[Carta O BERRO] Carta enviada à Folha SP por Janne Calhau Mourão, do Tortura Nunca Mais do RJ e /O JORNAL "FOLHA DE SÃO PAULO" SAÚDA O REGIME MILITAR (1964/1985)./ Ato na Folha "ditabranda" dia 7 às 10 horas da manhã

Vanderley Caixe vanderleycaixe em revistaoberro.com.br
Sábado Fevereiro 28 15:14:44 BRT 2009


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CARTA O BERRO. ..........repassem.



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From: john kennedy ferreira 
Carta enviada à Folha SP por Janne Calhau Mourão, do Tortura Nunca Mais do RJ
NOTA REVOLTANTE


É revoltante a nota da redação da FSP (19/02/09), em resposta a uma das cartas de repúdio ao editorial "Limites a Chávez" (17/02/09), onde a alcunha de "ditabranda" é atribuída ao regime militar imposto à força no Brasil, no período de 1964 a 1985. Na nota de três linhas, demonstrando total desconhecimento histórico, o jornalista apresenta de forma linear os 21 anos da ditadura militar brasileira, reafirmando que, comparada às demais ditaduras latinoamericanas do mesmo período, a brasileira foi mais branda e apresentou níveis baixos de violência política e institucional. 

Primeiramente, o jornalista incorre no erro de querer classificar o dano causado pela violação dos direitos humanos pelo Estado. Tal dano é sempre inclassificável, assim como não se pode dizer que a dor de alguém é maior ou menor do que a de um outro, já que a dor é uma realidade de intensidade, não de extensividade, e não podemos medi-la a metro. Se as ditaduras da Argentina e do Chile cometeram um número maior de assassinatos tal distinção numérica, no entanto, não nos pode levar à leviandade de querer classificar uma ditadura como menos ou mais violadora que outra. Nos crimes de lesa-humanidade somos todos atingidos em um só ato.  Por outro lado, ficamos sem saber o que o redator da nota considera como "níveis baixos de violência política e institucional", já que parece não relacionar os fatos acontecidos ao conceito. 

Contudo, indubitavelmente, o jornalista, em sua resposta apressada e inconsequente, oferece-nos um panorama claro dos efeitos até hoje nefastos do silenciamento que ainda paira sobre o período da ditadura militar brasileira. 

Na ditadura, todas as garantias constitucionais foram suspensas e, além das pessoas que foram presas, torturadas, mortas ou desaparecidas, todos os partidos e muitos políticos foram cassados; os meios de comunicação foram censurados; jornais foram empastelados e fechados; o direito de ir e vir foi cerceado; associações e reuniões foram proibidas; correspondências foram violadas; escutas telefônicas foram implantadas; peças de teatro, livros e filmes foram proibidos (Sófocles teve a sua prisão decretada); currículos foram reformulados retirando-se disciplinas consideradas "perigosas"; professores foram presos (inclusive um ex-presidente da república); inúmeros artistas, cientistas e intelectuais tiveram que fugir do país e muitos foram presos. 

Podia-se ser preso e "sumido" ao bel prazer dos militares, em singelos namoros noturnos em locais considerados "suspeitos", em passeios bucólicos pela ainda silvestre Barra da Tijuca, como também apenas por se possuir livros "proibidos", por dar aulas consideradas "subversivas", por ouvir músicas "renegadas" pela ditadura, ou simplesmente por expressar opiniões dissonantes do regime vigente. 

Parte de nossa história foi subtraída da história oficial, os arquivos da ditadura nunca foram abertos, os torturadores não foram apontados, responsabilizados e muito menos punidos (alguns foram até laureados), ao contrário do que está sendo feito em outros países da AL. 

Sem se aperceber, o jornalista revela-se ele próprio como um dos afetados pela tal "ditabranda": um profissional formado na ignorância da história de seu próprio país e, portanto, desconhecedor do que seja efetivamente violência política e institucional. 

Para os chamados "cidadãos comuns" - todos também afetados, mesmo desconhecendo tais efeitos - isso poderia ser apenas chamado de alienação política, fato historicamente comum na sociedade brasileira. Para um jornalista é uma falha grave em sua formação profissional (meramente tecnicista?), a menos que se considere um pós-moderno e tenha decretado o fim da história. 

Em caso contrário, deve aprender que o acobertamento dos crimes de lesa-humanidade da ditadura, o silenciamento sobre tal período histórico, e a impunidade dos crimes e dos criminosos produziram e continuam produzindo efeitos que estão entranhados nas instituições do país e arraigados nos "corações e mentes" dos brasileiros. 

