[Carta O BERRO] NOTA da ANCREB – JM / Associação Cubana de Cubanos Residentes em Brasil “José Martí”, Capítulo de Brasília
Vanderley Caixe
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Sábado Outubro 10 17:10:32 BRT 2009
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CARTA O BERRO. ..........repassem.
NOTA da ANCREB – JM / Associação Cubana de Cubanos Residentes em Brasil “José Martí”, Capítulo de Brasília
A ANCREB – JM / Associação Cubana de Cubanos Residentes em Brasil “José Martí”, Capítulo de Brasília, repudia energicamente as infâmias e mentiras expressadas em entrevistas recentes a médios de comunicação brasileiros, pela cubana Yoani Sánchez, quem edita um blog em Cuba,. Fazemos patente nossa firme convicção de que em qualquer lugar do mundo em que exista um cubano digno, seguidor do pensamento de José Martí e amante de nossas conquistas, sempre haverá um bastião inconquistável de nossa Revolução.
É preciso lembrar-lhe à Sra. Yoani Sánchez que Cuba, seu país, sofre desde há 50 anos um terrível e brutal bloqueio econômico, social e político imposto pelos Estados Unidos de Norte América, o mesmo pais que lhe paga pelas super-dimensionadas informações que ela fornece e que tem impedido receber, entre muitas coisas necessárias, até os mais simples medicamentos, alimentos e equipamentos médicos para ajudar à população da qual ela e a sua família formam parte.
Poderíamos dizer com estrita veracidade a Yoani, que o indicador de desemprego de Cuba antes da Revolução era um dos maiores da América latina, que o analfabetismo era de 23%, que a mortalidade infantil era de 62,3 por cada mil nascidos vivos, que a mortalidade materna era altamente significativa e que a metade dos perto de 6 mil médicos que havia em Cuba abandonou o país estimulado pelos Estados Unidos. Essa é a mais pura verdade.
Quantos dados falsos manipulados pela Yoani! Ela conhece perfeitamente os excelentes resultados alcançados por Cuba na saúde. Como é possível negar que o indicador de mortalidade infantil foi reduzido a valores do Primeiro Mundo: 5,3 por mil nascidos vivos? Como negar que 100% das crianças quando nascem recebem 13 vacinas e que, como conseqüência disso, doenças mortais, como a meningite B, foram erradicadas? Que seu filho de 14 anos é testemunha disso? Como minimizar o esforço de milhares e milhares de jovens que eliminaram o analfabetismo em Cuba em 1961? Que 100% das crianças entre 5 e 13 anos estão escolarizados? Que quase 17% da força laboral cubana é universitária? Que a educação publica é completamente gratuita a todos os níveis de ensino? Como ocultar que as obras de José Martí, Gabriel García Márquez, Cintio Vitier,Eduardo Galeano, Mario Benedetti, entre outros, são conhecidas pelo nosso povo? Como desconhecer a importante Féria Internacional do Livro da Havana, o Prêmio Casa das Américas, a Bienal de Artes Plásticas, os Festivais de Cine Latino americano, do Balé Nacional de Cuba e de Teatro? Eles são acontecimentos culturais que reúne o melhor da literatura, o cinema, a dança, as artes cênicas e plásticas mundiais. Será que ela não conhece esses dados e eventos?
Devemos lembra à Yoani que em Cuba não há Esquadrões da Morte, que não há pessoas desaparecidas, que não se tortura nas prisões e que muitos ex-detidos quando liberados, têm obtido até diplomas universitários; que Cuba compensou o êxodo dos médicos desenvolvendo uma das mais conceituadas Faculdades de medicina do mundo e hoje conta com um contingente de mais de 70 mil destes abnegados profissionais, que permitem um indicador de um médico por cada 155 habitantes e que a saúde é pública e completamente gratuita.
Ela esqueceu também dizer aos jornalistas que Cuba colabora com os países menos desenvolvidos do Terceiro Mundo levando seus médicos, cientistas e profissionais e técnicos da saúde a lugares apartados, aonde eles chegam com a mesma alegria com que trabalhariam nos hospitais das grandes cidades e tudo a cambio do reconhecimento ao internacionalismo que professam. São 51 mil profissionais da saúde trabalhando em 98 países do mundo.
Parece que à Yoani esqueceu que Cuba tem compartilhado suas experiências e conquistas com outros países. Em Cuba tem-se formado durante mais de quatro décadas mais de 50 mil jovens de 130 países, dos quais 32 mil são africanos. Mais de 32 mil jovens de 118 países, principalmente do Terceiro Mundo, estudam gratuitamente, mediante bolsas em nossos centros de educação; um 78% deles na especialidade de Medicina.
O humanismo da Revolução Cubana se manifesta entre outros aspectos, no programa cubano de alfabetização “Yo si Puedo” (Eu posso, sim) que se desenvolve em mais de 15 países, somando já mais de 2 milhões de alfabetizados, pelo qual o programa recebeu um prêmio da UNESCO pela sua efetividade qualidade. Também na chamada “Operação Milagre” consistente na realização de cirurgias oftalmológicas gratuitas a pessoa afetadas, principalmente de cataratas. Perto de 90 mil pacientes de 13 países.foram opoerados.
Finalmente queremos expressar às revistas VEJA e EPOCA, assim como à “blogueira” Yoani, que Cuba é Revolução e que, graças a ela, temos ante tudo um bem ganhado prestígio que tem sido reconhecido até por muitas pessoas conservadoras do planeta; que continuaremos avançando com o processo revolucionário e que sempre estaremos junto às causas mais nobres de todo o mundo.
ASOCIACION DE CUBANOS RESIDENTES EN BRASIL
CAPITULO DE BRASILIA.
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