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size=3>..........................................................repassem</FONT></STRONG></FONT></DIV>
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<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Brasília - Segunda ,
20 de Outubro de 2008 <o:p></o:p></P></TD>
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<o:p></o:p></P></TD></TR></TBODY></TABLE>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p></o:p></P></TD></TR>
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<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center"
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class=titulosinternas>Entrevista</SPAN><o:p></o:p></P></TD></TR></TBODY></TABLE></DIV>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center"
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<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center"
align=center><SPAN class=titulos>MARIA DA CONCEIÇÃO TAVARES:
"Entupiu o sistema circulatório do capitalismo. É preciso agir
rápido, antes que ocorra a trombose"</SPAN><o:p></o:p></P></TD></TR>
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<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><A
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href="http://www.patrialatina.com.br/fotos/18-10-2008_00_07_13_.jpg"><SPAN
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<P class=MsoNormal
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<P class=MsoNormal
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align=center><o:p> </o:p></P></TD></TR></TBODY></TABLE>
<P><BR><st1:PersonName ProductID="Em entrevista à Carta Maior"
w:st="on">Em entrevista à Carta Maior</st1:PersonName>, a economista
Maria da Conceição Tavares fala sobre a crise. “As autoridades
monetárias de todo o mundo têm que intervir rápido, antes que se
forme a pior das bolhas, a de pânico, que é essa que está em curso",
adverte. Para ela, <st1:PersonName ProductID="o Brasil" w:st="on">o
Brasil</st1:PersonName> tem algumas vantagens importantes para
enfrentar a crise, entre elas a existência de três fortes bancos
estatais e pelo menos três grandes empresas públicas de peso, salvas
do ciclo de privatizações desfechado pelo governo anterior. Isso dá
ao governo instrumentos para intervir fortemente no
mercado.<BR><BR>Redação - Carta Maior<BR><BR>Decana dos economistas
brasileiros, uma espécie de banco de reflexão de última instância ao
qual se socorrem economistas quando o horizonte do mercado exibe
mais interrogações que cifrões, a <st1:PersonName
w:st="on">professor</st1:PersonName>a Maria da Conceição Tavares, 78
anos, quase não dormiu na noite de terça para quarta-feira. E voltou
a fumar, muito, o que não deveria, por orientação médica. Motivo: os
abalos seguidos nos alicerces do sistema capitalista norte-americano
e seus efeitos sísmicos no mundo, inclusive no
Brasil.<BR><BR>Conhecida pela rara capacidade de equilibrar razão e
paixão – não necessariamente nessa ordem - , costuradas em frases
contundentes e metáforas esmagadoras sobre os desafios da economia e
do desenvolvimento, Conceição falou à Carta Maior sobre a crise em
curso no sistema capitalista. A voz rouca e o cansaço de uma noite
insone não impedirem que reafirmasse a reputação construída a partir
de uma lucidez corajosa, que mesmo os adversários respeitam - e
temem.<BR><BR>A seguir trechos de sua conversa com a Carta
Maior:<BR><BR>“A questão central é que o crédito está congelado:
entupiu o sistema circulatório do capitalismo. Sem crédito uma
economia capitalista não funciona. Agora é torcer para que o
entupimento não se transforme <st1:PersonName
ProductID="em trombose”.“O Martin" w:st="on">em
trombose”.<BR><BR>“O Martin</st1:PersonName> Wolf foi lento (NR:
editor do Financial Times, conhecido pelas convicções neoliberais
que, em artigo transcrito hoje pelos jornais brasileiros, pede um
resgate estatal urgente, e amplo, do sistema bancário). Assim como
ele, as autoridades norte-americanas também foram lentas. Demasiado
lentas. Vão dizer que não sabiam o tamanho do estrago? Ignoravam a
gravidade da bolha especulativa feita de hipotecas podres e
derivativos, cuja soma vai além de US$ 6 trilhões, sem falar do
resto? Como não sabiam? Eles são gente de Wall Street. São
escolhidos entre os “piranhões” do mercado. Não podem dizer que não
sabiam. O problema não é esse. O problema é que eles acreditam no
mercado. Essa é a tragédia. Esperaram até o limite da
irresponsabilidade para intervir. Aí perderam o controle e estão
diante do pânico: ninguém empresta a ninguém, entupiu o sistema
circulatório do capitalismo”.<BR><BR>“Agora tem de fazer isso mesmo,
estatizar parcelas abrangentes do sistema financeiro; implantar
safenas. Não é isso que estão fazendo? O FED já começou a descontar
commercial papers direto no mercado. Tem que intervir largamente, e