Por exemplo, na própria Folha on line de 26 de fevereiro, lemos que a impunidade envolvendo casos de abuso de poder cometidos por policiais federais, estaduais e militares foi ressaltada pelo Departamento de Estado americano em seu relatório anual. O documento aponta que esse é um dos maiores problemas enfrentados em direitos humanos no Brasil. A violência policial foi um dos destaques no estudo do Governo americano, que denuncia "mortes ilegais, força excessiva, agressões, abusos e torturas de detidos e reclusos por parte de policiais e forças de segurança de prisões". Destaca ainda que muitos assassinatos foram cometidos por esquadrões da morte ligados às forças de segurança, "em alguns casos com a participação policial". 

Essa é também uma das heranças do silenciamento sobre os crimes da ditadura militar brasileira e se estende até os dias atuais: o esquema dos porões ainda não foi desmontado; ontem, os "inimigos perigosos" confinados nos porões eram os ditos "subversivos", em uma política repressora de "segurança nacional"; hoje, na reinante política repressora de "segurança pública", dentro do modelo neoliberal, quem são os "perigosos inimigos" sujeitados aos porões ainda não desativados? 

Se for capaz, e não tiver medo de perder o emprego, cabe ao jornalista pesquisar a resposta. 



Janne Calhau Mourão - Psicóloga - CRP-05/1608 - R. Barão de Mesquita, 950/805 - CEP 20540-004 - Rio de Janeiro   (jannecalhau at uol.com.br)  







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From: Pedro Castilho 



FEVEREIRO DE 2009 - 


Em rompante de nostalgia, Folha saúda o regime militar 


Faz quase um ano que o jornalista Paulo Henrique Amorim desafia a Folha de S.Paulo a "tirar os cães de guarda do armário e confessar que foi 'Cão de Guarda' do regime militar" brasileiro. A julgar pelos fatos da semana, pode-se dizer o jornal da família Frias nunca esteve tão próximo da confissão.

 

Por André Cintra


A nostalgia da Folha começou a se evidenciar num editorial de 425 palavras sobre o presidente venezuelano, Hugo Chávez. O texto, publicado na última terça-feira (17), chega a comparar a Revolução Bolivariana na Venezuela e a ditadura brasileira. Diz o jornal: "Em dez anos de poder, Hugo Chávez submeteu, pouco a pouco, o Legislativo e o Judiciário aos desígnios da Presidência. Fechou o círculo de mando ao impor-se à PDVSA, a gigante estatal do petróleo".

 

Em meio a essas teorizações enviesadas, o editorial não esconde a opinião da Folha e sua larga simpatia pelo regime militar brasileiro: "As chamadas 'ditabrandas' - caso do Brasil entre 1964 e 1985 - partiam de uma ruptura institucional e depois preservavam ou instituíam formas controladas de disputa política e acesso à Justiça".

 

É muito curioso que a Folha destaque tais "formas controladas de disputa política" justamente em contraste com Chávez - o único presidente do mundo que chamou seu povo às urnas nada menos que 15 vezes nos últimos dez anos, em eleições, referendos e plebiscitos. Quando foi que os brasileiros puderam exercer esse direito durante os 21 anos de regime militar? A Folha seria capaz de lembrar uma única experiência do gênero?

 

De forma cristalina, o editorial de terça-feira alardeia que Chávez - ou melhor, "o caudilho venezuelano", com seu "rolo compressor do bonapartismo" - tem muito a aprender com os generais-presidentes do Brasil. Aprender o quê? A cassar direitos de lideranças políticas e sociais à moda Castello Branco? A levar para a Venezuela a experiência do AI-5 - "forma controlada" de "acesso à Justiça" no Brasil de Costa e Silva e Médici? A seguir o exemplo da dupla Geisel-Figueiredo e falar em distensão do regime, em abertura "lenta, gradual e segura" - mas ainda promover mais mártires como Vladimir Herzog, novas chacinas como a da Lapa e outros atentados como os do Riocentro?

 

Repercussão à altura

 

Cartas e e-mails de repúdio à Folha choveram a cântaros após a publicação do editorial. Um dos leitores mais indignados era Sergio Pinheiro Lopes, que classificou a opinião da Folha como "lamentável, mas profundamente lamentável mesmo, especialmente para quem viveu e enterrou seus mortos naqueles anos de chumbo. É um tapa na cara da história da nação e uma vergonha para este diário".

 

As ponderações essenciais do leitor não foram suficientes para dissuadir a Folha. Uma "nota da redação" do jornal enunciava: "Na comparação com outros regimes instalados na região no período, a ditadura brasileira apresentou níveis baixos de violência política e institucional". Para a Folha, ditadura só é ditadura pra valer se estiver na ponta do ranking do totalitarismo e empilhar mortos aos milhares. Como se antevisse a resposta do jornal, Sergio fez em sua carta um questionamento inapelável: "Quantos mortos, quantos desaparecidos e quantos expatriados são necessários para uma 'ditabranda' ser chamada de ditadura?".

