqueceram e a maioria está
empobrecendo", que "os mercados não confiam nos mercados". Exortou os países a
fugir do protecionismo, convencido de que a competência faria com que os
mercados financeiros jogassem seu papel. Não foi oficialmente convidado à cúpula
em Washington devido à atitude rancorosa de Bush, que não lhe perdoa a retirada
das tropas espanholas do Iraque.</FONT></FONT></SPAN></P>
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principais vítimas da crise. </FONT></FONT></SPAN></P>
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D’Decoto, ex-ministro das Relações Exteriores da Revolução Sandinista e atual
presidente da Assembléia Geral da ONU, demandou que o problema da crise
financeira não se discutisse no G-20 entre os países mais ricos e um grupo de
nações emergentes, mas nas Nações Unidas. </FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
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sobre o lugar e a reunião onde deve adotar um novo sistema financeiro que ponha
fim ao caos e à ausência total de segurança para os povos. Existe grande temor
de que os países mais ricos do mundo, reunidos com um grupo reduzido de países
emergentes castigados pela crise financeira, aprovem um novo Bretton
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presidente Bush declarou ontem que "os países que discutirão aqui no próximo mês
a crise global devem também voltar a comprometer-se com os fundamentos do
crescimento econômico a longo prazo: negócios livres, livre empresa e livre
comércio."</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Os bancos
emprestavam dezenas de dólares por cada dólar depositado pelos poupadores.
Multiplicavam o dinheiro. Respiravam e transpiravam por todos os poros Qualquer
contração os conduzia à ruína ou à absorção por outros bancos. Havia que
salvá-los, sempre à custa dos contribuintes. Fabricavam enormes fortunas. Seus
privilegiados acionistas majoritários podiam pagar qualquer soma por
algo.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Shi
Jianxun, professor da Universidade de Xangai, declarou em um artigo que publicou
na edição exterior do Jornal do Povo que "a crua realidade levou as pessoas, no
meio do pânico, a dar-se conta de que os Estados Unidos utilizou a hegemonia do
dólar para saquear as riquezas do mundo. Urge mudar o sistema monetário
internacional apoiado na posição dominante do dólar."</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Com poucas
palavras explicou o papel essencial das moedas nas relações econômicas
internacionais. Assim vinha ocorrendo há séculos entre a Ásia e a Europa:
recordemos que o ópio foi imposto à China como moeda. Disso falei quando escrevi
o artigo A vitória da China. </FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>As
autoridades deste país nem sequer queriam receber a prata em metálico com que os
espanhóis pagavam inicialmente os produtos adquiridos na China, desde a sua
colônia nas Filipinas, porque se desvalorizava progressivamente devido à sua
abundância no chamado Novo Mundo recém conquistado pela Europa. Os governantes
europeus até hoje sentem vergonha pelas coisas que impuseram à China durante
séculos.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>As atuais
dificuldades nas relações de intercâmbio entre esses dois continentes devem ser
resolvidas, segundo o critério do economista chinês, com euros, libras, ienes e
yuanes. Não resta dúvida de que a regulação razoável entre essas quatro moedas
ajudaria o desenvolvimento de relações comerciais justas entre a Europa,
Grã-Bretanha, Japão e China.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Estariam
incluídos nessa esfera o Japão e a Alemanha - dois países produtores de
sofisticados equipamentos de tecnologia avançada tanto para a produção como para
os serviços - e o maior motor em potência da economia do mundo, China, com ao
cerca de 1,4 bilhão de habitantes e mais de 1,5 trilhão de dólares em suas
reservas de divisas conversíveis, que são em sua maioria dólares e bônus do
Tesouro dos Estados Unidos. Segue-lhe o Japão com quase as mesmas cifras de
reservas em divisas.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Na atual