rápido. Eles são o centro da crise mundial. Mas um pânico financeiro
não respeita fronteiras”.<BR><BR>“O problema do Brasil não são os
fundamentos, que no geral são bons. Mas aqui também foram feitas
operações especulativas por grandes empresas exportadoras. Ou será
que a Sadia e a Aracruz agiram solitariamente? Não agiram. Não foram
exceções. Foram irresponsáveis. Não se contentaram em contratar
hedge (seguro) contra a variação cambial. Quiseram apostar quantias
fantásticas na variação futura do câmbio e apostaram errado. Jogaram
na valorização do Real o que é insólito, diga-se. Como exportadores
deveriam engrossar as vozes que pediam maior competitividade da
moeda brasileira. Mas apostaram. erraram e isso abriu rombos que a
Sadia, felizmente, já reconheceu no seu balanço. Digo felizmente
porque não pode pairar dúvidas no mercado sobre o tamanho e a
abrangência desses prejuízos ou isso gera incerteza e a desconfiança
bate nas taxas do dólar.”<BR><BR>“O Banco Central tem o registro,
sabe quem fez operações de hedge, mas não sabe quem derivou daí a
segunda operação, especulativa. Se soubesse deveria intervir, sanar
rapidamente o problema para evitar essa incerteza. Mas o BC,
infelizmente, não tem os controles de operações que são totalmente
desreguladas. O jeito então é intervir direto no mercado. Impedir a
disparada do câmbio que dificulta a vida dos exportadores e
importadores. A volatilidade impede o fechamento de contratos de
exportação e importação; isso desequilibra a oferta de dólares e
empurra ainda mais as cotações. O BC deve intervir direto vendendo
dólares (NR: foi o que ocorreu depois que Conceição falou a CM). Não
adianta mais fazer swaps (contratos futuros), precisa vencer moeda
mesmo. Moeda das nossas reservas – fazer o quê? Note que não há fuga
de capitais, não é como no passado. Se fosse fuga de capitais, a
simples existência de reservas de US$ 207 bilhões controlaria. O
diabo não é fuga, nem inflação, nem recessão... É
irresponsabilidade, exportadores- especuladores”.<BR><BR>“As
autoridades monetárias de todo o mundo têm que intervir rápido,
antes que se forme a pior das bolhas, a de pânico, que é essa que
está em curso. É preciso entender, porém, que a crise atual não é
semelhante a de 1929. Claro, há elementos comuns, como o
derretimento das ações e a fuga de ativos podres. Mas o dramático
que a distingue daquele episódio dos anos 30 é o congelamento do
crédito, fruto da desconfiança generalizada sobre o que vale o quê
numa economia papeleira. A aversão ao risco gera a fuga dos ativos,
todos querem se desfazer deles ao mesmo tempo e os bancos não
emprestam a ninguém. Entope o sistema circulatório capitalista. Na
crise de 1929 o crédito também refluiu mas isso se deu na esteira da
desaceleração da atividade econômica, que foi brutal, caiu mais de
25% nos EUA. A recessão então é que diminuiu a demanda por
financiamento. Hoje não. A economia não está em recessão – exceto
talvez no Japão e engatinha na Europa. Mas é justamente esse
paradoxo que mata o sistema: não existe crédito para a atividade
econômica em curso. Pára tudo –e de repente: daí o
pânico”<BR><BR>“<st1:PersonName ProductID="o Brasil" w:st="on">O
Brasil</st1:PersonName> tem algumas vantagens importantes em relação
a outros emergentes. E o governo Lula deverá saber usá-las.
Primeiro, nós não somos exportadores de petróleo e metais – nesse
sentido a crise pega a Venezuela e o Chile de frente. Vão ter
problemas sérios porque as cotações despencam. Nós vendemos comida e
isso deve se manter <st1:PersonName
ProductID="em bom nível. Segundo" w:st="on">em bom nível.
Segundo</st1:PersonName>: temos, graças a Deus, três fortes bancos
estatais, o que dá ao governo instrumentos para intervir fortemente
no mercado. Mais ainda, temos pelo menos três grandes empresas
públicas de peso, um trunfo que conseguimos salvar do ciclo de
privatizações desfechado pelo governo anterior”.<BR><BR>“O que é
preciso, portanto, é agir com rapidez e contundência. Desentupir o
sistema de crédito. Por exemplo? O Banco Central deve obrigar os
bancos a repassarem de fato os recursos liberados do compulsório
para irrigar a economia (NR: uma das medidas já tomadas foi a
redução do percentual de recolhimento de depósitos à vista no BC) .
Eles têm que emprestar a quem precisa. O governo fez a sua parte,
deu a cenoura para os grandes bancos repassarem liquidez. Se eles
insistirem em segurar recursos o governo deve impor uma penalização
forte sobre o volume retido. Já demos a cenoura - se a mula empaca é
hora do stick (o porrete)”. <o:p></o:p></P>
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style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: right"
align=right>Texto: Fonte: Carta Maior / Postado em 18/10/2008
ás 00:07<o:p></o:p></P></TD></TR></TBODY></TABLE>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p></o:p></P></TD></TR>
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