 

Dois intelectuais de respeito - os professores universitários Fábio Konder Comparato (aposentado) e Maria Victoria de Mesquita Benevides, da USP - saíram em defesa das vítimas da ditadura esculhambadas pelo editorial da Folha. "Mas o que é isso? Que infâmia é essa de chamar os anos terríveis da repressão de 'ditabranda'? Quando se trata de violação de direitos humanos, a medida é uma só: a dignidade de cada um e de todos, sem comparar "importâncias" e estatísticas", escreveu Maria Benevides. "Pelo mesmo critério do editorial da Folha, poderíamos dizer que a escravidão no Brasil foi 'doce' se comparada com a de outros países, porque aqui a casa-grande estabelecia laços íntimos com a senzala - que horror!".

 

Já Comparato, ao sustentar que "o leitor Sergio Pinheiro Lopes tem carradas de razão", cobrou a Folha: "O autor do vergonhoso editorial de 17 de fevereiro, bem como o diretor que o aprovou, deveriam ser condenados a ficar de joelhos em praça pública e pedir perdão ao povo brasileiro, cuja dignidade foi descaradamente enxovalhada. Podemos brincar com tudo, menos com o respeito devido à pessoa humana".

 

Como a Folha está convicta das benesses da ditadura brasileira e não reconhece discordâncias, o jeito foi desqualificar seus missivistas: "Quanto aos professores Comparato e Benevides, figuras públicas que até hoje não expressaram repúdio a ditaduras de esquerda, como aquela ainda vigente em Cuba, sua 'indignação' é obviamente cínica e mentirosa".

 

A arrogância da Folha segue rendendo contestações, como a do professor Caio Toledo, que escreveu a seus colegas de Unicamp. O texto de Toledo tacha de "repulsivas e agressivas" as "posições editoriais de Folha" e se solidariza com Maria Benevides e Comparato. "O jornal, sem argumentos e razões, agride a atuação pública destes dois combativos intelectuais por meio de uma leviana 'nota de redação'. Diante de todas estas agressões ao pensamento democrático, cartas de protesto ao jornal e o cancelamento da assinatura não seriam as respostas mais consequentes?".

 

Em entrevista ao Comunique-se, o presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Maurício Azêdo, não poupou a Folha. "É lamentável que se proceda a uma revisão histórica dessa natureza. O que era negativo passa a ser positivo, dando absolvição àqueles que violaram os direitos constitucionais e cometeram crimes, como o assassinato do jornalista Vladimir Herzog nos porões do Doi-Codi", afirma Azedo. "Dizer que houve acesso à Justiça é uma falsidade de caráter histórico que deveria causar vergonha à Folha de S. Paulo."

 

Um veículo pró-regime

 

Não é de estranhar a defesa que a família Frias faz dos militares. Octavio Frias de Oliveira (1912-2007), o patriarca do clã, adquiriu em 1962 a Folha de S.Paulo - um jornal enforcado em dívidas, que demorou cerca de 15 anos para se tornar um investimento rentável. Uma das razões pelas quais a Folha se salvou financeiramente foi o laço íntimo com todos os generais-presidentes da ditadura.

 

Numa de suas raríssimas entrevistas, concedida em 2003, Frias-pai comentou sobre esses relacionamentos com o poder - e mentiu. "Eu sempre me mantive afastado do poder. Para ser independente você tem que estar um pouco distante porque senão entra numa situação moral difícil", disse o ex-publisher da Folha. "Não tenho histórias para contar a este respeito porque sempre procurei manter uma distância entre a posição do jornal, a minha pessoal e os dirigentes do país".

 

Mais adiante, na mesma entrevista, Frias se contradiz: "Na época da ditadura, acho que no governo Médici, o chefe da Casa Militar, com quem eu tinha certa relação, não me lembro o nome dele, me telefona e diz: 'Ô Frias aqui quem fala não é o seu amigo não, é o chefe da Casa Militar Ou você muda esse jornal aí ou nós vamos fechar'. Eu mudei". 

 

O relato de Frias, ainda assim, não entrega tudo o que a Folha fez na conta do regime, como o odioso empréstimo de peruas C-14 do jornal ao DOI-Codi, para o transporte de presos políticos rumo ao encarceramento, à tortura e, não raro, à morte na Operação Bandeirantes (Oban). Na época, manifestantes chegaram a queimar veículos da Folha em protesto contra a morte de seus companheiros de luta.

 

No livro Cães de Guarda - Jornalistas e Censores do AI-5 à Constituição de 1988, Beatriz Kushnir dá mais detalhes da promiscuidade. A Folha da Tarde, especialmente, contou com uma matilha de jornalistas colaboracionistas - os "cães de guarda" - e era conhecido como "o jornal de maior tiragem" - ou seja, com mais tiras na redação.

