[Carta O BERRO] NOS IDOS DE 68 de Luiz Lyrio

Vanderley Caixe vanderleycaixe em revistaoberro.com.br
Quinta Dezembro 4 19:07:28 BRST 2008


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CARTA O BERRO. ..........repassem.







      Uma história real em que seus heróis, contraditoriamente, 

      são jovens cheios de convicções, dúvidas e conflitos internos. 

        

      NOS IDOS DE 68 

      Luiz Lyrio 

      Edição rememorativa do quadragésimo aniversário do ano bissexto em que os jovens se tornaram sujeitos da História e quase mudaram a trajetória do mundo. 

      Mazza edições 

        

      Retornando aos anos sessenta com a bagagem do estudioso de História e do adulto que analisa a trajetória do rapaz, Luiz Lyrio procura refazer o quadro da época, relatando uma história real em que seus heróis são pessoas cheias de convicções, dúvidas e conflitos internos. Sobre ele e seu mais importante trabalho, assim se manifestaram alguns críticos literários: 

      “(...) Descrito na primeira pessoa, NOS IDOS DE 68 fala de uma época em que os donos do poder ostentavam estrelas nos ombros, torturando e assassinando (...) pessoas que queriam apenas ver este país com mais liberdade e menos miséria humana. E, enquanto era manchada a dignidade das almas brasileiras, poetas vislumbravam nas estrelas do céu que dias melhores estavam por vir. Luiz Lyrio, com sua sensibilidade, era um desses poetas(...)”.  – ROGÉRIO SALGADO – Poeta e escritor. 

      “(...) Luiz Lyrio, professor de História, tem como característica o ter estado inserido na recente História Brasileira. (...) Suas experiências pessoais são narradas com surpreendente fluxo verbal para expor a memória retrógrada, a mediata e a imediata, todas de forma intrínseca, misturadas à própria memória do país (...)”. – CLEVANE PESSOA – Escritora e poeta. 

        “(...) A grande vantagem de relatos como o de Luiz Lyrio é a possibilidade das gerações mais novas conhecerem, de fato, o que aconteceu ali. Nenhum compêndio histórico, filme ou livro didático subistuem a força da experiência. Quem viveu 68 – o ano que nos aquece – e sua sina sabe disso. E quem não viveu está prestes a descobrir um novo mundo (...)”. _ ALÉCIO CUNHA - Jornalista, poeta e crítico literário, repórter da Editoria de Cultura do Jornal HOJE EM DIA de Belo Horizonte – MG 

      “Que crônica deliciosa, emocionante, bem humorada, sincera. Obrigado pela oportunidade de reler 68 com teus olhos e conhecer um escritor que, pelo anunciado, nos trará uma boa prosa de ficção”. SÉRGIO FANTINI – Poeta e contista. 

        

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