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<HTML xmlns:o = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" xmlns:st1 =
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<P align=left><B><FONT face=forte color=#ff0000 size=6>
<MARQUEE scrollAmount=20 scrollDelay=200 width=322>CARTA O BERRO.
..........repassem.</MARQUEE></FONT></B></P>
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<TD
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<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG></STRONG> </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG></STRONG> </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">Afinal, qual obra precisa
ser completada: a de Getúlio Vargas ou a de FHC? ; pergunta com razão o
editorial da Hora do Povo (abaixo transcrito). Se for a de Getúlio, a
Petrobrás deverá ser significativamente desprivatizada, nacionalizada
e re-estatizada, única maneira de fazer a empresa estar a serviço do
interesse nacional do brasileiros. Se for a de FHC a empresa deverá se
voltar cada vez mais aos interesses multinacionais e permitir que esses
explorem grande parte dos reservatórios petrolíferos da camada do pré-sal.
O governo federal deverá dar a palavra final, mas demonstra que tem agido
nesses últimos tempos de boa fé, pois conseguiu frear o
desmonte da Petrobrás e suspender leilões previamente marcados que de fato
entregariam a riqueza para grupos de estrangeiros e de aventureiros;
necessitando agora realizar mais alguns esforços como por exemplo:
restabelecer o monopólio estatal na exploração do petróleo e construir um
novo marco regulatório para o produto. É preciso que entidades
mais representativas dos trabalhadores brasileiros se manifestem sobre o
assunto - pois isso ajudará no processo de tomada de decisão. Jacob
David Blinder</SPAN></STRONG></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face=Arial
size=2></FONT><o:p></o:p> </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">
<TABLE class=MsoNormalTable
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<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG>GOVERNO
DETEVE DESMONTE DA
PETROBRÁS</STRONG></P></TD></TR></TBODY></TABLE><o:p></o:p></P></TD></TR>
<TR style="mso-yfti-irow: 1">
<TD
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<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p> </o:p></P></TD></TR>
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<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><IMG alt=""
hspace=0 src="cid:009d01c915cf$77f26e40$0200a8c0@vcaixe"
align=baseline border=0></o:p></P></TD></TR></TBODY></TABLE>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG><FONT size=3>De
<st1:metricconverter w:st="on" ProductID="1953 a">1953
a</st1:metricconverter> 1995, <st1:PersonName w:st="on"
ProductID="o Brasil">o Brasil</st1:PersonName>, como resultado da campanha
do `Petróleo é Nosso`, teve o monopólio estatal da exploração e produção
do petróleo - também do refino, fornecimento de derivados às
distribuidoras, importação e exportação.
<o:p></o:p></FONT></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN roman new times><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG><FONT size=3>Foi
esse monopólio exercido pela Petrobrás que nos permitiu descobrir petróleo
e formar um corpo técnico capaz de desenvolver a tecnologia para explorar
essa riqueza, primeiro em terra, depois em águas rasas e em seguida em
águas profundas.</FONT></STRONG> </SPAN></SPAN><o:p></o:p></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN roman new times><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">
<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"></SPAN>O país fez bem em não
dar ouvidos aos representantes das multinacionais que repetiam à exaustão:
`<st1:PersonName w:st="on" ProductID="o Brasil">o Brasil</st1:PersonName>
não tem petróleo`. </SPAN><o:p></o:p></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">
<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>Tanto empenho da
parte de corporações pouco dadas à filantropia em nos poupar de um esforço
inútil dava para desconfiar. E só os analfabetos políticos não perceberam
que por trás do jargão estava o interesse do car<st1:PersonName
w:st="on">tel</st1:PersonName> das Sete Irmãs em manter o nosso petróleo
debaixo da terra, como reserva estratégica sua, já que dispunha de outras
áreas mais lucrativas para pintar e bordar.
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">Em 1995, no auge da nefasta
onda neoliberal, o governo FH conseguiu quebrar o monopólio estatal e
impor, em <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="1997, a">1997,
a</st1:metricconverter> lei 9.478. </SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>A alegação era a de
que a Petrobrás não tinha recursos para pesquisar, descobrir e explorar o
petróleo no ritmo que o país necessitava. <o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">Foi criada a famigerada
Agência Nacional do Petróleo, cujo primeiro diretor-geral proclamou às
multinacionais presentes à sua posse, para que não pairasse nenhuma
dúvida: `O Petróleo é Vosso!`. </SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">A Petrobrás foi transformada
numa qualquer, que deveria disputar com as multinacionais, em leilões
organizados pela Agência, o direito de pesquisar e explorar as áreas
oferecidas. </SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">Mais. Foi canibalizada,
enfraquecida e desfigurada, como preparação para sua privatização. Até
outro nome lhe tentaram imputar: Petrobrax.
</SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">Mas a Petrobrás resistiu a
tudo. E foi arrematando a quase totalidade das áreas apresentadas nos
leilões. Em diversos casos, menos pelo interesse imediato despertado por
elas e mais pelo objetivo deliberado de evitar que nossas reservas
passassem às mãos dos capitais externos. </SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">Graças a esse esforço e ao
apetite ainda mediano das multinacionais em relação ao nosso petróleo, a
Petrobrás levou <st1:PersonName w:st="on" ProductID="o Brasil">o
Brasil</st1:PersonName> a manter seu controle sobre as reservas, a
conquistar a auto-suficiência e a iniciar, em <st1:metricconverter
w:st="on" ProductID="2005, a">2005, a</st1:metricconverter> perfuração do
pré-sal. </SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">As multinacionais, também
durante este período, não realizaram uma única descoberta notável de
petróleo no Brasil. </SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">O governo Lula, muito
acertadamente, deteve o processo de desmonte da empresa. Porém, foi
surpreendido pelo punhal de Brutus sacado pela ANP, na 8ª rodada de
leilões, realizada em 2006. Ao nomear o sr. Haroldo Lima para a
direção-geral da Agência, o governo esperava estar colocando no posto um
velho nacionalista e não aquilo em que ele se tornou.
</SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">Engrossada por um diretor da
Halliburton, que outra coisa não fez na vida além de sabujar patrões
estrangeiros, a ANP estabeleceu no edital do leilão que nenhuma empresa -
leia-se, a Petrobrás - poderia arrematar mais do que 11% das áreas
oferecidas. E no pacote foram incluídos dez lotes da borda do pré-sal.
</SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">O corpo técnico da Petrobrás
recorreu ao Clube de Engenharia, que conseguiu suspender o leilão na
Justiça. </SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">A ANP voltou à carga. Na 9ª
rodada, em 2007, enfiou dezenas de lotes do pré-sal no edital. Os lotes
foram retirados do leilão por determinação do próprio presidente Lula,
após uma operação que precipitou a revelação pública da descoberta das
gigantescas jazidas do pré-sal. </SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">É evidente que depois desta
descoberta o apetite das multinacionais, por um petróleo fino e sem risco
exploratório, passou a ser outro. </SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">Diante disso,
<st1:PersonName w:st="on" ProductID="o que se">o que se</st1:PersonName>
espera de um governo comprometido com <st1:PersonName w:st="on"
ProductID="o Brasil">o Brasil</st1:PersonName> é que restabeleça o
monopólio estatal da exploração e produção de petróleo, pelo menos do
pré-sal, devolvendo-o à Petrobrás e retirando da ANP o direito de
transferi-lo a terceiros. </SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><FONT size=2>
<o:p></o:p></FONT></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">O governo tem base
parlamentar para dar este passo, mudando a atual lei do petróleo.
</SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">As quatro irmãs que restaram
no comando do car<st1:PersonName w:st="on">tel</st1:PersonName>, e seus
acólitos, dirão o mesmo que disseram para obter a quebra do monopólio: os
investimentos são muito altos e a Petrobrás não tem como arcar com as
despesas. </SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">Mas se teve, antes de
presentear <st1:PersonName w:st="on" ProductID="o Brasil">o
Brasil</st1:PersonName> com esta espetacular descoberta, por que deixará
de tê-lo agora? </SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">O fato é que a Petrobrás tem
todas as condições de dar conta da exploração do pré-sal em perfeita
sintonia com os interesses nacionais, como já demonstrou ao longo de sua
história. </SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>Já as multinacionais
não têm a mínima condição de fazer o mesmo. Se o pré-sal lhes for
franqueado, seja através do absurdo regime de concessões, ou dos contratos
de serviço, vão fazer tudo o que estiver ao seu alcance para expulsar a
Petrobrás de lá, porque é da natureza desses tipos de monopólios privados
agir assim - como aliás já mostraram ao manipular a ANP à luz do dia.
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">Há quem creia que a melhor
solução para o pré-sal seja a criação de uma nova empresa 100% estatal.
</SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">Se fosse para que essa
empresa contratasse a Petrobrás para realizar a exploração e produção, ela
seria apenas um estorvo. </SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">Se fosse para contratar
outras empresas para fazer o trabalho da Petrobrás, seria uma nova ANP.
</SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">Mas a Petrobrás tem muitas
ações na Bolsa de Nova Iorque, dizem os nacionalistas de última hora.
</SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><STRONG><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">É verdade, mas por que eles
querem nos fazer crer que um governo que não se furtou a deter o desmonte
da Petrobrás iria se negar a fortalecer gradualmente o papel do Estado
brasileiro dentro de sua maior empresa, quando estão em jogo tantos
interesses estratégicos? </SPAN><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>
<o:p></o:p></STRONG></SPAN></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>Afinal, qual obra
precisa ser completada: a de Getúlio ou a de FH?</STRONG>
</SPAN><o:p></o:p></P>
<P class=ndice style="MARGIN: auto 0cm"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">
<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal
style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">Fonte:</SPAN> <U><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">Editorial: Hora do Povo
(05-08/09/08)</SPAN></U> <o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">Foto: Ricardo Stuckert -
PR</SPAN><o:p></o:p></P></TD></TR></TBODY></TABLE></DIV>
<P class=MsoNormal
style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p> </o:p></P></DIV></BODY></HTML>