 

No combate aos "subversivos", a FT se antecipava ao regime e fazia o papel de porta-voz. Chegou a divulgar a morte do metalúrgico Joaquim Seixas, o Roque, antes mesmo de ele ser assassinado nos porões da ditadura - mas sonegou informações sobre a prisão de Frei Betto (como o fato de o frade ser repórter do jornal) e não noticiou a heróica missa ecumênica a Vladimir Herzog na Catedral da Sé. 

 

Frias-pai não está mais vivo, mas dois de seus filhos continuam à frente da Folha de S.Paulo - Luís Frias como presidente do grupo Folha e Otavio Frias Filho, o Otavinho, como diretor de redação do jornal. Parece caber a eles, de forma progressiva, restabelecer e edulcorar as mais sombrias memórias da família Frias e da Folha. Memórias de um tempo em que a concessão da "ditabranda" era garantida aos fantoches das elites e da grande mídia - não ao Brasil, nem aos brasileiros.


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----- Original Message ----- 
From: Marco Aurelio 



Data do protesto contra a Folha de São Paulo

http://edu.guim.blog.uol.com.br/




Protesto contra ditabranda





 

Charge de Carlos Latuff





Diante do resultado do post anterior, acredito que já temos um bom número de pessoas dispostas a participar do ato público diante do jornal Folha de São Paulo para protestar contra a difusão daquele veículo do absurdo de que a ditadura militar que vigeu no Brasil entre 1964 e 1985 teria sido uma "ditabranda". 

Antes de prosseguir no anúncio do dia e da hora em que ocorrerá o ato de protesto, porém, desejo fazer algumas considerações. 

Esta é uma iniciativa que não pretende nem precisa reunir uma grande multidão para protestar contra essa perniciosa revisão histórica de um fato que, a meu juízo, deveria equiparar-se ao Holocausto nazista, o qual, em vários países do mundo, não pode ser negado por força de lei, sob pena de o autor da negativa ser enquadrado em acusação criminal. 

Ainda assim, entre o número dos que confirmaram que participarão do ato e dos acompanhantes que pretendem levar consigo, já temos perto de 40 pessoas. Contudo, acabamos de receber um comentário  de leitor aqui no blog que promete  ser importante para o número de manifestantes. Vejam:

Pode contar com a adesão do Fórum Permanente de Ex Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo ao ato em repúdio à Folha e em solidariedade aos professores. É só comunicar a data e hora.  Abs.
Maurice Politi | Sao Paulo, SP, Brasil | Administrador  |  25/02/2009 15:26

Também já temos notícias de que professores da USP e da Unicamp estariam se mobilizando para aderir. Além disso, há menção ao protesto em texto de Altamiro Borges, no site Vermelho, e, segundo informações do Altamiro por telefone, o site irá publicar uma chamada em destaque nesta quinta-feira. E, finalmente, o site do jornalista Luiz Carlos Azenha também deverá divulgar. 

O que importa, entretanto, nem é quantos seremos. O importante é deixar claro que não se aceitará nunca mais silenciar ou aceitar revisões históricas sobre os anos de chumbo. Há que exigir respeito às vítimas da ditadura. 

Na falta do ideal, que seria reabrir processos e punir torturadores, estupradores e assassinos do regime militar, ao menos o país tem que reconhecer essa chaga em nossa história incontestavelmente, visando que, através do conhecimento dos horrores pretéritos, estes nunca mais aconteçam. 



Dia e hora do ato público na Folha de São Paulo



Com base nas manifestações dos leitores e de outras sondagens que fiz, acredito que o dia mais cômodo para a maioria dos manifestantes será sábado, dia 7 de março, às 10 horas da manhã. O local será diante da Sede do jornal Folha de São Paulo, na rua Barão de Limeira, no centro de São Paulo, região servida por linhas de metrô, de ônibus e, portanto, de fácil acesso. 

Informo, ainda, que todos os leitores que se manifestaram aqui dispondo-se a participar do protesto receberão e-mail meu confirmando dia, hora e colocando-me à disposição para maiores informações.



Comentários de adesão ao ato público



Algumas pessoas de São Paulo que comentaram o post anterior, que propôs a realização do protesto, não foram consideradas porque, apesar de se manifestarem favoravelmente, não deixaram claro se pretendem participar ou não. 

Só serão considerados os que deixarem claro que virão ou que pretendem vir. Estou elaborando algum material para os manifestantes e farei isso com base nos apoios decididos e explícitos. 

Peço, pois, a todos os que decidirem apoiar esta iniciativa que sejam claros e sucintos, na medida do possível, ao manifestarem seu apoio e sua intenção de engrossar a manifestação com sua presença.

Este post será eventualmente atualizado com novas informações assim que eu as tiver.  A partir de sábado, retomarei postagens de outros temas, mas sem esquecer do protesto do próximo dia 7. 


 

 

 

 

 

 

 

 

 



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