conjuntura, o valor do dólar aumenta devido à posição dominante desta moeda
imposta à economia mundial, justamente assinalada e rechaçada pelo professor de
Xangai. </FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Grande
número de países do Terceiro Mundo, exportadores de produtos e matérias primas
com pouco valor agregado, somos importadores de produtos de consumo chineses,
que revistam ter preços razoáveis, e equipamentos do Japão e Alemanha, cada vez
mais caros. Mesmo que a China tenha tido cuidados para que o yuan não se
supervalorizasse, como demandam sem cessar os ianques para proteger suas
indústrias da concorrência chinesa, o valor do yuan se incrementa e o poder
aquisitivo de nossas exportações diminui. O preço do níquel, nosso principal
produto de exportação, cujo valor alcançou mais de 50 mil dólares a tonelada há
pouco, nos últimos dias recuou a 8.500 dólares por tonelada, quer dizer, menos
de 20 por cento do preço máximo alcançado. O do cobre caiu a menos de 50 por
cento; assim sucessivamente ocorre com o ferro, alumínio, estanho, zinco e todos
os minerais indispensáveis para um desenvolvimento sustentado. Os produtos de
consumo, como café, cacau, açúcar e outros, a despeito de todo sentido racional
e humano, em mais de 40 anos, tiveram os seus preços levemente majorados. Por
isso, há pouco tempo, eu adverti que, como conseqüência de uma crise que estava
às portas, sofreríamos perdas nos mercados e o poder aquisitivo de nossos
produtos se reduziria fortemente. Nestas circunstâncias, os países capitalistas
desenvolvidos sabem que suas fábricas e serviços serão afetados, e só a
capacidade de consumo de grande parte da humanidade beirando os índices de
pobreza, ou por abaixo destes, poderia mantê-los funcionando.
</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Esse é o
grande dilema que expõe a crise financeira e o perigo de que os egoísmos sociais
e nacionais prevaleçam por cima dos desejos de muitos políticos e estadistas
angustiados ante o fenômeno. Não têm a menor confiança no próprio sistema de que
surgiram como homens públicos.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN
style="FONT-SIZE: 11pt"><FONT color=#000000><FONT face=Verdana size=3>Quando um
povo deixa atrás o analfabetismo, sabe ler e escrever, e possui um mínimo
indispensável de conhecimentos para viver e produzir honestamente, resta-lhe
apenas vencer a pior forma de ignorância em nossa época: o analfabetismo
econômico. Só assim poderíamos saber o que está acontecendo no
mundo.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana
color=#000000 size=3></FONT> </P>
<P class=EC_MsoNormal><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><FONT
color=#000000><FONT face=Verdana size=3></FONT></FONT></SPAN></P><FONT
size=3><FONT face=Verdana><FONT color=#000000><SPAN lang=ES
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">Fidel Castro Ruz<BR>Octubre 26 de
2008<BR>5 y 15 p.m.</SPAN> </FONT><BR></FONT></FONT>
<DIV style="mso-element: footnote-list"><BR clear=all><FONT face=Verdana
color=#000000 size=3>
<HR align=left width="33%" SIZE=1>
</FONT>
<DIV id=EC_ftn1 style="mso-element: footnote">
<P class=EC_MsoFootnoteText style="TEXT-ALIGN: justify"><A title=""
href="http://co101w.col101.mail.live.com/mail/ApplicationMain_13.1.01320805.aspx?culture=pt-BR&hash=2156506134#_ftnref1"
target=_blank name=_ftn1><SPAN class=EC_MsoFootnoteReference><SPAN><SPAN
class=EC_MsoFootnoteReference><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><U><FONT face=Verdana
color=#0000ff size=3>[1]</FONT></U></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></A><FONT
color=#000000><FONT size=3><FONT face=Verdana> <SPAN
style="FONT-SIZE: 9pt">Conferência de Bretton Woods: Conferência Monetária e
Financeira das Nações Unidas, realizada em julho de 1944, em Bretton Woods, com
representantes de 44 países, para planejar a estabilização da economia
internacional e das moedas nacionais prejudicadas pela Segunda Guerra Mundial.
Os acordos assinados tiveram validade para o conjunto das nações capitalistas
lideradas pelos Estados Unidos, resultando na criação do FMI – Fundo Monetário
Internacional e do Banco Mundial. Nota do
tradutor.</SPAN></FONT></FONT></FONT></P></DIV></DIV><BR><BR><BR></BODY></HTML>