[Carta O BERRO] Víctor Jara. Semana de celebração em sua memória no Chile. Ouça também as suas músicas. HOJE É DOMINGO!

Vanderley Caixe vanderleycaixe em revistaoberro.com.br
Domingo Dezembro 6 12:40:30 FNT 2009


Nova pagina 1
CARTA O BERRO. ..........repassem.



----- Original Message ----- 
From: Marco Antonio 



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      (Comienza homenaje masivo a cantautor chileno 
      Víctor Jara
                                        
      VIDEO: http://www.youtube.com/watch?v=en8yqVxuT-U&feature=player_embedded#

      ***       
      Escrito por Tribuna Popular
      http://www.pcv-venezuela.org/index.php?option=com_content&task=view&id=6097&Itemid=1     
      Friday, 04 de December de 2009  
           
            Victor Jara, asesinado por mas de 40 balazos en todo su cuerpo 
      En Venezuela, este viernes desde la Plaza de los Museos a las 4 pm.

      (VIDEO) Comenzó homenaje masivo al cantautor chileno Víctor Jara

      Santiago de Chile, 03 dic. 2009, Tribuna Popular TP.- Jorge Arrate, candidato presidencial del izquierdista "Juntos Podemos", describió hoy al asesinado cantautor Víctor Jara como "un gran músico, un gran hombre, corazón de izquierda y, sobre todo, de memoria". 

      Así lo escribió en uno de los libros de condolencias dispuestos frente a la Fundación Víctor Jara, donde son velados los restos del autor, entre otras, de Te recuerdo Amanda, Canto libre y Cuando voy al trabajo.

      Entre otras personalidades, Arrate desfiló junto a cientos de chilenos ante el féretro que guarda los restos del popular cantante asesinado hace 36 años tras el golpe militar de Augusto Pinochet.

      También concurrieron al homenaje, previsto que dure tres días, hasta el sábado, que será enterrado en el Cementerio General, la ministra de Cultura, Paulina Urrutia, el presidente del Partido Comunista, Guillermo Teillier, y diplomáticos de Cuba y Venezuela, entre otros.

      Frente a la Fundación, en un parque, numerosos artistas alternan canciones en tributo a Jara y a todos los detenidos-desaparecidos y ejecutados políticos de Chile.

      Los restos del cantautor fueron exhumados en junio para practicarle peritajes y esclarecer su asesinato y, ahora, serán enterrados con el funeral masivo que se merece, recordó Gloria Konig, directora de la Fundación.

      Similares actividades, llamadas aquí "velatones", se efectúan también en otras partes de Santiago y del interior del país, afirmaron los organizadores.

      En las primeras guardias en torno al féretro estuvieron su viuda, la coreógrafa británica Joan Turner, y sus hijas, entre otros allegados, mientras se transmitían canciones del cantautor.

      En Venezuela este viernes 4 de dicembre, organizaciones sociales y políticas populares, desarrollaran desde la Plaza de los Museos, a partir de las 4 pm, un homenaje al cantautor chileno, con canto, poesía y música.

      Fuente: Prensa Latina – Tribuna Popular
     



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From: Braga 



Chile: Funeral público para Victor Jara 
Durante três dias de celebrações ininterruptas, chilenos vão evocar a memória do cantor e dramaturgo Victor Jara, o símbolo da resistência contra Pinochet. 
Trinta e seis anos depois de ter sido assassinado no estádio Chile, onde foi submetido a cinco dias consecutivos de tortura, o cantautor chileno Victor Jara terá desde hoje até as dez horas do próximo sábado um velório simbólico na sede da fundação com o seu nome, na Praça Brasil, em Santiago do Chile. Sábado, depois de um vasto conjunto de iniciativas culturais com música e poesia, será feito o funeral para o cemitério Geral, onde os seus restos mortais foram exumados. 

Vítor Jara foi detido a 11 de Setembro de 1973, horas depois de iniciado o golpe de Estado desencadeado por Augusto Pinochet contra o governo de unidade popular de Salvador Allende. Levado para o estádio onde passaram a ser concentrados os prisioneiros por falta de espaço nas prisões, o também dramaturgo foi submetido a várias sessões de tortura e acabou por ser assassinado. 

O coronel chileno Mario Manríquez, já na reforma, foi formalmente acusado em maio do ano passado pela justiça do seu país de ser o responsável pelo assassínio daquele que ainda hoje é considerado um dos grandes representantes da "nova canção" latino-americana dos anos 60 e 70. Há, no entanto, outros participantes no assassínio não identificados pelo tribunal, como um oficial apelidado de "El Príncipe". Grupos de direitos humanos têm referido que a sua identidade não é nenhum mistério. Tratar-se-ia, segundo a organização não governamental Comisión Fura, do ex-tenente do exército Edwin Dimter Bianchi, que agora desempenha um cargo nas Associações dos Fundos de Pensões. 

Destacado militante comunista, Jara era um conhecido apoiante do presidente socialista Salvador Allende. A documentação revelada o ano passado pela justiça chilena demonstra que o cantor foi torturado, as suas mãos - com que tocava viola - esmagadas à coronhada e, finalmente, abatido a tiro. A investigação ao brutal assassínio deste símbolo internacional da resistência contra o regime de Pinochet decorria desde 2005. 

Funeral clandestino 
A 18 de Setembro de 1973, Joan Jara, companheira de Victor, sepultou-o clandestinamente, acompanhada de apenas duas pessoas. A 4 de Junho deste ano, Victor Jara foi exumado na presença de Joan e das suas filhas Amanda e Manuela. O objectivo era trasladá-lo para o Instituto de Medicina Legal de modo a poderem ser realizadas as peritagens necessárias à investigação em curso. Os relatórios dos peritos foram concludentes e confirmaram tudo quanto se tinha dito sobre os tormentos a que fora submetido Victor Jara. 

Os especialistas do Serviço Médico-legal recolheram amostras de ADN, também de familiares do músico, e enviaram-nas ao Instituto Genético de Innsbruck. Esta instituição austríaca confirmou que os restos são de facto do autor de "El derecho de vivir en paz" e concluiu que a morte resultou de múltiplas feridas na cabeça, tórax, abdómen, pernas e braços. 

Victor Jara terá agora, por fim, direito a um funeral à vista de todos, segundo as tradições que compartia com a sua mãe, Amanda Martínez, a quem acompanhava a cantar em velórios. 

A família pretende transformar este ritual numa celebração de três dias ininterruptos, com canto, música, dança e poesia. Será o último adeus a um homem cuja voz nunca partiu. 



*Do Jornal Expresso de Portugal. Sobre ele: http://fundacionvictorjara.cl/

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